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Teresina foi escolhida pelo Ministério da Saúde para execução do Projeto BDSF: abordagens inovadoras para intensificar esforços para um Brasil Livre de Hanseníase. Participarão do projeto 114 Equipes de Saúde da Família, incluindo médicos, enfermeiros e 788 Agentes Comunitários de Saúde (ACS).

Do dia 23 ao dia 27 de outubro haverá a capacitação dos profissionais médicos e enfermeiros e atividades de busca ativa de pessoas com mancha na comunidade pelos agentes de saúde. No sábado (28) haverá mutirões para avaliação de manchas em três locais da capital: Ambulatório do Hospital Mariano Castelo Branco (zona Norte), Ambulatório do Hospital do Dirceu (zona sudeste) e Clínica de Dermatologia do HGV.

A capital do Piauí ocupa a 8ª posição nacional em relação ao número de casos novos de hanseníase no país. Em 2016 foram diagnosticados 329 novos casos da doença, dentre os quais 24 casos em menores de 15 anos.

O Projeto BDSF-Brazil é uma parceria entre o Ministério da Saúde, OPAS/OMS e a Fundação SASAZAKA, do Japão, que se baseia nos objetivos da Estratégia Global para Hanseníase 2016-2020. O BDSF terá duração de três anos, entre 2017 e 2019. No corrente ano as ações do projeto incluem oficinas de capacitação na área clínica e na prevenção de incapacidades com os profissionais da Atenção Básica e a realização de Mutirões de Manchas Suspeitas por equipes de especialistas em Hanseníase.

As ações estão sendo executadas pelas Diretorias de Vigilância e Saúde e Diretoria de Ações Assistenciais da Fundação Municipal de Saúde, em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde, o Movimento Social MORHAN e a Universidade Federal do Piauí- Projeto INTEGRAHANS.

Programação do Projeto Brasil Livre de Hanseníase em Teresina:

Dia 23/10

Atividade 1 - Treinamento/ Capacitação médicos, enfermeiros e fisioterapeutas em hanseníase clínica e Prevenção de Incapacidades

Horário: de 8h às 12h e de 14h às 18h

Local: Auditório Escola Fazendária e Auditório do Tribunal de Contas do Estado (TCE)

Atividade 2 - Treinamento/ Agentes Comunitários de Saúde com ênfase na área de Redução de Estigma e Preconceitos

Horário: de 8h às 12h e de 14h às 18h

Três locais: Auditório da Faculdade de Ciências Médicas (FACIME), auditório do Hospital Getúlio Vargas e auditório do INSS

De 24/10 a 27/10

Realização das Oficinas nas Unidades de Saúde da FMS com médicos, enfermeiros e fisioterapeutas;

ACS realizarão atividades de busca ativa de pacientes com mancha.

28/10

Mutirões para avaliação de manchas

Horário: de 8h às 12h

Três locais: Ambulatório do Hospital Mariano Castelo Branco (zona Norte), Ambulatório do Hospital do Dirceu (zona sudeste) e Clínica de Dermatologia do HGV.


Fonte: Prefeitura de Teresina

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O presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região atendeu recurso contra a liminar que impedia a requisição de exames por enfermeiros, prejudicando o atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A liminar está suspensa até o julgamento do mérito do processo.

A ação movida pelo Conselho Federal de Enfermagem, além de restringir direito dos enfermeiros, adquiridos há 20 anos, prejudicou atendimento de milhares de brasileiros que precisam da atenção básica de saúde, além de aumentar o risco para possíveis surtos de doenças já controladas. A solicitação de exames de rotina e complementares é realidade consolidada no Brasil desde 1997, quando foi editada a Resolução Cofen 195/97 (em vigor).

Em Teresina, nessa terça-feira (17/10), os enfermeiros realizaram manifestação contra a decisão liminar e fizeram um alerta para a população sobre as consequências da de terminação.

“É uma vitória importante não só para a enfermagem, mas para o Sistema Único de Saúde e para a população”, afirmou o presidente do Coren-PI, Lauro César de Morais.


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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou, nesta terça-feira (17/10), um novo remédio para tratamentos de infertilidade feminina.

O princípio ativo do Rekovelle é a deltafolitropina, substância que está associada ao hormônio Folículo Estimulante Humano (FSH). É esse componente que permite a liberação dos óvulos pelos ovários para a fecundação. Com isso, estimula os ovários a desenvolverem múltiplos folículos.

A indicação é para mulheres que já ingressaram em tratamentos de reprodução assistida.


Fonte: Portal Brasil
Ato na Avenida Frei Serafim · 17/10/2017 - 16h01

Enfermeiros protestam em Teresina contra decisão que limita a atuação


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Os enfermeiros e estudantes de enfermagem realizaram manifestação nesta terça-feira (17/10), na Avenida Frei Serafim, em Teresina. O ato foi contra a decisão liminar que proíbe os profissionais de requererem exames na atenção básica.

As atividades realizadas pelo profissional de enfermagem são realizadas há mais de 20 anos. “A requisição é uma coisa prevista na lei. Nós há mais de 20 anos estamos contribuindo para a melhoria do SUS. Com a decisão, a população deixa de ter atendimento e perde o controle de doenças crônicas e transmissíveis. Podemos ter de repente uma epidemia de sífilis, hanseníase, tuberculose, que é o enfermeiro que trabalha constantemente para impedir o aumento de casos”, afirmou o presidente do Coren-PI, Lauro César de Morais.

A manifestação, que chamou atenção de quem passava na avenida Frei Serafim, além de ocupar a avenida, reuniu também representantes de entidades da saúde. “Desde 1990 que a enfermagem constrói o SUS democrático e universal. Por isso, o Conselho Estadual de saúde tem representantes da enfermagem e apoia a classe, que tem trabalho importante na manutenção do SUS”, ressaltou o conselheiro Marbri Araújo, do Conselho Estadual de Saúde.

Ao longo do ato, profissionais e estudantes se revezaram dando depoimentos sobre a atuação do enfermeiro, o prejuízo a população e gritos de ordem em prol da saúde pública. “A população precisa ter conhecimento do que isso pode representar. Que essa decisão atinge o atendimento, não apenas o enfermeiro. Quem sofre é a população. Nós fazemos exames e consultas, só fazemos prescrição de exame já padronizados pelo Ministério de Saúde. A ação do enfermeiro facilita o acesso das pessoas a saúde”, destacou a enfermeira Telma Evangelista.

 


Fonte: Com informações da assessoria

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A trombofilia é um problema que faz com que a pessoa tenha mais predisposição a ter uma embolia pulmonar devido à formação dos chamados trombos. “Isso favorece a coagulação dentro da veia. A complicação mais grave é se o trombo formado sair da veia e se deslocar para o pulmão, causando a embolia pulmonar”, explica o médico angiologista Carlos Eduardo Jorge.

De acordo com o profissional, isso acontece por duas causas principais: a ausência de fator anticoagulante no sangue ou o excesso de fator pró-coagulante.

