Confira a programação! · 22/09/2017 às 15h43 | Última atualização em 22/09/2017 às 16h03

SAMU comemora 13 anos com simulação de atendimento de ocorrências


Compartilhar Tweet 1



Em comemoração ao aniversário de 13 anos de implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Teresina, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) promove neste sábado (23/09) um simulado de atendimento de ocorrências. Será a partir das 9h, no pátio da Escola Municipal Benjamin Soares de Carvalho (Rua Luis Ferraz, bairro Macaúba, em frente à sede do SAMU).

De acordo com a diretora, Francina Amorim, será um simulado de casos com múltiplas vítimas, com o intuito de capacitar os profissionais em ocorrência dessa natureza. "Toda esta atividade será gravada para, posteriormente, analisarmos o atendimento feito e efetivarmos as correções que se fizerem necessárias", conta a diretora. O evento será antecedido por um café da manhã comemorativo para os funcionários do SAMU, às 7h30 da manhã, no auditório da sede.

Entre os anos de 2006 a 2017 as 11 ambulâncias do SAMU realizaram atendimento de 719.951 ocorrências. O SAMU presta um serviço de acesso gratuito pelo fone 192, disponível 24 horas por dia para toda a população. O processo de trabalho inicia ao receber uma ligação feita por qualquer pessoa comunicando uma emergência. A chamada é atendida por técnicos na Central de Regulação que identificam a emergência e, imediatamente, transferem o telefonema para o médico regulador. Esse profissional faz o diagnóstico da situação e inicia o atendimento no mesmo instante, orientando o paciente, ou a pessoa que fez a chamada, sobre as primeiras ações.

Quando o caso requer atendimento em hospitais é feito o envio de ambulância. Outra providência, mas somente para casos muito graves, é o envio da UTI móvel, com médico e enfermeiro. Com poder de autoridade sanitária, o médico regulador comunica a urgência ou emergência aos hospitais públicos e, dessa maneira, reserva leitos para que o atendimento de urgência tenha continuidade.

Os serviços do SAMU devem ser acionados sempre que houver necessidade de atendimento nos casos de acidentes com vítimas, choque elétrico ou acidentes com produtos perigosos. Em casos de problemas cardiorrespiratórios de intoxicação, trauma ou queimadura, de quadros infecciosos, maus tratos, trabalhos de parto ou crises hipertensivas.

Hospital na zona Leste de THE · 22/09/2017 às 14h11 | Última atualização em 22/09/2017 às 14h37

FMS inaugura serviço de cirurgia infantil na próxima terça-feira (26)


Compartilhar Tweet 1



A Fundação Municipal de Saúde (FMS) inaugura na próxima terça-feira (26/09), a partir das 11h, o Serviço de Cirurgia Infantil João Benedito Gonçalves no Hospital São Carlos Borromeu, localizado na Rua Vereador Joel Loureiro, s/n - Pedra Mole. O local contará com um centro cirúrgico com duas salas de cirurgia, cuja capacidade é de atender até 20 crianças por dia.

“Nós identificamos que existem mais de mil crianças em uma fila de espera para realizar cirurgias. A maioria cirurgias , como hérnia, fimose, coisas assim, mas que são necessárias. E o Hospital Infantil Lucídio Portella não tem condição de atender a todas, sejam crianças de Teresina ou do interior do estado. Então nós conseguimos nos organizar junto ao Hospital São Carlos Borromeu, lotando servidores e colocando equipamentos para que terça-feira, dia 26, eles comecem a atender e operar crianças que estão há muito tempo esperando por uma cirurgia simples”, explica Sílvio Mendes, presidente da FMS.

O agendamento para consultas ambulatoriais em cirurgia pediátrica no São Carlos Borromeu iniciou no dia 7 de agosto. “Começamos o agendamento para o atendimento ambulatorial, ou seja, consultas. Onde pudemos pedir os exames complementares para realização das cirurgias”, explica o médico José Antônio Noronha, diretor do Hospital São Carlos Borromeu.

As consultas ambulatoriais em cirurgia pediátrica no Hospital acontecem semanalmente às segundas-feiras, terças-feiras e quartas-feiras, a partir de 7h.

Dados da Sesapi · 21/09/2017 às 11h51 | Última atualização em 21/09/2017 às 12h16

Piauí reduz 8,6% dos casos de dengue em relação a 2016


Compartilhar Tweet 1



O Piauí notificou, de 01 de janeiro a 20 de setembro deste ano, 4.579 casos de dengue, o que representa uma redução de 8,6%, em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram notificados 4.975 casos. Os dados foram apresentados pela Coordenação de Vigilância Ambiental e Epidemiológica da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi).

Apesar da redução dos casos de dengue, as notificações de febre chikungunya continuam aumentando, tendo sido registrado 5.364 casos em 2017, representando um crescimento de 154% em relação ao mesmo período de 2016.

Os casos de 2017 foram notificados em 95 municípios, sendo que Teresina, São Raimundo Nonato, Parnaíba, Luís Correia e Floriano notificaram mais casos prováveis.

Os casos de zika registraram diminuição, quando comparados aos dos anos de 2016 e 2017, com 215 e 165, respectivamente. 

A Secretaria de Estado da Saúde reforça a importância de evitar a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. Para isso, recomenda medidas simples para manter os ambientes limpos, como acúmulo de água em pneus, garrafas, latas, caixas d’água descobertas, além de pratos sob vasos de plantas.

Confira o Boletim Epidemiológico

Aguardando conlusão da ANS · 19/09/2017 às 16h52 | Última atualização em 19/09/2017 às 17h11

Planos de saúde populares podem estar disponíveis ainda este ano


Compartilhar Tweet 1



Planos de saúde populares podem começar a ser vendidos ainda este ano, anunciou o ministro da Saúde, Ricardo Barros. O início da comercialização depende da conclusão de análise técnica da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) sobre a flexibilização da regulamentação de planos de saúde no país. Na semana passada, o grupo de trabalho inicial responsável por analisar o tema publicou seu relatório final.

Segundo Barros, com o aumento do acesso privado, o Sistema Único de Saúde (SUS) poderá oferecer melhor atendimento a quem não pode pagar por um plano, um contingente de 150 milhões de brasileiros.

“Ao Ministério de Saúde compete dar saúde a todos os brasileiros, que tem ou não tem plano de saúde. É isso que determina a Constituição. Evidentemente, quanto mais brasileiros tiverem cobertura de planos pagos por seus patrões, patrocinadores ou pagos individualmente, esses brasileiros diminuem a pressão sobre a fila do SUS, que atende aqueles que só dependem do SUS, não tem capacidade financeira ou a sua empresa não pode ofertar um plano de saúde para aqueles trabalhadores”, disse o ministro que participou hoje (19) da abertura da 8ª Conferência Brasileira de Seguros (Conseguro), que discute até quinta-feira “o desafio da retomada do crescimento”.

O ministro explicou que o objetivo do Projeto de Plano de Saúde Acessível é ampliar ao máximo a cobertura de planos de saúde à população “para que esta responsabilidade de financiamento da saúde seja dividida”. “Já é hoje 55% do investimento em saúde do setor privado e 45% do setor público. Então, quanto mais nós tivermos a cooperação de empresários financiando a saúde de seus funcionários, de planos individuais, mais qualidade nós podemos oferecer a quem depende do SUS”.

