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Retinoblastoma - 22/05/2017 às 16h37

Através de fotos, mãe descobre câncer na filha de 7 meses

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Antonio das Neves - Peritos Associados

Após registrar várias fotos da filha onde a mesma apresentava um brilho estranho no olho a britânica Megan Athey ficou preocupada.

De acordo com Mirror a mãe pesquisou na internet e notou que poderia ser retinoblastoma. Exames então apontaram três tumores atrás do olho direito e quatro atrás do esquerdo. "Foi algo horrível, a pior notícia que qualquer mãe poderia receber", afirma a britânica ao Mirror.

A menina já perdeu totalmente a visão do olho esquerdo mas a partir da descoberta poderá prevenir que a doença se espalhe realizando o tratamento adequado.

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Pesquisadores do MycoAntar - 21/05/2017 às 16h25

Cientistas estudam fungos da Antártica em busca de medicamento contra dengue

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Antonio das Neves - Peritos Associados

Cientistas mineiros estudam fungos da Antártica em busca de substâncias que possam servir para elaboração de medicamentos contra o vírus da dengue. O projeto Micologia Antártica ou simplesmente MycoAntar está realizando testes com mais de 5 mil extratos de substâncias obtidas. Dois deles já demostraram potencial para dar origem a antivirais para humanos, pois foram capazes de inibir o vírus da dengue com baixa toxicidade.

A iniciativa envolve pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), entre outras instituições. Durante cada Operação Antártica, que ocorre anualmente entre os meses de outubro e março, cientistas viajam ao continente gelado para realizar a coleta de fungos. As amostras, reunidas desde a criação do projeto em 2013, permitiu à UFMG constituir a maior coleção de fungos da Antártica do mundo. São cerca de 8 mil espécies.

Utilizando essas amostras, os cientistas da UFMG crescem os fungos em baixa temperatura e coletam extratos das substâncias produzidas. Eles são enviados para o Centro de Pesquisa Renê Rachou, da Fiocruz, sediado em Belo Horizonte. Lá são identificados os que manifestaram atividade biológica em contato com o vírus da dengue.

"Digamos que, de mil extratos, 100 foram ativos. Então, vamos mapear cada substância desses 100 extratos para testá-las individualmente. Já estamos nessa fase do estudo. Dois extratos já se mostraram mais promissores e agora vamos caracterizar todas as suas substâncias", explicou Luiz Rosa, pesquisador da UFMG.

Também já foi identificada uma substância capaz de inibir o vírus da dengue, conhecida como meleagrina. No entanto, ela não é inédita. "Já havia sido observada em fungo marinho e agora nós a encontramos em um fungo da antártica. O problema é o seu preço. Apenas 1 miligrama vale US$ 1 mil. Mas pode ser que, de repente, nós descobrimos que esse fungo consegue produzi-la em maior quantidade. Ou quem sabe, no futuro, a gente consiga usar essa substância como modelo para criar uma molécula sintética que pode gerar um medicamento acessível", acrescenta Rosa.

O cientista esclarece que o medicamento que buscam não será necessariamente capaz de eliminar a dengue. Pode ser, por exemplo, um remédio que alivie os sintomas de uma fase aguda ou que ajude a desenvolver uma vacina.

Biodiversidade

Com aproximadamente 14 milhões de quilômetros quadrados, a Antártica é territorialmente 1,6 vezes maior que o Brasil e 1,4 vezes maior que os Estados Unidos. Em toda essa extensão há uma grande variedade de seres vivos. No entanto, a vida do continente gelado é composta de poucos macroorganismos. A maior biodiversidade é microbiana, isto é, composta de bactérias, fungos, vírus, microalgas etc.

O isolamento da Antártica também faz com que muitas dessas espécies tenham características particulares e sejam exclusivas, não existindo em qualquer outra parte do mundo.

"Este ano nós descrevemos um fungo novo, azul, o que é muito raro. Então estas espécies que existem lá podem ter vias metabólicas únicas, o que pode levar a descoberta de substâncias inéditas", esclareceu o pesquisador Luiz Rosa. A nova espécie foi encontrada na neve da Antártica e foi batizado de Antarctomyces pellizariae.

Os estudos com foco na busca por medicamentos contra a dengue estão mais avançados, mas também está sendo verificada a atividade das substâncias coletadas para os vírus da zika e da febre chikungunya, entre outras doenças. Luiz Rosa destacou a importância dos investimentos públicos no Mycoantar.

"As grandes indústrias farmacêuticas investem pouco nos estudos com doenças restritas aos países tropicais, que são geralmente países subdesenvolvidos. Isso porque pesquisas com essas enfermidades, como a dengue, a zika e a febre chikungunya, dão pouco retorno financeiro. Por isso, damos a elas o nome de doenças negligenciadas. Entretanto, elas nos afetam. Cabe aos órgãos públicos, como as universidades e a Fiocruz, desenvolverem esses estudos", acrescentou o pesquisador.

Programa Antártico Brasileiro

O MycoAntar é um dos projetos que integram o Programa Antártico Brasileiro (Proantar), voltado para exploração científica do continente gelado. Ele existe desde 1982 e é desenvolvido a partir do apoio operacional da Marinha e do financiamento do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTI) e de instituições de fomento à pesquisa.