Ele explica ainda que a trombofilia pode ser hereditária – quando o pai, a mãe ou ambos possuem o problema; ou adquirida – quando surge ao longo da vida por diferentes fatores. Mas há, também, um grande número de pessoas que têm, só que de forma assintomática, ou seja, nunca chegam a desenvolver quadros de trombose ou embolia e, muitas vezes, sequer tomam conhecimento da trombofilia em suas vidas.

Saiba mais sobre os tipos de trombofilia existentes e seus sintomas, e veja como lidar com esse problema da melhor forma possível.

Trombofilia hereditária

Como o próprio nome sugere, é aquela em que o paciente já nasce com fator de coagulação alterado – ou coagula demais ou tem fatores anticoagulantes diminuídos. Carlos Eduardo explica que todas as pessoas possuem algumas substâncias que não deixam o sangue coagular facilmente. Mas, em alguns, isso não é produzido de maneira correta, então há tendência do sangue coagular e essas pessoas são mais predispostas a formar trombos e ter uma embolia.

“Nesse caso o problema pode ou não fazer com que a doença se manifeste com o passar dos anos. Então, a gente não trata a doença, mas a complicação ou o risco dela, prescrevendo anticoagulante para evitar que o paciente tenha trombose devido à trombofilia”, afirma o médico.

Trombofilia adquirida

Já a trombofilia adquirida pode acometer qualquer pessoa, sendo mais provável nas de idade avançada, que ficaram imobilizadas por muito tempo ou que tiveram câncer. O uso de pílula anticoncepcional também é um fator que pode desencadear a trombofilia.

“Nesses casos, a pessoa desenvolve um aumento da quantidade de substâncias que fazem a coagulação do sangue, condição favorável a formar trombo, então pode ter trombose mais facilmente”, explica.

Trombofilia na gravidez

A gravidez e o pós-parto também são fatores que podem levar ao surgimento da trombofilia adquirida. “A gestante pode perder o bebê, ter uma trombose, uma embolia. Então é importante fazer o acompanhamento com ginecologista e, quando ele achar necessário, também com um angiologista e hematologista”, esclarece o especialista.

O médico explica ainda que, quando a pessoa sabe que tem trombofilia, ou se já teve trombose anteriormente, vai usar anticoagulante durante e depois da gravidez. Mas se não teve nada e nem suspeita, é gestação normal, indica-se os cuidados básicos como uso de meia, prática de esportes e controle para se manter no peso ideal.

Como é feito o diagnóstico?

Os exames para diagnosticar o problema irão depender da manifestação dos sintomas. “A trombofilia causa outra doença, a trombose. Mas há pacientes que têm de forma assintomática, eles não desenvolvem sintomas, levam uma vida normal”, diz o angiologista.

Quando acontece uma trombose e não se consegue determinar a causa (se foi depois de uma cirurgia, um câncer, na gravidez, etc.), isso faz surgir a suspeita da presença de trombofilias. “Então são feitos exames genéticos para determinar se existe ou não o fator hereditário”, esclarece.

Como é o tratamento?

O médico que cuida desses casos é o angiologista, mas os exames para identificar o tipo de trombofilia podem ser feitos também com um hematologista. “O desejável é que os dois médicos participem juntos do tratamento”, diz Carlos Eduardo.

O tratamento é contínuo, baseado no uso de anticoagulante, que pode ser via oral ou injetável. Isso varia de acordo com cada indicação e o histórico de cada paciente. “Quando possível, o ideal é tirar o fator que está causando o problema. O anticoncepcional, por exemplo. Se é a causa, então melhor não tomar. Mas, quando isso não é possível, então entramos com o anticoagulante”, explica o médico.

Por isso o mais importante é sempre procurar um especialista caso haja algum sintoma, algum fator de risco ou quando há casos na família. Quanto mais cedo o problema for identificado, menores as chances de que se agrave e mais fácil tratar para evitar complicações futuras.


Fonte: Dicas de Mulher / Mariana Bueno
Câncer de bexiga e pulmão · 10/10/2017 - 09h18

Anvisa aprova novo remédio biológico para tratamento de cânceres


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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de um novo produto biológico para o tratamento de cânceres de bexiga e de pulmão. 

O Tecentriq (atezolizumabe) é um anticorpo monoclonal. Isso significa que uma proteína presente no medicamento se liga a outra, encontrada em células doentes, e aumenta a capacidade de defesa do sistema imunológico.

A medida prevê que o remédio seja usado por adultos que já tenham passado por quimioterapia para tratar carcinomas uroteliais. O Tecentriq também é indicado para pacientes com câncer de pulmão, mesmo que já tenham passado por quimioterapia.


Fonte: Portal Brasil

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As vacinas influenza aplicadas no Brasil a partir de fevereiro de 2018 deverão conter três tipos de cepas de vírus em combinação. A cada ano, a imunização é modificada para garantir a proteção contra as cepas virais de gripe em circulação.

A atualização faz parte das recomendações feitas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que, em setembro de cada ano, indica as cepas que devem ser utilizadas no Hemisfério Sul. Com base nessas recomendações, a Anvisa define a composição das vacinas.

Neste ano, de acordo com resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (09/10), as vacinas influenza trivalentes para o ano de 2018 deverão estar dentro das seguintes especificações:

  • um vírus similar ao vírus influenza A/Michigan/45/2015 (H1N1)pdm09
  • um vírus similar ao vírus influenza A/Singapore/INFIMH-16-0019/2016 (H3N2) e
  • um vírus similar ao vírus influenza B/Phuket/3073/2013

Já as vacinas influenza quadrivalentes contendo dois tipos de cepas do vírus influenza B deverão conter, também, um vírus similar ao vírus influenza B/Brisbane/60/2008.


Fonte: Portal Brasil
Doenças sexuais transmissíveis · 05/10/2017 - 16h09

Estudo alerta para aumento nos casos de DSTs entre os idosos


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Ser idoso já não significa falta de atividade, calmaria e tranquilidade. Atualmente a classe está cada vez mais ativa. Eles dançam, brincam, praticam esporte e, claro, mantém os prazeres da relação sexual ativos. Por isso as preocupações com as doenças sexuais transmissíveis precisam ser aumentadas.

Estudos demonstram que os idosos estão mais vulneráveis a infecções sexualmente transmissíveis e o motivo é a ausência do uso de preservativo. O número de casos de HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana), entre pessoas acima dos 50 anos dobrou na última década, já que atualmente cerca 80% dos adultos entre 50 e 90 anos são sexualmente ativos. De acordo com os últimos dados do Ministério da Saúde, cerca de 4% a 5% da população acima de 65 anos são portadores do vírus HIV, um aumento de aproximadamente 103% Além da AIDS, outra doença que têm aumentado sua disseminação entre idosos é a Sífilis.