Para tanto, Barros informa que estão sendo analisadas alternativas como flexibilizar o rol mínimo de atendimento, regionalizar a cobertura para os procedimentos e a co-participação do beneficiário no pagamento dos serviços utilizados. Segundo ele, “na maioria dos casos, a ANS diz que aquela opção já está disponível no mercado”.

Empresas

A presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), Solange Beatriz Palheiros Mendes, lembra da necessidade de a ANS regulamentar as regras do produto, discutindo com os setores interessados, antes de o plano acessível ser ofertado pelas empresas.

“Para que um produto tenha regras claras, uniformes e possa ter uma significativa redução de custos, eu entendo, e pelo visto o ministro entende também, que há a necessidade de que esse produto seja regulamentado. E quem tem que fazer isso é a agência, que trata esses debates importantes para a saúde suplementar constituindo um grupo de trabalho com a participação pública e privada”.

Ela adianta que a FenaSaúde comporá o grupo de trabalho para discutir a formatação dos plano populares. “Reduzir custo é consequência. Uma rede hierarquizada, com um médico generalista indicando o especialista, isso reduz o desperdício. Se tem co-participação, que não é para todos os procedimentos, ela gera por parte do consumidor um maior cuidado na utilização, também evitando o desperdício. E evitando o desperdício reduz o custo. Só depois de regulamentar é que a gente consegue precificar. Mas estamos intuindo que haverá uma redução de uns 20%”.

Outro lado

O vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), José Antônio Sestelo, considera que o aumento do acesso a planos de saúde não gera mais recursos para a saúde pública.

“Esse argumento é antigo, dos anos 70, foi introduzido pelos empresários quando eles estavam ainda tentando se legitimar como empresas que vendiam planos de saúde. Ele foi naturalizado e as pessoas repetem isso sem se dar conta de que ele não faz sentido. Nesses anos todos, o sistema público se beneficiou em que com o aumento da venda de planos? Em absolutamente nada. Ao contrário, nunca sobrou dinheiro, uma quantidade enorme de recursos humanos e equipamentos fica indisponível para as pessoas que não têm plano, porque elas são de uso privativo de quem tem plano. Mas o contrário não é verdade, quem tem plano pode usar o sistema público livremente, como qualquer cidadão. Então não há uma reciprocidade aí”.

Para ele, os planos populares também não melhoram o acesso à saúde. “É um pacote muito restrito, a pessoa paga uma quantia pequena, mas também tem direito a uma contrapartida que é insuficiente para atender a necessidade de assistência da maioria das pessoas. Porque o que realmente importa, o que é caro, é a internação hospitalar. E é isso que as empresas estão querendo empurrar para o sistema público que, em última instância, vai arcar com esses gastos maiores. Ou seja, a pessoa vai comprar o plano, vai ter o plano e, na hora que realmente precisar, ela vai ter que recorrer ao sistema público que, por sua vez, está e estará cada vez mais sucateado, dado o congelamento dos recursos que eram destinados ao financiamento do sistema”.

Conferência

Também na mesa de abertura da Conseguro, o ministro das Cidades, Bruno Araújo, informou que a pasta estuda uma forma de contratar seguros contra riscos de engenharia para todas as obras sob sua responsabilidade, como as de saneamento básico, do Programa Minha Casa, Minha Vida, contenção de encostas e de mobilidade. Uma proposta deve ser apresentada ainda este ano.

Veja as principais vacinais · 18/09/2017 às 17h06 | Última atualização em 18/09/2017 às 17h37

Caderneta de vacinação é essencial na hora de se imunizar


Compartilhar Tweet 1



Logo que nascem, os bebês recebem no hospital a caderneta de vacinação. O documento é essencial para o acompanhamento das doses de vacinas aplicadas. Antes mesmo de deixarem a maternidade, recebem doses de BCG e hepatite B.

A ideia é prevenir doenças frequentes. O calendário de vacinação foi elaborado para que a prevenção seja mais eficiente conforme o período do ano. Por isso, é importante vacinar as crianças no período indicado pelo Ministério da Saúde.

A recomendação da pasta é sempre levar a caderneta quando for se vacinar: só assim, os profissionais de saúde podem verificar as doses já aplicadas e registrar as novas vacinas. Em caso de perda da caderneta, o ideal é voltar ao posto que costuma se vacinar para refazer o documento.

O Ministério da Saúde desenvolveu o aplicativo Vacinação em Dia para armazenar as informações da caderneta e disponibilizá-las on-line. A ideia é facilitar o acompanhamento.

Imunização

No caso da imunização contra meningite, o esquema vacinal ocorre em duas doses: aos 3 e aos 5 meses de vida, e ainda é aplicado um reforço no primeiro ano de vida.

Há ainda a tríplice viral, cuja 1ª dose deve ser aplicada aos 12 meses de vida. Aos 15, vem a 2ª dose tetra viral, que inclui a proteção contra varicela. A segunda dose ainda pode ser ministrada em adultos de 20 a 29 anos para prevenir a caxumba.

Já a hepatite B é aplicada em três doses em todas as fases da vida, a primeira delas ao nascer. A hepatite A é ministrada em uma dose, aos 12 meses. No caso da febre amarela, o esquema mudou e a recomendação é uma aplicação única.

A vacina pneumocócica também deve ser administrada na infância em três doses: aos 2 meses, 4 e 6. Aos 12 meses, as crianças ainda devem receber um reforço.

Segue até o dia 22 de setembro · 18/09/2017 às 08h12 | Última atualização em 18/09/2017 às 08h26

População comparece às salas de vacina durante dia D da multivacinação


Compartilhar Tweet 1



A Fundação Municipal de Saúde (FMS) abriu, excepcionalmente neste sábado (16/09), 28 salas de vacina para a mobilização da Campanha Nacional de Multivacinação para Atualização de Caderneta de Vacinação. A abertura oficial aconteceu na recente inaugurada UBS Antônio Carlos Costa, no bairro Cristo Rei, zona sul da cidade.

“Gostei muito que hoje os postos estão abertos. Trabalho a semana toda e os horários não batem para que eu pudesse trazer meu filho para vacinar. E hoje deu certo, muito bom manter o cartão de vacina dela atualizado”, disse a professora Marilene Oliveira, mãe do pequeno Cauã Mateus, de 2 anos e meio.

A Campanha de Multivacinação segue até o dia 22 de setembro e o objetivo é regularizar a situação vacinal de quem está com alguma dose em atraso na faixa etária de até 15 anos de idade (14 anos 11 meses e 29 dias). Durante a semana, as 104 salas de vacinação, localizadas nas Unidades Básicas de Saúde e hospitais, estão imunizando este público.

“Manter o cartão de vacina em dia é fundamental. Doenças que foram eliminadas podem retornar ou mesmo ter mudanças no seu comportamento epidemiológico, passando a acometer também adolescentes e adultos jovens”, explica Amariles Borba, diretora de Vigilância em Saúde da FMS.

Ela enfatiza ainda o pedido aos pais e responsáveis que não deixem de levar a caderneta de vacinação de seus filhos, e que em caso de dúvidas, consultem o profissional de saúde da sala. Como cada vacina tem sua peculiaridade, com o cartão o profissional vai saber como administrar, o que pode dar naquele momento segundo fatores específicos.