Desde 1982, em todos os anos, uma Operação Antártica é realizada. Entre outubro e março, os pesquisadores viajam para o continente gelado em expedições com apoio logístico da Marinha. Em 2016, ocorreu a 35ª Operação Antártica. Embora as expedições tenham período determinado, os estudos vinculados ao Proantar são ininterruptos e têm prosseguimento durante todo o ano nos laboratórios das instituições brasileiras participantes.

Fonte: Com informações da Agência Brasil

Diagnóstico precoce - 21/05/2017 às 07h51

Sucesso do tratamento de câncer de pâncreas está ligado a diagnóstico precoce

Antonio das Neves - Peritos Associados
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O sucesso no tratamento do câncer de pâncreas está diretamente relacionado a um diagnóstico precoce, de acordo com alerta feito pelo A.C.Camargo Cancer Center, da cidade de São Paulo. No entanto, para ter sucesso no tratamento oncológico é necessário também haver avaliação de equipe médica multidisciplinar desde o primeiro momento do tratamento. Além disso, a cirurgia deve ser feita com preceitos oncológicos rigorosos.

Segundo o hospital, oito entre dez casos de câncer de pâncreas são diagnosticados em fase mais avançada da doença, o que está relacionado com o fato de os sintomas associados ao surgimento desses tumores serem inespecíficos e tardios. “Os principais sintomas são emagrecimento, perda de apetite, alterações do açúcar no sangue, dor abdominal e nas costas e coloração amarela da pele e dos olhos”.

Para a equipe do A.C. Camargo Cancer Center, mesmo com sintomas pouco claros é possível alterar o quadro prestando atenção nos fatores de risco para prevenir a doença e obter diagnóstico precoce. Entre os fatores de risco para surgimento da doença, o principal é o consumo de cigarro, seguido da hereditariedade.

“Os fumantes têm risco aumentado em dois a seis vezes em relação aos não fumantes. Estão no grupo de risco os indivíduos com antecedência familiar de câncer de pâncreas ou com histórico de outras síndromes como a de mama e ovário hereditário (mutação no gene BRCA), melanoma familial, polipose adenomatosa familiar - relacionada ao câncer de intestino - e síndrome de Von Hippel Lindau - relacionada ao câncer de rim hereditário”, disse o cirurgião oncologista e diretor do Departamento de Cirurgia Abdominal do A.C.Camargo Cancer Center, Felipe José Fernández Coimbra.

Para chegar ao diagnóstico de câncer de pâncreas um dos exames necessários é o de sangue, que investiga elevação em um marcador tumoral (CA 19-9), que pode acontecer em até 80% dos casos. Para complementar a lista de exames é fundamental fazer a tomografia computadorizada de abdômen.

Já pacientes que não podem usar contraste iodado podem realizar a ressonância nuclear magnética. De acordo com o caso, podem ser indicadas a colangiopancreatografia endoscópica retrógrada (exame realizado por endoscopia, onde é injetado contraste na via biliar e no pâncreas) e a ultrassonografia endoscópica (ultrassom realizado com o aparelho de endoscopia).

Segundo o A.C. Camardo, a maioria dos pacientes submetidos à retirada dos tumores de pâncreas devem ser tratados com quimioterapia no pós-operatório, para destruir as células tumorais distantes que ainda estiverem vivas. “Pode ser indicada também a realização de quimioterapia antes da cirurgia nos pacientes com tumores localmente avançados”.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de pâncreas é responsável por cerca de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados e por 4% do total de mortes por essa doença. Raro antes dos 30 anos, torna-se mais comum a partir dos 60 anos. Segundo a União Internacional Contra o Câncer (UICC), os casos da doença aumentam com o avanço da idade, com maior prevalência entre os 80 e 85 anos e na população masculina.

Fonte: Com informações da Agência Brasil

Devido a irregularidades - 20/05/2017 às 15h04

Anvisa proíbe comércio de três medicamentos; confira a lista

Antonio das Neves - Peritos Associados
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Três medicamentos irregulares foram alvo de sanções da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta sexta-feira (19).

O medicamento genérico Norfloxacino, usado para tratamento de infecções urinárias, febre tifoide e gastroenterites, não passou nos testes de dissolução da Agência e, por isso, foi interditado por 90 dias. Durante este período o produto não pode ser comercializado ou utilizado.

Já o Trisenox (trióxido de arsênio) injetável, utilizado no tratamento de eucemia promielocítica aguda (câncer do sangue e medula óssea), teve dois lotes suspensos definitivamente por estarem contaminados. A empresa que produz o produto vai recolhê-los das prateleiras.