A Sífilis é uma doença transmitida pela bactéria Treponema pallidum, principalmente por via sexual, que não escolhe idade, sexo e nem classe social. A Sífilis aparece como feridas indolores no local da infecção, evoluindo para dores musculares, febre e dor de garganta. A falta de tratamento pode danificar órgãos como cérebro, nervos, olhos e coração, levando a cegueira, paralisia, demência e outros problemas de saúde.

O diagnóstico, porém, é fácil. Testes sorológicos eficazes são disponíveis no mercado, o tratamento também não é complexo desde que seja tratado na fase primária da doença. A EUROIMMUN disponibiliza no mercado brasileiro seis testes para detecção da sífilis, inclusive em líquor, todos com validação e anuência dos órgãos de qualidade brasileiro como o INCQS (FIOCRUZ).

Sobre a EUROIMMUN

A EUROIMMUN AG é líder em diagnóstico laboratorial. Mais de 2.400 funcionários em todo mundo desenvolvem, produzem e distribuem sistemas de testes diagnósticos, software e soluções em automação. Os produtos da EUROIMMUN são utilizados no diagnóstico de doenças autoimunes, infecciosas e alérgicas em mais de 150 países, além de oferecer análises genéticas.


Fonte: Com informações da Ascom

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Adotar bons hábitos alimentares é o primeiro passo para buscar uma vida saudável. Câncer, problemas cardíacos, obesidade e outras enfermidades crônicas, como o diabetes, são amplamente associados ao consumo excessivo de gordura, sódio e açúcares.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca), a alimentação e a nutrição inadequadas são classificadas como a segunda causa de câncer que pode ser prevenida. São responsáveis por até 20% dos casos de câncer nos países em desenvolvimento, como o Brasil, e por aproximadamente 35% das mortes pela doença.

Segundo o Inca, um em cada três casos dos tipos de câncer mais comuns poderia ser evitado caso a população adotasse uma alimentação saudável e a prática regular de atividade física.

O Ministério da Saúde publicou, em 2014, a segunda edição do Guia Alimentar para a População Brasileira. A presidente do Conselho Nacional de Segurança. Alimentar e Nutricional (Consea), Elisabetta Recine, explica que o guia é um documento oficial, presente em diversos países, com recomendações nutricionais para promoção da alimentação saudável. “Há muitos anos, é clara a relação entre alimentação e saúde. O Guia é um documento de referência, de confiança, sobre o que é alimentação saudável e o que não é.”

A edição anterior do guia, a primeira no Brasil, foi lançada em 2006. Elizabetta explica que o documento está sempre em atualização e leva em consideração os padrões epidemiológicos e nutricionais da população. “De 2006 para cá, por exemplo, a desnutrição está claramente em queda e se restringindo a grupos populacionais mais vulneráveis, como indígenas e comunidades tradicionais. Por outro lado, o crescimento da obesidade e do excesso de peso se consolidou em todos os grupos populacionais, etários e socioeconômicos”, esclarece.

Confira dez recomendações sobre práticas alimentares contidas no guia:

1. Alimentos in natura ou minimamente processados são a base ideal para uma alimentação nutricionalmente balanceada, saborosa, culturalmente apropriada e promotora de um sistema alimentar socialmente e ambientalmente sustentável. Variedade significa alimentos de todos os tipos – grãos, raízes, tubérculos, farinhas, legumes, verduras, frutas, castanhas, leite, ovos e carnes – e variedade dentro de cada tipo.

2. Óleos, gorduras, sal e açúcar devem ser utilizados com moderação em receitas que utilizam alimentos in natura ou minimamente processados. Esses itens devem ter apenas um papel complementar, para que a refeição se torne mais saborosa e diversificada, mas sem deixar de ser balanceada e nutritiva.

3. Os métodos e ingredientes dos produtos processados alteram a composição dos alimentos dos quais derivam. Por essa razão, eles também devem ser utilizados apenas em pequenas quantidades e consumidos como ingredientes de refeições mais completas, baseadas em alimentos naturais ou minimamente processados.

4. Produtos ultraprocessados são nutricionalmente desbalanceados, mas, apesar disso, tendem a ser consumidos em excesso e a substituir alimentos in natura ou minimamente processados. Suas formas de produção, distribuição, comercialização e consumo afetam de modo desfavorável a cultura, a vida social e o meio ambiente.

5. Refeições devem ocorrer em horários semelhantes todos os dias, em um ritmo lento, com um tempo exclusivo para essa atividade e em locais limpos, confortáveis e tranquilos. Sempre que possível, coma em companhia, com familiares ou amigos, pois a companhia favorece a regularidade e a atenção.

6. Procure fazer compras de alimentos em mercados, feiras livres e feiras de produtores e outros locais que comercializam variedades de alimentos minimamente processados. Prefira legumes, verduras e frutas da estação e cultivados localmente. Sempre que possível, adquira alimentos orgânicos e de base agroecológica, de preferência diretamente dos produtores.

7. Se você tem habilidades culinárias, procure desenvolvê-las e partilhá-las, principalmente com crianças e jovens, sem distinção de gênero. Se você não tem habilidades culinárias, procure conversar com as pessoas que sabem cozinhar, peça receitas a familiares, amigos e colegas, leia livros, consulte a internet, faça cursos e... comece a cozinhar!

8. Organize a despensa doméstica e faça da preparação de refeições e do ato de comer momentos privilegiados de convivência e prazer. Reavalie como você tem usado o seu tempo e identifique quais atividades poderiam ceder espaço para a alimentação.

9. No dia a dia, procure locais que servem refeições feitas na hora e a preço justo. Restaurantes de comida a quilo podem ser boas opções, assim como refeitórios que servem comida caseira em escolas ou no local de trabalho. Evite redes de fast-food.

10. Avalie os rótulos e questione as empresas para obter informações completas dos produtos que você coloca no carrinho. Estimule outras pessoas, particularmente crianças e jovens, a fazerem o mesmo.


Fonte: Portal Brasil
Adoção ao estilo de vida · 01/10/2017 - 14h09

Dia Mundial do Vegetarianismo: entenda esse estilo de vida


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Cada vez mais a população vem aderindo à dieta vegetariana, seja por opção nutricional ou por adoção ao estilo de vida. Há quem seja contrário ao sofrimento dos animais, quem queira adotar uma dieta mais leve, quem seja alérgico à proteína da carne, ou faça a opção por motivos religiosos. Neste domingo (1º/09), no Dia Mundial do Vegetarianismo, a Agência Brasil mostra curiosidades do vegetarianismo.

Entenda esse estilo de vida
A dieta vegetariana difere da dieta onívora – em que a base da alimentação são os vegetais e animais – em vários aspectos. De acordo com a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), o vegetariano pode ou não ingerir alimentos derivados de animais. Tanto é que há subdivisões no grupo, como as dietas vegana, a lacto-vegetariana, a ovo-lacto-vegetariana, a ovo-vegetariana, a crudívora e a frugívora.