Registrados 35.598 tratamentos · 17/09/2017 às 10h37 | Última atualização em 17/09/2017 às 10h39

Cigarro e anticoncepcionais são fatores de risco para a trombose


Compartilhar Tweet 1



No Dia Nacional de Combate e Prevenção à Trombose, lembrado neste sábado (16), especialistas alertam para os principais fatores de risco e seus sintomas. A doença é causada pela coagulação do sangue no interior das veias, mais comumente as dos membros inferiores.

Além da predisposição genética, a obesidade, a insuficiência cardíaca, o tabagismo, o uso de anticoncepcionais, e até mesmo a desidratação ou ter mais de 60 anos são fatores de risco para a doença. Permanecer sentado por muito tempo, ao dirigir ou viajar de avião, por exemplo, também é uma ameaça.

Entre os sintomas, a dor nas pernas, principalmente nas panturrilhas, além da sensação de queimação na região afetada, mudanças na cor da pele e inchaço são os mais relatados.

Para o angiologista Daniel Alexandrino, é essencial procurar o médico à primeira suspeita de trombose. “Uma vez levantada a suspeita, é fundamental solicitar ultrassom doppler colorido venoso dos membros para avaliar o território das pernas. Nesse momento procura-se o coágulo, que é o ‘trombo’ na veia. Qualquer médico que faça o primeiro contato, seja na rede pública ou privada, precisa saber que deve-se iniciar o tratamento”, ressaltou o especialista.

Atendimento
De acordo com o Ministério da Saúde foram registrados no Sistema Único de Saúde (SUS) 35.598 tratamentos clínicos em decorrência da trombose. somente em 2016.

Já entre janeiro e julho de 2017, foram registrados 16.923 tratamentos clínicos. Também foram realizados 485.443 procedimentos de assistência de fisioterapia, sendo 330.142 ano passado e 155.301 neste ano.

Com relação a internações, foram registradas 900.641 em 2016 e 523.104 neste ano.

Sedentarismo também é um risco · 16/09/2017 às 15h14 | Última atualização em 16/09/2017 às 15h39

Cigarro e anticoncepcionais são fatores de risco para a trombose


Compartilhar Tweet 1



No Dia Nacional de Combate e Prevenção à Trombose, lembrado neste sábado (16/09), especialistas alertam para os principais fatores de risco e seus sintomas. A doença é causada pela coagulação do sangue no interior das veias, mais comumente as dos membros inferiores.

Além da predisposição genética, a obesidade, a insuficiência cardíaca, o tabagismo, o uso de anticoncepcionais, e até mesmo a desidratação ou ter mais de 60 anos são fatores de risco para a doença. Permanecer sentado por muito tempo, ao dirigir ou viajar de avião, por exemplo, também é uma ameaça.

Entre os sintomas, a dor nas pernas, principalmente nas panturrilhas, além da sensação de queimação na região afetada, mudanças na cor da pele e inchaço são os mais relatados.

Para o angiologista Daniel Alexandrino, é essencial procurar o médico ao primeiro suspeita de trombose. “Uma vez levantada a suspeita, é fundamental solicitar ultrassom doppler colorido venoso dos membros para avaliar o território das pernas. Nesse momento procura-se o coágulo, que é o ‘trombo’ na veia. Qualquer médico que faça o primeiro contato, seja na rede pública ou privada, precisa saber que deve-se iniciar o tratamento”, ressaltou o especialista.

Atendimento

De acordo com o Ministério da Saúde foram registrados no Sistema Único de Saúde (SUS) 35.598 tratamentos clínicos em decorrência da trombose. somente em 2016

Já entre janeiro e julho de 2017, foram registrados 16.923 tratamentos clínicos. Também foram realizados 485.443 procedimentos de assistência de fisioterapia, sendo 330.142 ano passado e 155.301 neste ano.

Com relação a internações, foram registradas 900.641 em 2016 e 523.104 neste ano.

Grandes benefícios · 15/09/2017 às 17h04

Cinco Vantagens que Você não Sabia de Comer Ovo Cozido


Compartilhar Tweet 1



É bem sabido que as pessoas devem consumir ovos por seus grandes benefícios, no entanto, muitos não sabem quais são as vantagens que nos oferece esse alimento para o nosso corpo.

Para Emagrecer

Em um estudo, as pessoas que seguiram uma dieta que incluía ovos para o café da manhã conseguiram perder 60% mais de peso do que aqueles que começavam o seu dia com um bolo que tinha uma quantidade equivalente de calorias. Os pesquisadores afirmam que a proteína de alta qualidade dos ovos inteiros (13% da quantidade diária recomendada) ajuda a controlar o apetite. Além disso, a proteína do ovo é absorvida com facilidade pelo organismo, por isso que é um alimento adequado para a recuperação muscular após uma longa corrida ou um treinamento de ritmos.

Para Proteger seu Coração

Muitos estudos têm refutado a relação entre os ovos e as doenças cardíacas. Na verdade, as pesquisas mostram que comer vários ovos por semana origina partículas de colesterol menos propensas a produzir problemas cardíacos. Além disso, uma proteína específica presente na gema do ovo bloqueia a agregação das plaquetas (as células responsáveis pela coagulação do sangue) no interior dos vasos sanguíneos, o que minimiza o risco de ataques cardíacos.

Para Combater a Inflamação

Os ovos inteiros são uma das melhores fontes de um nutriente chamado colina (um ovo de tamanho grande tem 30% da quantidade diária recomendada, especialmente na gema). Além de intervir na saúde cerebral, a colina ajuda o sistema circulatório do organismo a eliminar os compostos que poderiam causar inflamação, o que poderia levar a distúrbios como o inchaço muscular após o treinamento duro, ou diabetes e doença de Alzheimer.

Para Manter os Ossos Fortes

Os ovos são uma fonte natural de vitamina D, envolvidos na produção de tecido ósseo. Um ovo fornece 10% da quantidade diária recomendada. Existem alguns tipos de ovos que, inclusive, duplicam esse número.

Para Conseguir uma Visão Clara

A gema de ovo contém o pigmento luteína, que ajuda a prevenir a degeneração macular relacionada com a idade (uma forma muito frequente de cegueira). Além disso, embora o espinafre e outras verduras contenham quantidades maiores de luteína, os ovos proporcionam uma forma que é melhor absorvida.

Pesquisadores debatem os casos · 14/09/2017 às 14h30 | Última atualização em 14/09/2017 às 14h37

Dez casos suspeitos de Febre do Nilo Ocidental são investigados no Piauí


Compartilhar Tweet 1



A Secretaria de Estado da Saúde realiza nesta quinta (14/09) e sexta-feira (15/09) oficina para discutir as investigações feitas nos casos de Febre do Nilo Ocidental, ocorridos no Piauí. Durante a oficina, serão apresentados os resultados do primeiro caso humano da doença no país e ainda a situação epidemiológica. O evento, vai ocorrer no auditório do Ministério da Saúde, em Teresina, contará com a presença de técnicos do Ministério da Saúde, Fiocruz e Instituto Evandro Chagas.