A Anvisa ainda proibiu a fabricação, distribuição, comercialização e uso do Cáscara Sagrada EC por falta de registro na Agência. Dessa forma, a eficácia do produto não poderia ser comprovada. Agora, a empresa As Ervas Curam terá que recolher o estoque.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Anvisa

A adesão é considerada baixa - 20/05/2017 às 14h51

Surto de febre amarela pode ter 'desviado atenção' da vacinação contra gripe

Antonio das Neves - Peritos Associados
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A campanha nacional de vacinação contra a gripe do Ministério da Saúde se encerra no próximo dia 26, mas a adesão é considerada baixa em todo o país. Do total de 54,2 milhões de pessoas esperadas, somente 28,7 milhões foram vacinadas, o que representa 53% do público-alvo. No estado do Rio de Janeiro, por exemplo, não foi alcançado nem 50% do público estimado.

A virologista Marilda Siqueira, chefe do Laboratório de Vírus Respiratório e do Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), avalia que o pouco destaque que o vírus Influenza teve na mídia este ano e o recente surto de febre amarela contribuíram para desviar o foco da atenção das pessoas da campanha contra a gripe. Isso porque, em estados com registros de morte pela doença, como o RJ, a população se preocupou mais em correr aos postos para receber a imunização contra a febre amarela. A vacina contra a gripe está disponível nos postos de vacinação desde 17 de abril.

“Mas isso não tira de maneira nenhuma a importância de tomar a vacina contra a gripe”, adverte Marilda. A virologista explica que é importante tomar a dose anualmente uma vez que a vacina contra o vírus Influenza, causador da gripe, não oferece uma imunidade duradoura. Outro fator importante é que o vírus pode apresentar mutações de um ano para outro em seu genoma e as vacinas são "atualizadas" para garantir uma proteção mais ampla à população. “Então, tem que tomar este ano, de novo”, diz.

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro reafirmou que a baixa procura pelos postos de saúde é motivo de preocupação entre especialistas, uma vez que, até o início desta semana, seis em cada dez pessoas que fazem parte dos grupos prioritários ainda não se vacinaram.

“Vivemos um momento em que as medidas preventivas são fundamentais. A baixa adesão à campanha ainda nos preocupa e precisamos alertar a população. Sabemos que a gripe é uma doença aparentemente simples, mas que pode evoluir gravemente, principalmente entre os grupos mais vulneráveis. A vacina é segura e está disponível em todas as redes municipais de saúde. É preciso entender que a prevenção é a melhor forma de evitar a doença”, alertou o secretário de estado de Saúde, Luiz Antonio Teixeira Jr.

Inverno

A proximidade do início do inverno, em 21 de junho, reforça a necessidade de ampliar a imunização. “O vírus Influenza já está circulando em várias regiões e as pessoas têm que ficar atentas para se protegerem”, insiste a virologista. Ela lembra que, no ano passado, mais de 2 mil pessoas morreram por Influenza no Brasil. Grande parte dos óbitos foi de pessoas elegíveis para tomar a vacina, ou seja, maiores de 60 anos de idade, crianças menores de 4 anos e pessoas com problemas de imunodeficiência, respiratórios ou cardíacos crônicos, além de diabéticos.

Neste ano, além dos profissionais de saúde, a campanha de vacinação incluiu o grupo dos professores para tomar a vacina. “Porque nós sabemos que, em qualquer país do mundo, os grandes distribuidores que espalham o vírus Influenza, no primeiro momento, são crianças em idade escolar. Como estão em ambientes fechados, elas contribuem muito para o espalhamento do vírus porque uma passa para a outra, para a professora, para a casa, para os pais. Elas contribuem muito no primeiro momento, assim que se inicia uma pandemia”, explica Marilda.

Mitos

Marilda Siqueira descarta a possibilidade de uma pessoa tomar a vacina e ficar gripada. A fórmula da vacina, esclareceu, é o vírus inativado, isto é, morto. Além disso, as proteínas do vírus são separadas. “Não tem como ele se multiplicar dentro da gente”.

O que ocorre, esclarece, é que nesta época do ano há vários outros vírus respiratórios circulando em vários estados brasileiros, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, apresentando sintomas que se confundem com os da gripe. “Tem gente que já está infectado pelo vírus Influenza [quando toma a vacina], tem gente que está ou vai ficar infectado por outros vírus respiratórios e aí as pessoas, às vezes, apresentam um quadro respiratório e dizem que é da vacina quando, na verdade, não é”.

O vírus Influenza é facilmente transmitido por meio de secreções das vias respiratórias ao falar, tossir ou espirrar e por meio do contato de objetos contaminados com a boca, olhos e nariz. Desde janeiro, nove casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave, provocados por vírus da gripe, foram registrados no estado do Rio, sendo seis óbitos. O subsecretário de Vigilância em Saúde, Alexandre Chieppe, destacou o aumento da circulação do vírus Influenza B nos últimos meses. Ele lembrou que a vacina demora cerca de 15 dias para garantir a imunização completa e, por isso, é essencial que as pessoas se antecipem à chegada das temperaturas mais baixas.

“A imunização pela vacina é importante tanto para a própria pessoa, ao reduzir a possibilidade de agravamento da doença, com internações e óbito, quanto para seus familiares. É preciso lembrar que a gripe, na grande maioria dos casos, não apresenta complicações, mas entre os grupos prioritários, pode evoluir para formas mais graves. A prevenção é fundamental”, salientou Chieppe.

Fonte: Com informações da Agência Brasil

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