Segundo o coordenador jurídico da SVB, Ulisses Borges, em 2013, 8% a 9% dos brasileiros se declararam vegetarianos em pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia de Estatística (IBGE). Dados do Instituto Ipsos – empresa de pesquisa e de inteligência de mercado – apontam que 28% dos brasileiros têm procurado comer menos carne. Ulisses Borges destaca que há valores éticos e filosóficos tanto para fundamentar a dieta vegetariana quanto para uma não vegetariana.

O crescimento desses tipos de dieta no Brasil acompanha uma tendência mundial. Segundo a SVB, na Europa, por exemplo, 14% de todos os novos produtos lançados em 2015 são vegetarianos ou veganos. De 2013 a 2015, o lançamento de produtos veganos cresceu 150% no continente europeu. Nos supermercados brasileiros também já é possível encontrar muitas versões veganas de produtos cárneos ou lácteos como nuggets, presuntos, quibes, coxinhas, salsichas, linguiças, sorvetes e requeijões.

Sobre os aspectos nutricionais da dieta, a nutricionista Shila Minari explica que os vegetarianos podem ter uma alimentação balanceada e saudável. “Do mesmo jeito que uma pessoa que come carne pode fazer escolhas alimentares erradas e ter problemas, pessoas vegetarianas também podem ter problemas”, alerta.

A nutricionista aconselha a inclusão de leguminosas e fontes de proteína não animal na alimentação de quem opta por esse estilo. A profissional explica que suplementos de vitamina B12 muitas vezes são necessários para os vegetarianos, uma vez que se trata da única vitamina que não é suprida com esse tipo de alimentação.

Para ter uma dieta balanceada e não compensar a falta de proteína animal com outros alimentos pobres em nutrientes, Shila aconselha acompanhamento profissional. “É importante que quem vá começar uma dieta vegetariana faça acompanhamento nutricional”, recomenda.


Fonte: Agência Brasil

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O Ministério da Saúde liberou, neste mês de setembro, R$ 30,4 milhões, referente à segunda parcela de recurso adicional para o combate ao mosquito Aedes aegypti. Ao todo, 3.148 municípios em 20 estados e o Distrito Federal serão beneficiados porque cumpriram critérios para intensificar as medidas de prevenção e combate ao mosquito transmissor da Dengue, Zika e Chikungunya. O Piauí vai receber R$ 1.050.607,92 e 220 municípios devem ser beneficiados.

Em janeiro de 2017, o Ministério da Saúde repassou R$ 91,2 milhões aos municípios de todos os estados, referente à primeira parcela. No total são R$ 152 milhões ao combate ao Aedes. Já o envio da segunda parcela foi condicionado ao cumprimento de alguns critérios, especialmente a realização do Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), no caso de cidades com mais de dois mil imóveis. Os municípios com menos de dois mil imóveis devem fazer o Levantamento de Índice Amostral (LIA) e o monitoramento por ovitrampa ou larvitrampa nas cidades sem infestação do mosquito. Também estão previstas metodologias alternativas, utilizadas pelas vigilâncias locais para monitorar o nível de infestação do mosquito Aedes.

O Ministro da Saúde, Ricardo Barros, destaca a importância desse recurso extra para os municípios. “Não podemos baixar a guarda diante de um vetor responsável por várias enfermidades. Por isso, subsidiamos estados e municípios com um reforço financeiro para a intensificação de ações que visam o controle das doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti, principalmente, no verão, período de maior circulação desse vetor”, afirmou o ministro.  

ANTECIPAÇÃO DE RECURSOS 
Em decorrência da epidemia de febre amarela, ocorrida nos últimos meses, o Ministério da Saúde antecipou o repasse da segunda parcela do recurso extra para todos os municípios dos estados da Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, totalizando R$ 29,3 milhões. No entanto, alguns municípios da BA, CE, MG e SP terão que restituir ao Fundo Nacional de Saúde os valores recebidos antecipadamente por não terem cumprido os critérios para o recebimento destes recursos. As informações deveriam ser consolidadas pelas secretarias estaduais de saúde e repassadas ao Ministério da Saúde até o dia 30 de junho deste ano.

LIRAa
Considerado um instrumento fundamental para orientar as ações de controle da dengue, o Ministério da Saúde realiza, em conjunto com estados e municípios, o Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa). O levantamento possibilita aos gestores locais de saúde anteciparem as ações de prevenção.

DENGUE
Em 2017, até 02 de setembro, foram notificados 219.040 casos prováveis de dengue em todo o país, uma redução de 84,8% em relação ao mesmo período de 2016 (1.442.208). Com relação ao número de óbitos, também houve queda significativa (87%), reduzindo de 678 óbitos em 2016 para 88 em 2017. Da mesma forma, são os registros de dengue grave e com sinais de alarme que caíram 79,2% e 77,7%, respectivamente, de um ano para outro. Dengue grave diminuiu de 885, em 2016, para 184 em 2017. Já dengue com sinais de alarme baixou de 8.603, em 2016, para 1.913 em 2017.

Em todo país, a região Nordeste registrou o maior número de casos prováveis de dengue (81.447 casos; 37,1% em relação ao total do país), seguida das regiões Centro-Oeste (66.899; 30,5%), Sudeste (47.644 casos; 21,7%), Norte (20.526 casos; 9,3%) e Sul (2.524 casos; 1,1%).

A análise da taxa de incidência de casos prováveis de dengue (número de casos/100 mil hab.), segundo regiões geográficas, evidencia que as regiões Centro-Oeste e Nordeste apresentam as maiores taxas de incidência: 427,2casos/100 mil hab. e 143,1 casos/100 mil hab, respectivamente. Entre as Unidades da Federação (UFs), destacam-se Goiás (810,2 casos/100 mil hab.), Ceará (484,4 casos/100 mil hab.) e Tocantins (342,1 casos/100 mil hab.)

CHIKUNGUNYA
Até 02 de setembro, foram registrados 171.930 casos prováveis de febre chikungunya, o que representa uma taxa de incidência de 83,4 casos para cada 100 mil habitantes. A redução é de 34,2% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 261.645 casos. A taxa de incidência no mesmo período de 2016 foi de 127 casos/100 mil/hab.. Neste ano, foram confirmados laboratorialmente 99 óbitos. No ano passado todo, foram 204 mortes confirmadas, o que indica uma redução de 51,4%.

A região Nordeste foi a que apresentou o maior número de casos prováveis (130.910 casos; 76,1% em relação ao total do país). Em seguida aparecem as regiões Sudeste (22.789 casos; 13,2%), Norte (14.888 casos; 8,6%), Centro-Oeste (3.081 casos; 1,7%) e Sul (262 casos; 0,1%). Entre as Unidades da Federação (UFs), destacam-se Ceará (1.187,4 casos/100 mil hab.) e Roraima (673,2 casos/100 mil hab.)

ZIKA
Até 02 de setembro, foram registrados 15.586 casos prováveis de Zika em todo país, uma redução de 92,6% em relação a 2016 (211.487). A incidência reduziu 92,5%, passando de 102,6 em 2016 para 7,6 neste ano.