De acordo com a gerente de Vigilância em Saúde, Miriane Araújo, explica que, com a oficina, “e as experiências voltadas para na área laboratorial vão engrandecer ainda mais a vigilância do nosso estado, facilitando ainda a elaboração e a discussão de um plano de ação feita pela Secretaria de Saúde do Estado para o enfrentamento da Febre do Nilo Ocidental”.

No início de 2017, o Estado notificou dez casos suspeitos de Doença Neuroinvasiva Grave, pelo vírus da Febre do Nilo Ocidental. Esses casos referem-se a resultados de exames laboratoriais realizados em 2017, no Instituto Evandro Chagas(IEC), laboratório referência do Ministério da Saúde. Em todos os exames, verificou-se reação cruzada (positividade simultânea) com pelo menos um outro flavivírus, dentre eles: zika, dengue e vírus da encefalite de Saint Louis (VESL). Dessas notificações, confirmou-se um óbito de paciente residente em Teresina-PI.   

Esses casos são acompanhados pela Secretaria de Estado da Saúde, que já adotou as providências pertinentes à Vigilância deste agravo. Em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Teresina, realizou investigação em campo, com identificação dos vetores e implantando o Instituto de Doenças Tropicais Natan Portella como unidade de referência estadual para diagnóstico e tratamento da Febre do Nilo Ocidental.

Para o enfrentamento da doença, a Secretaria elaborou um plano de ação para enfrentamento à doença, que será discutido durante a oficina.

Programação:

Dia 14 de setembro 8h30 – Abertura

9h - Apresentação da situação epidemiológica no Brasil, com ênfase na investigação na área de foco, região de Picos, Piauí (dez/2014 – Atual) – GT Arboviroses

9h30 - Apresentação da situação epidemiológica no Estado do Piauí: Investigação das síndromes neurológicas notificadas por suspeita de arbovirose neuroinvasiva, com ênfase no período pós-detecção do primeiro caso humano do FNO (2014-2017) - Marcelo Adriano Vieira – Secretaria de Estado da Saúde e Fundação Municipal de Saúde de Teresina

10h - Resultado do primeiro inquérito em aves silvestres: Evidencia sorológica de Arbovírus em aves silvestres na área do primeiro caso humano de FNO no Brasil - Pedro Cerqueira Lima Ornitólogo/UFBA

10h45 - Achados sobre o vírus do Nilo Ocidental no Brasil, com ênfase no estado do Piauí: Dificuldades e desafios para o diagnóstico conclusivo - Lívia Caricio Martins SAAB/IEC

11h - Experiências no diagnóstico do vírus do Nilo Ocidental na Fiocruz: Desafios, Dificuldades e perspectivas - Ana Maria Bispo de Filippis - FIOCRUZ/RJ

11h45 - Experiências no diagnóstico do vírus do Nilo Ocidental no IAL: Desafios, Dificuldades e perspectivas - Renato Pereira de Souza - IAL/SP

12h15 - Discussão

13h30 - Perspectiva para a rede de diagnóstico de Arbovírus para a vigilância epidemiológica de vetores e hospedeiros - Karina Ribeiro Leite Jardim Cavalcante - CGLAB/DEVIT/SVS/MS

14h - Como o SISS-Geo pode contribuir na investigação de surtos e na vigilância da FNO no Piauí e no Brasil - Marcia Chame dos Santos - FIOCRUZ/RJ

14h30 - Atuação do CEMAVE e fauna de aves silvestres na região do Nordeste, com ênfase na área de foco, região de Picos/Piauí - Antônio Emanuel B. Alves de Sousa - CEMAVE/ICMBIo

15h - Vigilância do Vírus do Nilo no Piauí: Dificuldades, desafios e perspectivas para ampliação da vigilância a partir de setembro de 2017 - Secretaria de Estado da Saúde  

15h45 - Trabalho em grupo: 1 - Epidemiologia; 2 - Hospedeiros; 3 - Reservatórios

Dia 15 de setembro

9h - Trabalho em grupo: 1 - Epidemiologia; 2 - Hospedeiros; 3 - Reservatórios

11h - Discussão

13h - Revisão das orientações e adequações para vigilância epidemiológica.

15h - Encerramento

Saiba como resolver o problema · 14/09/2017 às 11h40

Conheça 5 hábitos simples para acabar com o cansaço excessivo


Compartilhar Tweet 1



Não é difícil encontrar pessoas que, mesmo conseguindo dormir bem todas as noites, estão sempre cansadas, com sono e sem muita disposição para realizar as tarefas de todo dia.

Se isso acontece com você também, não é novidade o fato de que esse cansaço excessivo e constante nada faz além de atrapalhar a sua vida e de prejudicar a sua produtividade seja na hora de trabalhar, de estudar, de cuidar dos filhos e até mesmo de aproveitar um dia ensolarado ao lado da família ou dos amigos.

Com esse problema em mente, não adianta em nada desanimar e deixar que o cansaço tome conta e que as coisas continuem como estão, com a sensação de que a energia está sempre prestes a chegar ao fim.

Felizmente, existem maneiras de resolver o problema, e as dicas que daremos a seguir prometem ser a solução que você talvez acreditasse que nem existia.

Tudo o que você precisa fazer, no final das contas, são algumas mudanças pequenas e sutis em sua vida, para que elas tenham como efeito um ganho extra de energia e disposição. Ao adotar pequenos hábitos, como beber mais água e ficar mais tempo longe das redes sociais, você acaba ajudando seu corpo a trabalhar melhor e, por consequência, esse cansaço excessivo, que mais parece um urso sentado em seus ombros, acaba indo embora. Confira que dicas são essas e depois nos conte se você vai colocá-las em prática:

1. Beba mais água

O inverno está acabando, e com as temperaturas mais altas, seu corpo vai pedir mais água, o que é ótimo. No entanto, não é preciso esperar sentir sede para tomar um belo copo de água, pois mesmo quando há uma leve desidratação, nosso corpo já fica com o humor afetado, com dificuldades de produzir pensamento crítico e com baixos níveis de energia. O ideal é tomar entre dois e três litros de água por dia, então deixe sua garrafinha de água sempre cheia e por perto.

2. Como está o seu colchão?

Dormir mal é certeza de que o dia seguinte não será muito produtivo, não é mesmo? Por isso é fundamental cuidar bem do espaço onde você dorme, para que ele seja confortável, e um dos grandes focos nesse sentido é o seu colchão, certamente.

Pessoas adultas devem dormir entre sete e nove horas por noite, então se você acorda com dores nas costas ou no pescoço, talvez esteja na hora de trocar seu colchão, especialmente se ele já estiver com sinais visíveis de desgaste.

3. Não deixe de tomar café da manhã

Na correria de todo dia, não é difícil encontrar pessoas que preferem ativar a função soneca algumas vezes a ter um tempo em casa para tomar café com calma. Infelizmente, essa não é uma boa ideia – a primeira refeição do seu dia é o que ajuda seu corpo a ter energia e, inclusive, a ter um bom desempenho cognitivo. Para escolher opções saudáveis dessa refeição, inclua frutas, cereais integrais e não inclua açúcar.

4. Movimente o corpo

Sabia que fazer uma caminhada é melhor do que tirar uma soneca se a ideia é repor as energias? Um estudo realizado pela Universidade da Georgia revelou que colocar o corpo em movimento melhora não apenas o humor como também a sensação de energia em alta.