As regiões que apresentam maiores taxas de incidência são Centro-Oeste e Norte, com 35,9 casos/100 mil hab. e 13,9 casos/100 mil hab., respectivamente. Entre as UFs, destacam-se Tocantins (62 casos/100 mil hab.), Mato Grosso (59,4 casos/100 mil hab.) e Goiás (53,3 casos/100 mil hab.).

Em relação às gestantes, foram registrados 2.105 casos prováveis, sendo 728 confirmados por critério clínico-epidemiológico ou laboratorial.

2º PARCELA EXTRA AOS MUNICÍPIOS: 

UF Total (R$): Nº municípios
AC 439.764,83 22
AL 1.335.159,21 102
AM 2.125.587,42 59
AP 469.309,55 16
DF 671.168,75 1
GO 2.316.783,53 246
MA 3.264.814,59 217
MS 856.806,23 79
MT 1.196.207,21 130
PA 3875483,35 105
PB 1.150.793,19 223
PE 2.786.731,59 184
PI 1.050.607,92 220
PR 1.969.735,81 391
RN 1.101.493,21 167
RO 916.771,89 52
RR 364.251,72 15
RS 2.047.845,38 470
SC 1.269.671,03 291
SE 688.811,87 74
TO 588.228,44 84
TOTAL 30.486.026,72 3148

 


Fonte: Ministério da Saúde
Facilidade aos beneficiários · 29/09/2017 - 14h24

Iaspi Saúde lança Manual do Usuário em outubro


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O Iaspi (Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos do Estado do Piauí vai lançar neste mês de outubro o Manual do Usuário do Iaspi Saúde. O objetivo é facilitar aos beneficiários do Iaspi Saúde o acesso às informações básicas sobre seu plano de assistência médica de forma clara, simples e transparente.

O manual foi aprovado em reunião do Conselho Fiscal Deliberativo do Iaspi, composto por representantes da diretoria do Instituto, servidores do órgão e sindicalistas, após ter sido amplamente debatido, contemplando sugestões de ambas as partes, para levar ao usuário as informações essenciais sobre o funcionamento do Iaspi Saúde.

“Tendo em vista a limitação financeira e a baixa arrecadação do Instituto é importante ser transparente. O objetivo primeiro desse manual é tornar claro aos usuários o que o Iaspi Saúde oferece, bem como facilitar o acesso às informações essenciais. Dessa forma, o usuário fica ciente de como funciona o Iaspi Saúde e sobre como usufruir da melhor forma possível dos benefícios a quem têm direito”, explica a médica Daniele Aita, diretora geral do Instituto.

O Manual do Usuário terá informações básicas: como é feito o atendimento, documentos necessários, quem tem direito, prazos de carência, quem pode ser incluído como dependentes, quantas consultas o beneficiário tem direito por mês, condições para inclusão de cônjuge (companheiro) e filhos, valores das mensalidades, como funciona o atendimento de urgência e emergência e muito mais.

O manual estará disponível no site do Iaspi (www.iaspi.pi.gov.br), mas também serão impressos exemplares que estarão á disposição dos beneficiários na sede do Instituto, e também nos Espaços Cidadania, localizados nos shoppings da cidade, para distribuição ou simples consulta dos interessados.


Fonte: Portal Brasil
Mulheres principais vítimas · 29/09/2017 - 13h59

Cerca de 300 mil brasileiros morrem de doenças cardiovasculares por ano


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A maior causa de morte em países ricos e emergentes são doenças cardiovasculares. Em todo o mundo, 17 milhões de pessoas sofrem de problemas no coração. No Brasil, essa taxa anual chega a 300 mil, de acordo com o Ministério da Saúde, o que corresponde a uma morte a cada dois minutos.

Para dar a dimensão da gravidade das doenças do coração, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) criou o cardiômetro, que reúne diversos indicadores a repeito do tema no País.

Em uma década, de 2004 a 2014, 3,5 milhões de mortes foram provocadas por problemas no coração e na circulação sanguínea. O número corresponde a quase mil mortes por dia. Estimativas da ONG Lado a Lado Pela Vida apontam que doenças vasculares fazem duas vezes mais vítimas do que o câncer.

Entre as ocorrências mais comuns estão o Acidente Vascular cerebral (AVC), com 100 mil casos; seguido pelo infarto, com 85,9 mil casos. Doenças relacionadas à hipertensão chegam a 46,8 mil registros e 27,3 mil são de insuficiência cardíaca.

Além disso, ainda que menos frequente neste grupo, as mulheres são as principais vítimas de infartos no País e somam 60% dos óbitos pela doença.

Mas medidas simples de prevenção podem reduzir essas taxas, além de serem cinco vezes mais baratas para o Sistema Único de Saúde (SUS) do que os tratamentos.

Mudança de hábitos

O Dia Mundial do Coração (29/09) marca as ações pela conscientização da população para a adoção de hábitos mais saudáveis que reduzam os fatores de risco.

Esse é um dos objetivos da campanha Setembro Vermelho, que alerta para a necessidade de mudanças no estilo de vida. Uma das orientações é adotar uma dieta rica em frutas, verduras e grãos para controlar o colesterol que contribui para o acúmulo de placas de gordura nos vasos sanguíneos.

Outra orientação é praticar exercícios físicos para controlar a pressão arterial ao nível de 12 por 8. Mais um fator a ser evitado é o estresse com atividades físicas, mentais e recreativas. O combate ao sedentarismo também é essencial para evitar desenvolvimento de doenças cardíacas precoces. O ideal é realizar caminhadas de pelo menos 30 minutos.


Fonte: Portal Brasil

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Desde a época da Grécia antiga já era sabido que o corpo são, significa mente sã. E nos dias de hoje não é diferente. O exercício físico proporciona mais saúde, bem-estar e qualidade de vida. O treinador Diego Lopez, da assessoria esportiva Trilopez (SP), listou os 10 principais benefícios da atividade física, que vão fazer você sair do sofá para comemorar praticando esporte.

Auto-estima

Pessoa mais saudável, autoestima mais elevada!

Social

Conhecer pessoas mais saudáveis de corpo e mente

Físico

Ganho na estética

Saúde

Prevenção de inúmeras doenças, principalmente cardiovasculares

Sexual

Melhora no desempenho

Coordenação

Estimula movimentos que, se não forem repetidos, são esquecidos

Capacidades Física

Estimula a resistência, força, velocidade e flexibilidade, uma mais que as outras dependendo do esporte

Mental

Estimula o poder de raciocínio

Metabolismo

Estimula o metabolismo corporal

Respiratório

Melhora o sistema respiratório


Fonte: Ativa
Sem autorização da Agência · 28/09/2017 - 09h32

Site que vendia suplementos é proibido pela Anvisa


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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) baniu mais uma página na internet que anunciava medicamentos ilegais na web.

De acordo com o órgão, a empresa Força Comércio de Suplementos Alimentares Eireli ME vendia suplementos alimentares sem registro na Anvisa.

Os produtos comercializados pela empresa no site precisavam ser registrados como medicamentos, já que alegavam ter ações terapêuticas. Como os produtos não tinham registro, a Anvisa determinou a proibição da propaganda, da venda, do uso e da distribuição dos suplementos.


Fonte: Portal Brasil

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O Brasil tem mais de 33 mil adultos e crianças na fila de espera por um transplante de órgãos como coração, rins, pulmão e fígado. Os dados, divulgados pela Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), evidenciam uma realidade que merece atenção: apesar de o número de doadores no País tenha sido recorde em 2016, a espera de pacientes cuja vida depende da doação de órgãos está longe de acabar.

Essa realidade, porém, pode ser mudada e a palavra-chave para isso é conscientização, de acordo com a enfermeira-chefe da Organização de Procura de Órgãos (OPO) da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Viviane Marçal. A especialista considera que é importante haver conscientização da sociedade, mas também da comunidade médica, equipes de saúde, polícias e bombeiros, por exemplo.

“Quanto mais rápido o órgão for captado e armazenado, mais chance há de sucesso na operação. Se não tivermos policiais que notifiquem as mortes a tempo ou médicos que não sabem da importância das doações e não notifiquem órgãos disponíveis, esse processo não vai acontecer”, alerta Viviane.

Apenas as famílias podem autorizar a doação de órgãos de pessoas falecidas, então é importante que quem deseja doar órgãos expresse o desejo aos entes queridos. Documentos por escrito deixados pelo paciente não são aceitos pela lei.

“Se a família já tem essa consciência, o processo é organizado mais rapidamente. Isso envolve etapas como exames e documentação. Depois, cada médico especialista capta seu próprio órgão, tem que estar todo mundo junto. É uma luta contra o tempo até chegar aos receptores. Portanto, quanto mais informada a família e a sociedade estiverem, melhor”, declara.

Lista de espera

Viviane explica que existe uma fila única, nacional, organizada de acordo com a gravidade dos pacientes. Ela obedece, porém, a critérios regionais. Isso significa que, se um órgão fica disponível no Mato Grosso, por exemplo, buscam-se doadores no mesmo estado e em locais próximos. Se não for encontrado um potencial receptor nesses limites, o órgão será disponibilizado para pacientes da lista nacional.

De acordo com a enfermeira-geral da OPO, a fila de espera por rins costuma ser a mais longa, pois os pacientes têm um tempo de sobrevida estendido por meio dos aparelhos de hemodiálise. Em outros casos, como aqueles em que a pessoa enferma necessita de um coração ou pulmão, as mortes são mais comuns.

A informação, segundo Viviane, é, mais uma vez, a chave para mudar essa realidade. “Pessoas na fila vão morrer aguardando um órgão que alguém não doou porque não teve o conhecimento necessário para decidir sobre a doação. Quanto mais consciência, mais chance temos de ajudar os outros. A vida tem de continuar.”


Fonte: Portal Brasil

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O Piauí registrou uma redução de 6,6% nos casos de dengue, em relação ao mesmo período de 2016. De 1º de janeiro a 27 de setembro deste ano, foram 4.700 casos notificados em 101 municípios.

Em relação à chikungunya, foram 5.482 casos notificados em todo o Estado, registrando aumento de 171,3% em relação ao mesmo período de 2016. As maiores incidências de chikungunya por 100 mil habitantes foram registradas nas cidades de Francinópolis, Cajueiro da Praia,  São Raimundo Nonato, Várzea Branca e Luis Correia.

Os casos de zika registraram diminuição, quando comparados aos anos de 2016 e 2017, com 218 e 162, respectivamente. 

A explicação para a redução da dengue e aumento da chikungunya se dá pelo fato da dengue estar há mais tempo instalada, “então, as pessoas que adoeceram por um dos quatro tipos de vírus da dengue, nunca mais irão adoecer por aquele vírus, mesmo que ele esteja circulando, a pessoa já estará imune. Enquanto que a chikungunya é uma doença mais recente, que se instalou há pouco mais de dois anos no Piauí, então, toda a população está vulnerável a adoecer pela chikungunya”, disse o epidemiologista Inácio Lima.

Confira o Boletim


Fonte: Portal do Governo do Piauí

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O Sistema de Saúde Único (SUS) agora possui um código que reúne todas as normas da rede pública. Lançado pelo Ministério da Saúde, nesta quarta-feira (27/09), o Código do SUS tem como objetivo melhorar as políticas públicas e a transparência, e facilitar a compreensão do cidadão e dos órgãos de controle. 

Na análise de 17 mil portarias, menos de 5% traziam normas válidas para o funcionamento do SUS, informa a pasta. Elas serão compiladas em seis portarias divididas por eixos temáticos. O projeto, realizado em parceria com o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass) e com o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), está sendo executado pelo Programa de Direito Sanitário da Fiocruz e pela Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB).

"Essa consolidação permite mais transparência, mais acesso do cidadão e da nossa equipe técnica às regras do SUS, facilitando, portanto, a aplicação das normas, sempre com a colaboração dos estados e municípios, para que todos possam ter clareza das regras", afirmou o ministro da pasta, Ricardo Barros.

Como funcionará

Os pesquisadores apontam que a quantidade de portarias e a falta de uma estrutura normativa adequada burocratizam a execução das políticas de saúde, além de dificultar a compreensão para a implementação das ações e a correta interpretação por parte dos órgãos de controle e Judiciário. Além disso, muitas das portarias existentes são contraditórias, muitas delas já foram revogadas e havia uma mistura de normativas e não normativas.

Das 17 mil portarias analisadas, apenas 700 trazem normativas válidas para o funcionamento do SUS. Todas elas serão revogadas – a previsão é de que seja nesta sexta-feira (29) – e substituídas por outros seis atos normativos, divididos em seis temas conforme sua função e utilização. São eles: organização e funcionamento do SUS, regras gerais da organização do sistema; políticas, conteúdos sobre as 48 políticas públicas de saúde; redes, sobre as 10 organizações temáticas da Rede de Atenção à Saúde; sistemas, sobre os 10 sistemas do SUS; ações e serviços de saúde e, por fim, financiamento.

A primeira etapa, em que foram analisadas 17 mil portarias, focou nas normas publicadas pelo gabinete do ministro. Nas próximas etapas serão consolidas as cerca de 40 mil portarias das secretarias do Ministério da Saúde e as resoluções da Comissão Intergestores Tripartite (CIT). A terceira e última etapa prevê a consolidação normativa.

Todas as portarias serão revogadas, no entanto, o conteúdo normativo ficará intacto. Ao final do projeto, previsto para 2020, o Ministério da Saúde vai publicar o Regulamento do Sistema Único de Saúde, o Código do SUS. Além de dar publicidade, o projeto visa a orientar a organização do SUS de modo sistematizado e que contribua para a garantia do direito fundamental à saúde.