Se possível, faça algumas caminhadas curtas no meio do dia, de pelo menos 20 minutos, ou aposte em uma boa pedalada. Atividades físicas também fazem com que o seu sono à noite seja mais proveitoso.

5. Desconecte-se

A gente sabe que é bacana conferir suas redes sociais e seus sites favoritos, mas é preciso que exista equilíbrio, justamente para que seu cérebro e seus olhos não fiquem sobrecarregados e, por consequência, você se sinta cada vez mais sem energia.

Deixe o celular, o tablet e o computador de lado um pouco, concentre-se nas tarefas do seu dia, nas pessoas ao seu redor. Pode parecer pouco, mas diminuir seu ritmo em termos de uso da tecnologia é uma forma incrível e eficiente de se sentir menos cansada ao longo do dia. Não custa tentar!

Simples né? Então agora é só colocar em prática essas pequenas ações e conquistar uma vida mais leve!

Saúde bucal das crianças · 13/09/2017 às 11h03

Maternidade do Ciamca oferta atendimento odontológico para bebês


Compartilhar Tweet 1



A Maternidade Wall Ferraz (Ciamca), localizada no bairro Dirceu Arcoverde, zona Sudeste, oferece o serviço de odontopediatria para bebês de 0 a 1 ano de idade. Um trabalho pioneiro na capital tem reflexos diretos na saúde bucal das crianças. 

“Quero chamar os pais e responsáveis para levarem seus bebês para a consulta com a odontopediatra. A procura está baixa e é um serviço muito importante para saúde do bebê. Nossa profissional, Sílvia Vilarinho, é doutora gabaritada na área e especialista em prevenção de cárie infantil”, afirma Mércia Cassandra, diretora da Maternidade Wall Ferraz.

 Apesar de ser necessário um acompanhamento odontológico feito pela mãe durante a gestação, é no primeiro ano de vida do bebê que é recomendada a sua primeira visita a um odontopediatra. É exatamente nessa consulta que se dará os esclarecimentos de dúvidas e indicações de cuidados para a saúde bucal da criança.

“Nossa odontopediatra atende por demanda espontânea, ou seja, basta o responsável levar o bebê pela manhã de 8h às 11h. Não precisa marcar consulta. Estamos com uma média de atendimento de dois bebês ao dia, mas a médica pode atender até 16”, explica Mércia Cassandra.

Durante a consulta, a odontopediatra faz a inspeção da cavidade oral do bebê para verificar se já existem indícios de má formação odontológica e também é ensinado ao cuidador como fazer a correta limpeza da cavidade oral. Segundo manual de saúde bucal do Ministério da Saúde, a limpeza da cavidade bucal é normalmente iniciada antes mesmo da erupção dental. Usar um tecido limpo ou gaze embebida em água filtrada ou soro para esfregar a gengiva. A escovação está indicada a partir da erupção do primeiro dente decíduo. A higienização deve ser realizada pelos pais ou responsáveis.

A promoção da alimentação saudável também é indicada para o bom desenvolvimento da saúde bucal do bebê e da criança. O primeiro passo para ter uma vida mais saudável é garantir que a amamentação seja assegurada para todas as crianças. A amamentação é importante tanto para a mãe como para a criança. É um cuidado para toda a vida. É importante evitar a adição de açúcar, mel, achocolatados e carboidratos ao leite para que as crianças possam se acostumar com o sabor natural deste. Evitar mamadas noturnas. Não passar açúcar, mel ou outro produto que contenha açúcar na chupeta.

Benefícios que vão para o lixo · 13/09/2017 às 10h44

Conheça 7 partes de alimentos que jogamos fora, mas fazem bem à saúde


Compartilhar Tweet 1



Às vezes, pelo mais puro desconhecimento, acabamos jogando fora algumas partes dos vegetais que são riquíssimas em nutrientes.

Em alguns casos, essas partes descartadas são mais nutritivas do que as partes que costumamos consumir, mas todos os benefícios vão direto para o lixo.

Folhas, talos e cascas de uma série de frutas e vegetais podem não ser muito famosos na culinária, mas, com um pouco de criatividade, eles podem ser aproveitados nas nossas refeições diárias.

Uma dica para aumentar as possibilidades de aproveitamento é congelar essas partes que seriam descartadas até obter a quantidade suficiente para fazer uma torta ou um caldo de vegetais, por exemplo.

Para aproveitar ainda mais os benefícios, dê preferência aos alimentos orgânicos, que são livres de agrotóxico. E, é claro, ao consumir alimentos com casca, os cuidados com a higienização devem ser redobrados para evitar contaminações.

Confira algumas partes de alimentos que não deveriam ser jogadas fora e saiba como aproveitá-las:

1. Folhas e talos de brócolis e couve-flor

Os vegetais crucíferos estão entre os mais saudáveis disponíveis para a nossa alimentação, por isso devemos aproveitá-los ao máximo.

Os talos e as folhas dos brócolis e da couve-flor, por exemplo, são ricos em antioxidantes, que combatem os radicais livres, e em ácido fólico, essencial para a síntese das hemácias e para o desenvolvimento do feto.

Em vez de jogar essas partes no lixo, você pode fazê-las salteadas ou adicioná-las a sopas, caldos, tortas salgadas e saladas.

2. Folhas de cenoura

Se você tiver a sorte de encontrar cenouras ainda com as folhas, saiba que você não deve jogar essas partes verdes fora, pois elas têm seis vezes mais vitamina A do que a raiz em si.

Uma excelente forma de aproveitar as folhas da cenoura é colocá-las no processador com um pouco de azeite de oliva, queijo e nozes para fazer um delicioso molho pesto.

3. Parte branca de melancia

Sim, a parte branca de melancia, que faz parte da casca e geralmente vai para o lixo, é comestível e faz bem à saúde. Ela pode ser consumida em forma de suco, doce e até mesmo picles.

Por ser rica em citrulina, essa parte da fruta promove um efeito de dilatação das artérias, melhorando a circulação sanguínea. Em consequência, ela pode ajudar a reduzir a hipertensão e até mesmo a melhorar o desempenho sexual dos homens ao favorecer a ereção.

4. Casca de pepino

Chega de descascar pepino! Além de ser comestível, a casca desse vegetal é especialmente rica em vitamina K, que participa da coagulação sanguínea e é importante para a saúde dos ossos.

Desde que estejam bem lavadas, você pode consumir as fatias de pepino com a casca, seja em saladas, smoothies ou sucos.

5. Casca e fibras da laranja

A casca e as fibras da laranja (aquela parte branca) contêm pectina, que ajudam a prolongar a sensação de saciedade.

A parte branca, especificamente, é rica em hesperidina, um flavonoide que está associado à diminuição dos níveis de colesterol no sangue, à redução da pressão arterial e ao combate às inflamações.

A forma mais fácil de consumir as fibras é não removê-las ao consumir a fruta. Já no caso da casca, você pode utilizá-la ralada como condimento de bolos, tortas e molhos.

6. Folhas externas da cebola

Elas podem até parecer inúteis, mas saiba que as folhas da camada mais externa da cebola são ricas em um antioxidante chamado quercetina, que ajuda a reduzir a pressão arterial.