Fonte: Portal Brasil
Cientistas investigam impacto · 26/09/2017 - 11h15

Câncer cósmico ameaça missão tripulada para Marte


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Exploração do espaço profundo ou colonização de Marte podem ser muito mais perigosas do que achavam, de acordo com uma nova pesquisa sobre raios cósmicos que causam câncer.

Os cientistas Frank Cucinotta e Eliedonna Cacaoat da Universidade de Las Vegas investigaram o impacto dos raios cósmicos. Na pesquisa publicada na revista Nature, a equipe examinou os resultados prévios de tumores em ratos, chegando à conclusão de que os animais foram duas vezes mais susceptíveis ao câncer no espaço profundo do que pensavam antes.

A equipe acredita que as pesquisas anteriores falharam em detectar que os raios cósmicos podem expandir da célula diretamente afetada às células secundárias – causando dano ao DNA através da contaminação de todas as células.

Além disso, descobriu-se que os métodos de proteção "pouco protegem" da quantidade da radiação a que foram expostos os ratos.

Os raios cósmicos que também podem causar catarata, problemas neurológicos e intravasculares, consistem em partículas atômicas e subatômicas de alta energia que são emanadas por estrelas explosivas e buracos negros.

Astronautas são expostos a uma radiação muito mais alta do que as pessoas na Terra, pois a atmosfera terrestre nos protege da energia nociva. Os membros da tripulação a bordo da Estação Espacial Internacional estão também protegidos pelo campo magnético da Terra que desvia os raios cósmicos da órbita terrestre.

Enquanto há grandes diferenças entre os raios de câncer nos ratos e nos seres humanos, os resultados da pesquisa por enquanto impedem a exploração do espaço profundo no futuro.

Várias agências estão desenvolvendo métodos para suportar os impactos da radiação no espaço, incluindo criação de uniformes que absorvem radiação, bem como satélites capazes de deplorar o escudo magnético artificial para desviar radiação do local escolhido.

A NASA procura enviar uma missão tripulada para Marte nos anos de 2030. Ao mesmo tempo, China se vê esperançosa em atingir o planeta mais cedo, lançando a sua primeira missão para Marte em 2020.

 


Fonte: Com informações do Sputnik News

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Com a intenção de reduzir e até bloquear a transmissão de dengue, chikungunya e zika, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) criou uma fábrica para liberação em larga escala de mosquitos Aedes aegypti com Wolbachia no Rio de Janeiro. A estrutura conta com capacidade de produção semanal de 10 milhões de ovos do mosquito com a bactéria. 

Pesquisadores da Fiocruz comprovaram a ação da bactéria com estudo publicado em maio de 2016 na revista científica Cell Host & Microbe. Trazido ao País, o projeto estuda o uso da bactéria Wolbachia como uma alternativa natural, segura e autossustentável para o controle de dengue, chikungunya e zika.

Promovida pela Fiocruz, a iniciativa Eliminar a Dengue: Desafio Brasil iniciou como projeto piloto direcionado aos bairros de Tubiacanga e Niterói no ano passado. Com as atividades de 2017, 10 bairros da Ilha do Governador serão atendidos: Ribeira, Zumbi, Cacuia, Pitangueiras, Praia da Bandeira, Cocotá, Bancários, Freguesia, Tauá e Moneró. Na sequência, toda a Ilha do Governador será coberta.

“Esses mosquitos, ao serem soltos no campo, vão cruzar com os outros. A fêmea passa a bactéria através dos ovos e todos os seus descendentes já nascem com a bactéria Wolbachia. Seria como fazer a imunização da população de campo do mosquito”, explica o pesquisador-líder do projeto, Luciano Moreira.

Alcance

No recente processo de expansão, a fábrica funcionará ao lado do local atual destinado à criação de mosquitos e contará com mais espaço físico, equipamentos e técnicas específicos para o aumento da produção. A finalidade é suprir a maior demanda por mosquitos na fase atual do projeto.

De acordo com o planejamento do programa, o projeto se expandirá para outras localidades da cidade do Rio de Janeiro, nas zonas Norte e Sul. A liberação de mosquitos será encerrada até o final de 2018, quando as áreas beneficiadas pelo projeto reúnam cerca de 2,5 milhões habitantes.


Fonte: Portal Brasil

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O câncer de pulmão está no topo da lista dos responsáveis por mortes por câncer. Tanto homens como mulheres sofrem deste tipo de câncer que faz mais vítimas do que o câncer de próstata, de ovário, de mama e de cólon combinados. Certamente, parar de fumar ajuda a prevenir esse tipo de câncer. Mas o que mais você pode fazer para prevenir câncer de pulmão? Em Saúde Dicas, vamos te dar quatro dicas…

Qual É A Melhor Maneira De Prevenir O Câncer De Pulmão?

Sem dúvida alguma, a melhor maneira de prevenir o câncer de pulmão é evitando se expor aos fatores de risco. Estes são os quatro principais:

1. Não Fume

O tabaco (cigarros, charutos e cachimbos) é o fator de risco mais importante no que se refere ao câncer de pulmão. Se você nunca fumou, não faça isso. Se você fuma, deixe de fumar. Converse com seu médico sobre a melhor maneira de conseguir. Reduzir o número de cigarros por dia já é um bom começo para reduzir o risco de câncer de pulmão. Não se esqueça de falar claramente com seus filhos adolescentes sobre os riscos de fumar. Muitos fumantes se viciaram com o cigarro durante esses anos de crescimento.

2. Evite Inalar o Fumo Passivo

O fumo passivo provém da fumaça do cigarro ou do tabaco exalado pelos fumantes. Se você se senta ao lado de uma pessoa fumante, está inalando os agentes cancerígenos, embora seja em quantidades menores. Se você vive com alguém que fuma, insista para que deixe de fumar ou peça que, pelo menos, sempre fume fora de casa. Evite estar em lugares onde há muita concentração de fumantes como bares e restaurantes e sempre peça para se sentar na seção de “não fumantes”.

3. Evite a Exposição a Substâncias Tóxicas no Trabalho

Se você está exposto a substâncias que podem ser cancerígenas e te dão uma máscara, use-a. Siga todas as precauções. Por lei, você deve ser informado se está exposto.

4. Evite se Expor ao Radônio

O radônio é um tipo de gás natural radioativo que sai da terra (do solo e das rochas) para o ar e pode ser encontrado dentro de qualquer construção. Sua concentração depende da quantidade de urânio que existe no solo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o radônio é responsável por 15% dos casos de câncer de pulmão no mundo. Para fazer o teste de radônio em casa, se você mora nos Estados Unidos, entre em contato com a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA). Em outros países, entre em contato com a agência responsável pelo monitoramento do meio ambiente ou o Departamento de Saúde Pública.

Além disso, existem equipamentos que são vendidos para que você possa fazer o teste de radônio em casa.

Recomenda-se também que você siga uma dieta rica em frutas e vegetais, evite beber álcool em excesso e faça exercícios regularmente. Essas medidas poderiam te ajudar a evitar o desenvolvimento de câncer de pulmão. Este órgão é aquele que nos permite respirar, então não o negligencie. Diga não ao tabagismo e outros fatores de risco.


Fonte: Saúde dicas
Curiosidades · 25/09/2017 - 12h01

5 bons motivos para sempre tomar banho à noite


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Tomar banho assim que se sai da cama ajuda a despertar e até pode aumentar os níveis de energia, mas existem dados científicos sobre os benefícios de tomar banho à noite. Em primeiro lugar, destaca o site Bustle, tomar banho à noite é uma forma de ir para a cama com a pele totalmente limpa. Lavar o rosto é extremamente importante e ao tomar banho à noite previne-se o acúmulo de bactérias e até mesmo o aparecimento de acne, como explica o dermatologista David Lortscher.

Ao tomar banho antes de dormir é possível evitar as alergias sazonais, uma vez que reduz consideravelmente a probabilidade de levar agentes alergênicos para a cama.

Um banho de água quente (mas não muito) antes de dormir ajuda ainda a relaxar e promove uma noite de sono mais tranquila. Mas não só: uma vez que os hormônios de crescimento (que determinam a capacidade de regeneração da pele) e os hormônios sexuais (que determinam a oleosidade da pele) atingem o pico à noite, um banho quente antes de dormir ajuda a controlá-los, mantendo a pele saudável.

No que diz respeito ao cabelo, conta o Bustle, não é aconselhado ir para a cama com os totalmente molhados, mas lavar o cabelo à noite e secá-lo levemente é uma tremenda ajuda para o seu bem-estar, uma vez que se evita, assim, um período mais prolongado de secagem, como aconteceria de manhã (em que se tende a secar totalmente o cabelo).


Fonte: Com informações da Noticias ao Minuto
Confira a programação! · 22/09/2017 - 15h43

SAMU comemora 13 anos com simulação de atendimento de ocorrências


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Em comemoração ao aniversário de 13 anos de implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Teresina, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) promove neste sábado (23/09) um simulado de atendimento de ocorrências. Será a partir das 9h, no pátio da Escola Municipal Benjamin Soares de Carvalho (Rua Luis Ferraz, bairro Macaúba, em frente à sede do SAMU).

De acordo com a diretora, Francina Amorim, será um simulado de casos com múltiplas vítimas, com o intuito de capacitar os profissionais em ocorrência dessa natureza. "Toda esta atividade será gravada para, posteriormente, analisarmos o atendimento feito e efetivarmos as correções que se fizerem necessárias", conta a diretora. O evento será antecedido por um café da manhã comemorativo para os funcionários do SAMU, às 7h30 da manhã, no auditório da sede.

Entre os anos de 2006 a 2017 as 11 ambulâncias do SAMU realizaram atendimento de 719.951 ocorrências. O SAMU presta um serviço de acesso gratuito pelo fone 192, disponível 24 horas por dia para toda a população. O processo de trabalho inicia ao receber uma ligação feita por qualquer pessoa comunicando uma emergência. A chamada é atendida por técnicos na Central de Regulação que identificam a emergência e, imediatamente, transferem o telefonema para o médico regulador. Esse profissional faz o diagnóstico da situação e inicia o atendimento no mesmo instante, orientando o paciente, ou a pessoa que fez a chamada, sobre as primeiras ações.

Quando o caso requer atendimento em hospitais é feito o envio de ambulância. Outra providência, mas somente para casos muito graves, é o envio da UTI móvel, com médico e enfermeiro. Com poder de autoridade sanitária, o médico regulador comunica a urgência ou emergência aos hospitais públicos e, dessa maneira, reserva leitos para que o atendimento de urgência tenha continuidade.

Os serviços do SAMU devem ser acionados sempre que houver necessidade de atendimento nos casos de acidentes com vítimas, choque elétrico ou acidentes com produtos perigosos. Em casos de problemas cardiorrespiratórios de intoxicação, trauma ou queimadura, de quadros infecciosos, maus tratos, trabalhos de parto ou crises hipertensivas.


Fonte: Prefeitura de Teresina - Ascom
Hospital na zona Leste de THE · 22/09/2017 - 14h11

FMS inaugura serviço de cirurgia infantil na próxima terça-feira (26)


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A Fundação Municipal de Saúde (FMS) inaugura na próxima terça-feira (26/09), a partir das 11h, o Serviço de Cirurgia Infantil João Benedito Gonçalves no Hospital São Carlos Borromeu, localizado na Rua Vereador Joel Loureiro, s/n - Pedra Mole. O local contará com um centro cirúrgico com duas salas de cirurgia, cuja capacidade é de atender até 20 crianças por dia.

“Nós identificamos que existem mais de mil crianças em uma fila de espera para realizar cirurgias. A maioria cirurgias , como hérnia, fimose, coisas assim, mas que são necessárias. E o Hospital Infantil Lucídio Portella não tem condição de atender a todas, sejam crianças de Teresina ou do interior do estado. Então nós conseguimos nos organizar junto ao Hospital São Carlos Borromeu, lotando servidores e colocando equipamentos para que terça-feira, dia 26, eles comecem a atender e operar crianças que estão há muito tempo esperando por uma cirurgia simples”, explica Sílvio Mendes, presidente da FMS.

O agendamento para consultas ambulatoriais em cirurgia pediátrica no São Carlos Borromeu iniciou no dia 7 de agosto. “Começamos o agendamento para o atendimento ambulatorial, ou seja, consultas. Onde pudemos pedir os exames complementares para realização das cirurgias”, explica o médico José Antônio Noronha, diretor do Hospital São Carlos Borromeu.

As consultas ambulatoriais em cirurgia pediátrica no Hospital acontecem semanalmente às segundas-feiras, terças-feiras e quartas-feiras, a partir de 7h.


Fonte: Prefeitura de Teresina - Ascom

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O Piauí notificou, de 01 de janeiro a 20 de setembro deste ano, 4.579 casos de dengue, o que representa uma redução de 8,6%, em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram notificados 4.975 casos. Os dados foram apresentados pela Coordenação de Vigilância Ambiental e Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi).

Apesar da redução dos casos de dengue, as notificações de febre chikungunya continuam aumentando, tendo sido registrado 5.364 casos em 2017, representando um crescimento de 154% em relação ao mesmo período de 2016.

Os casos de 2017 foram notificados em 95 municípios, sendo que Teresina, São Raimundo Nonato, Parnaíba, Luís Correia e Floriano notificaram mais casos prováveis.

Os casos de zika registraram diminuição, quando comparados aos dos anos de 2016 e 2017, com 215 e 165, respectivamente. 

A Secretaria de Estado da Saúde reforça a importância de evitar a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Para isso, recomenda medidas simples para manter os ambientes limpos, como acúmulo de água em pneus, garrafas, latas, caixas d’água descobertas, além de pratos sob vasos de plantas.

Confira o Boletim Epidemiológico


Fonte: Portal do Governo do Piauí