Para utilizá-las, você pode congelar algumas folhas até ter uma quantidade suficiente para fazer um caldo de vegetais ou, então, adicioná-las às sopas para dar um sabor a mais.

7. Folhas de beterraba

Assim como acontece com a cenoura, pode ser mais difícil encontrar beterrabas ainda com as folhas. Porém, se você tiver essa sorte, aproveite-as!

Essas folhas são ricas em cálcio, vitamina A e vitamina C, além de terem mais ferro do que a mesma quantidade de folhas de espinafre.

Para aproveitar as folhas da beterraba, você pode picá-las e salteá-las com um pouco de alho moído e azeite de oliva.

Recomendação é 'álcool zero' · 12/09/2017 às 17h49

Sociedade de pediatria alerta para risco de ingestão de álcool por grávidas


Compartilhar Tweet 1



A Sociedade de Pediatria do Estado do Rio de Janeiro (Soperj) lançou nesta terça-feira (12/09) uma campanha para alertar as mulheres grávidas e as que pretendem engravidar sobre os riscos da ingestão de bebidas alcoólicas para o feto. Segundo a diretora da Soperj, Leda Amar de Aquino, como não se sabe a quantidade segura de bebida alcoólica que uma grávida pode tomar, a recomendação é “álcool zero”. O alerta, segundo ela, é referendado pela Academia Americana de Pediatria e pelo Colégio Americano de Obstetras e de Ginecologistas.

Quando a grávida ingere álcool, a substância atravessa a placenta, e pela imaturidade e pelos baixos níveis das enzimas do feto, o metabolismo e a eliminação do álcool são mais lentos. Isso faz com que o bebê fique mais exposto aos efeitos da bebida, que são mais frequentes no cérebro e no coração.

Um dos principais problemas que o consumo de álcool durante a gestação pode trazer ao bebê, segundo Leda, é a Síndrome Alcoólica Fetal (SAF), que não tem cura e pode aparecer de diversas formas. “No nascimento, você já pode perceber, pelo rosto do bebê, se ele é portador dessa síndrome. Ele tem um rosto diferente”, explicou. Olhos afastados, base do nariz achatada, lábio superior mais fino e microcefalia são alguns dos traços que podem indicar a presença da síndrome, segundo a diretora da associação médica.

A criança com SAF pode apresentar também alterações renal e cardíaca sérias, além de mostrar transtornos mais tardios. “Muitas vezes, a criança não vem com essas alterações que são perceptíveis ao nascimento, mas ao longo do crescimento, pode-se perceber alterações no seu desenvolvimento, inclusive retardo mental. Pode ter problemas de escolaridade, problemas comportamentais”, listou a médica.

De acordo com a Soperj, no Brasil a incidência da SAF é de 1,5 caso por mil crianças nascidas vivas. Além disso, há 34,1 casos de portadores de alterações do neurodesenvolvimento relacionadas ao álcool por mil nascidos vivos.

Mata mais que câncer · 12/09/2017 às 16h30

HUT realiza nesta quarta (13/09) ação pelo Dia Mundial da Sepse


Compartilhar Tweet 1



A Sepse já é considerada pelas autoridades de saúde um problema de saúde pública. Para se ter uma ideia dos perigos dessa doença, a Sepse hoje é responsável por mais óbitos do que o câncer ou o infarto agudo do miocárdio. Somente no Brasil estima-se cerca de 670 mil óbitos por ano. Para alertar a população sobre os riscos dessa doença, o Hospital de Urgência de Teresina (HUT)  realiza amanhã, 13 de setembro, Dia Mundial da Sepse, uma blitz educativa, a partir das 8 horas, no Terminal Rodoviário Lucídio Portela,  com distribuição de material informativo.

Rosania Oliveira, infectologista da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do HUT, explicou que essa campanha está sendo realizada em todo país e como o foco principal é alertar a população o tema desse ano é “Pense: pode ser sepse”. “Amanhã iremos esclarecer a população sobre os riscos dessa doença. Uma simples infecção pode levar a uma sepse, portanto, vamos falar sobre algumas medidas de prevenção de infecção como, por exemplo, a vacinação. Pois, algumas doenças que podem ser prevenidas com vacinas podem complicar com sepse como a catapora e meningite. Além disso, nossa equipe irá reforçar a importância da higienização das mãos no processo de combate às infecções”, destaca a médica.

Rosania explica ainda que normalmente uma infecção vem acompanhada de febre alta, falta de ar e/ou pressão baixa. “Ao detectar os primeiros sintomas o paciente deve procurar ajuda médica com urgência. O tratamento adequado só pode ser realizado com profissionais especializados seguindo um rigoroso protocolo de combate à sepse”, explica.

Qualquer pessoa pode ter sepse, mesmo as mais saudáveis. No entanto, existem pessoas com predisposição genética e as portadoras de doenças crônicas como diabetes e insuficiência renal, idosos e crianças com menos de dois anos e os prematuros, que são mais suscetíveis às formas mais graves de infecção.

A sepse antigamente era conhecida como septicemia ou infecção generalizada. Na verdade, é uma infecção generalizada do próprio organismo contra uma infecção que pode estar localizada em qualquer órgão. Essa inflamação, quando não tratada em tempo hábil, pode levar a parada de funcionamento de um ou de mais órgãos. Cerca de 400 mil novos casos são diagnosticados por ano e 240 mil pessoas morrem anualmente.

Projeto Roda de Conversa · 07/09/2017 às 12h15

Ceir orienta mães sobre uso de medicamentos em bebês com microcefalia


Compartilhar Tweet 1



Famílias de bebês com microcefalia participaram de mais um ciclo do projeto Roda de Conversa promovido pelo Centro Integrado de Reabilitação do Piauí (Ceir). Pais e mães discutiram sobre o uso de medicamentos, entre eles o canabidiol, em crianças com microcefalia.

 

De acordo com a assistente social do Ceir, Izabel Hérica, cada ciclo dura quatro encontros. “Os próximos encontros serão sobre as manifestações da violência contra crianças e adolescentes; depois sobre primeiros socorros; e, por fim, teremos o tema sobre o uso de cadeira de rodas, pois objetivamos realmente fazer a clínica ampliada com esse olhar macro para nossos pacientes”, ressalta. 

 

O neurocirurgião Benjamin Pessoa Vale, presidente voluntário da Associação Reabilitar - entidade sem fins lucrativos que administra o Ceir - também participou do encontro, que teve como palestrante o neurologista e diretor clínico do Centro, Kelson James. O especialista iniciou esse segundo ciclo de debates sobre temas relacionados ao tratamento e cotidiano dos pacientes e passou informações sobre o uso correto dos remédios utilizados pelas crianças atendidas, dicas sobre como detectar uma crise de epilepsia, a importância de os pais ficarem atentos às crises e a necessidade de usar o medicamento derivado da Cannabis Sativa. 

 

O neurologista explica que “existe uma necessidade contínua de educação desse público, já que é uma doença que causa muitos acometimentos e que tiveram essa doença congênita causada pelo vírus Zika. Nós estamos num trabalho em equipe, onde escolhemos temas para que as mães discutam com a gente numa relação aberta e isso acaba ajudando todo o grupo do atendimento. Então, além de fornecer tratamento, nós educamos em prol desses pacientes que precisam de atenção especial, diz.

 

Cuidado com reações adversas! · 06/09/2017 às 17h29

Problemas com algum medicamento? Confira as dicas da Anvisa e saiba o que fazer


Compartilhar Tweet 1



Eles curam doenças e aliviam sintomas, mas sem os devidos cuidados os medicamentos podem causar problemas como reações adversas ou mesmo não gerar efeito algum. Nessas situações, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) orienta o paciente a entrar em contato com o órgão e relatar o problema.

O atendimento é feito pelo telefone 0800 642 9782 ou pelo portal da agência. É preciso ter em mãos a embalagem do medicamento para informar o nome do produto, a marca, o nome do fabricante, entre outros dados (como data de fabricação e validade).

O fato de a medicação não gerar o efeito desejado pode estar relacionado a fatores que vão desde a falha no diagnóstico, ainda no consultório médico, ao transporte e armazenamento inadequados do produto. Wagner Martins, farmacêutico especialista em gestão da assistência farmacêutica do Sistema Único de Saúde (SUS) e membro da Comissão Assessora de Legislação do Conselho Federal de Farmácia (CFF), destaca que uma forma de evitar esses transtornos é sempre buscar farmácias que mantenham um farmacêutico à disposição do paciente.

"Sempre adquira seus medicamentos em farmácias e drogarias licenciadas, exija a presença do farmacêutico para tirar suas dúvidas. Nesses estabelecimentos, o farmacêutico faz seleção de fornecedores, de produtos legais e originais e orienta os pacientes sobre como usar medicamentos prescritos", diz.

Ao sentir efeitos estranhos, o paciente deve conferir a bula, especialmente nas seguintes seções: “Quando não devo usar este medicamento?”, “O que devo saber antes de usar este medicamento?” e “Quais os males que este medicamento pode me causar?”.

Em casos em que o medicamento sempre foi usado, mas agora não faz mais efeito, Wagner explica que isso pode ocorrer devido à interação com outra medicação. "Um pode interferir no outro, intensificando ou amenizando o efeito esperado", explica. Já em relação aos antibióticos, é comum isso ocorrer quando o tratamento não é concluído e o microrganismo cria uma resistência ao tratamento. Por isso, o farmacêutico ressalta que é importante usar os remédios no prazo estipulado.  

Além dessas situações, alguns lotes de remédios podem ter problemas de qualidade. Nessa, e em qualquer uma das outras situações, o paciente pode procurar um farmacêutico para que ele verifique a situação e faça o encaminhamento para o médico, se necessário. 

Dados do Ministério da Saúde · 06/09/2017 às 16h59

Número de casos de gripe caiu 81% este ano no país


Compartilhar Tweet 1



O número de casos de gripe no Brasil caiu 81% este ano em relação ao ano passado, com 2.070 casos e 361 óbitos até 28 de agosto. No mesmo período do ano passado, foram registrados 11.062 casos, com 2.007 mortes por influenza. Os dados sobre a circulação da gripe no país foram divulgados nesta quarta-feira (06/09) pelo Ministério da Saúde.Segundo a pasta, neste ano o vírus com maior circulação, até o momento, é o H3N2. No ano passado, o vírus predominante foi o H1N1.

Para o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a baixa circulação da gripe no país desmobilizou a busca das pessoas pela vacina. “Quando a incidência é baixa, não há esse alerta, as pessoas relaxam e acham que não vão ter problema. Mas a vacinação é fundamental, e a cobertura deve ser melhorada”, disse Barros.

Na campanha deste ano, foram vacinadas 51,8 milhões de pessoas, uma cobertura de 87,5% do público-alvo definido pelo Ministério da Saúde. A campanha foi realizada de 17 de abril a 26 de maio e prorrogada até 9 de junho.

Devido à baixa procura dos públicos prioritários, o Ministério da Saúde autorizou estados e municípios a ampliar a vacinação para toda a população. O objetivo foi evitar o desperdício de doses, uma vez que a vacinação é mais efetiva antes do início do inverno, época de maior incidência da doença.

Segundo Barros, o Ministério da Saúde investe R$ 4 bilhões ao ano para fornecer os 19 tipos de vacina do calendário vacinal.

Doença genética e crônica · 05/09/2017 às 15h47

Fibrose cística afeta uma a cada 10 mil pessoas no país


Compartilhar Tweet 1



A fibrose cística é uma doença genética e crônica que atinge os sistemas respiratório e digestório, com incidência média no Brasil de uma para 10 mil pessoas. O Dia Nacional de Conscientização e Divulgação da Fibrose Cística é celebrado nesta terça-feira (05/09) no País para esclarecer a população sobre a condição, que não é transmissível.

Não existe cura para a fibrose cística, também chamada de mucoviscidose. A doença é caracterizada pela produção de muco mais espesso que o normal, que leva ao acúmulo de bactérias e germes nas vias respiratórias e no pâncreas.

Entre os sintomas mais comuns estão a tosse persistente, muitas vezes com catarro; pele e suor com sabor salgado; infecções pulmonares frequentes, como pneumonia e bronquite; chiados no peito; gordura nas fezes; baixo crescimento e pouco ganho de peso. A gravidade e frequência dos sintomas variam, mas a maioria dos pacientes os apresentam ainda nos primeiros anos de vida.

Com o diagnóstico precoce por meio do Teste do Pezinho, o paciente tem a qualidade de vida melhorada, podendo começar o tratamento logo cedo. O teste, realizado com a coleta de gotas de sangue do calcanhar do recém-nascido, deve ser feito entre o 3º e 5º dia após o nascimento.

Segundo a pneumologista pediatra, Luciana Monte, coordenadora do Centro de Referência Pediátrico em Fibrose Cística do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB), os pacientes têm chegado ao hospital antes mesmo dos sintomas aparecerem, devido ao diagnóstico do Teste do Pezinho.

"Acompanhamos desde cedo, então vamos prevenindo os sintomas. Ainda não existe cura, mas no tratamento a gente fluidifica a secreção e faz fisioterapia para retirar a secreção acumulada, o que minimiza a progressão da doença", explicou.

O tratamento dos pacientes deve envolver, além de medicamentos, programa de fisioterapia respiratória, hidratação, tratamento precoce das infecções respiratórias e fluidificação de secreções. O acompanhamento é multidisciplinar, envolvendo psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, entre outros especialistas.

A alteração genética é mais frequente em pessoas brancas. "Não é uma doença transmissível, é genética: o pai e a mãe têm de ter a mutação. Um fibrocístico e outro não podem ficar juntos no mesmo ambiente, porque podem passar bactérias entre si, mas não precisam ficar separados de outras pessoas", ressalta Luciana.


Compartilhar Tweet 1



Uma pesquisa realizada pela Faculdade de Biomedicina da Devry Metrocamp, em Campinas (SP), identificou a presença de pelo menos 10 mil fungos e bactérias, ao analisar partes de 26 veículos em uso.

São microrganismos que podem causar rinite, micoses, infecções de urina, pulmonares, disenteria e convulsões, principalmente em bebês e crianças.

Ao G1, a bióloga Rosana Siqueira afirmou que é necessário pensar em maneiras de melhorar a higienização dos carros e reduzir os riscos à saúde.

"Às vezes a gente acaba pegando um quadro de infecção, uma febre, um desconforto abdominal, ou até mesmo uma diarreia, e acha que comeu fora. Muitas vezes não. Muitas vezes a gente levou esses micro-organismos pelas nossas mãos", alertou.

A pesquisa, feita durante cinco meses, analisou volantes, câmbios, bancos de motoristas e cadeirinhas de bebê. A presença da bactéria Klebsiella pneumoniae preocupou os pesquisadores, já que ela tem subtipos que vêm se tornando superbactérias. "Mesmo que não seja a KPC, é oportunista", destaca a pesquisadora.

Atitudes importantes consistem em evitar deixar restos de comida dentro dos veículos, cuidar sempre da troca do filtro do ar condicionado, e fazer lavagem semanal, sempre higienizando com aspirador de pó, pano não muito úmido e, claro, usando produtos que não danifiquem a parte interna do carro.

Sempre após a limpeza, é necessário deixar o carro em local arejado.


Compartilhar Tweet 1



O Dia Nacional de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla é lembrado nesta quarta-feira (30/08). Em 2016, foram registradas 3.185 internações por complicações relacionadas à doença pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Apenas em 2017, de janeiro a maio, foram registradas 1.599 internações de pacientes com esclerose múltipla.

O Ministério da Saúde estima que 35 mil pessoas convivem com a doença no Brasil, sendo que aproximadamente 15 mil estão em tratamento atualmente no SUS.

A Associação Brasileira de Esclerose Múltipla destaca que a abordagem dos pacientes precisa ser ampla, com equipe multidisciplinar. A entidade ressalta ainda o impacto psicológico e a imprevisibilidade dos sintomas. “É importante o suporte médico, fisioterápico, psicológico, fonoaudiológico, além do suporte medicamentoso”, informa.

A doença é neurológica, crônica e autoimune – ou seja, as células de defesa do organismo atacam o próprio sistema nervoso central, provocando lesões cerebrais e medulares, o que causa distúrbios na comunicação entre o cérebro e o corpo. Afeta normalmente adultos entre 18 e 55 anos de idade.

Entre os principais sintomas estão fadiga, formigamento ou queimação nos membros, visão embaçada, dupla ou perda da visão, tontura, rigidez muscular e problemas de cognição.

Tratamento

Atualmente, o SUS oferta 44 procedimentos (clínicos e de reabilitação) para a doença, de forma integral e gratuita, de acordo com as diretrizes terapêuticas determinadas pelo Protocolo Clínico da Esclerose Múltipla. São oferecidos seis medicamentos para o tratamento da doença: betainterferona (1a injetável e1b injetável); fingolimode 0,5 mg; glatiramer 20 mg injetável; natalizumabe 300 mg; azatioprina 50 mg; e o metilprednisolona 500 mg.

Em maio deste ano, o SUS também passou a oferecer mais um medicamento para pacientes diagnosticados com esclerose múltipla, a teriflunomida, que ajuda a reduzir os surtos e a progressão da doença. De acordo com o Ministério da Saúde, o remédio será o primeiro medicamento da primeira linha de cuidado, por via oral.

Além disso, o sistema público tem 277 hospitais habilitados com Unidade de Assistência ou Centro de Referência de Alta Complexidade em Neurologia/Neurocirurgia em todo o País. Mais de R$ 279 milhões foram investidos na aquisição de remédios que tratam a doença em todo o ano de 2016.

Com palestra no Sinopse · 29/08/2017 às 10h12

Saúde intensifica ações de prevenção e combate ao fumo


Compartilhar Tweet 1



Como forma de conscientizar e mobilizar a população sobre os riscos decorrentes do uso do cigarro, principalmente entre jovens, a Secretaria de Estado da Saúde intensifica as ações de prevenção e combate ao fumo, em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Fumo, comemorado hoje, 29 de agosto.

Com o lema “Vença o vício. Fique longe do cigarro”, a Secretaria alerta que no Piauí, 6,% da população acima de 18 anos ainda é tabagista. No mundo, o tabagismo mata 6 milhões de pessoas por ano, sendo que 600 mil são fumantes passivos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Além de incentivar que os municípios realizam atividades para a população, a Secretaria realiza palestras e exposições em escolas do ensino médio, nos dias 29 e 31 de agosto, em Teresina, como estratégia para prevenir a iniciação em jovens e informar a população.

Para isso, a Coordenação de Atenção à Saúde do Adulto e Idoso realiza nesta terça-feira (29/08), no Colégio Sinopse, a palestra “Tabagismo: Prevenção Controle” e exposição "O controle do tabaco no Brasil: uma trajetória".

No dia 31, as ações serão desenvolvidas no Colégio Estadual João Clímaco com a palestra educativa “Malefícios do Tabagismo e Prevenção a experimentação” e a exposição "O controle do tabaco no Brasil: uma trajetória".


Compartilhar Tweet 1



Aconteceu na manhã do último dia 23, na 1ª Vara da Fazenda Pública, uma audiência, na qual o Sindicato dos Médicos do Estado do Piauí - SIMEPI levou à justiça o IASPI, responsável pelo plano de saúde IAPEP/PLAMTA, por cometerem várias arbitrariedades, dentre elas: a exigência da obrigatoriedade de o médico constituir pessoa jurídica, glosas de procedimentos e consultas previamente autorizados, exigência do médico comprar o software do leitor biométrico por preços exorbitantes, que é de única responsabilidade do plano e a inexistência de contrato, quando não, obrigam os médicos a assinarem contratos de adesão, que são unilaterais e só asseguram direitos do plano.

Além do Sindicato, representado pelo presidente Samuel Rêgo, a diretora Lúcia Santos e assessoria jurídica, participaram da audiência, o juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública, Dr. Aderson Nogueira, o Promotor de Justiça, Edsel Beleza, representando o Ministro Público do Estado e ainda, representando o Conselho Regional de Medicina, o Dr. Dagoberto Barros e assessoria jurídica, que apoiou todos os pontos defendidos pelo SIMEPI nesse processo contra o IASPI.


Compartilhar Tweet 1



O Ministério da Saúde publicou no Diário Oficial da União (DOU) portaria que estabelece a nova Relação Nacional de Medicamentos Essenciais – Rename 2017. A Rename é a lista que define os medicamentos que devem atender às necessidades de saúde prioritárias da população brasileira no Sistema Único de Saúde (SUS). A lista de 2017 conta com 869 itens, contra 842 da edição de 2014. A composição dos fármacos foi obtida após consolidação das inclusões, exclusões, alterações dos medicamentos recomendados pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

A organização da Rename segue orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) que estabelece o material como uma das estratégias para promover o acesso e uso seguro e racional de medicamentos. A lista divide os medicamentos em cinco anexos: básico; estratégico; especializado; insumos e hospitalar. Também define a responsabilidade de aquisição e distribuição de cada ente do SUS (estado, município e União). “Os medicamentos e insumos farmacêuticos constantes da Rename são financiados pelos três entes federativos (União, Estados e municípios), de acordo com as pactuações nas respectivas Comissões Intergestores e as normas vigentes para o financiamento do SUS”, explica o Diretor do Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumo Estratégicos, do Ministério da Saúde, Renato Lima Teixeira.

Para melhorar o entendimento e dar mais transparência aos medicamentos que devem ser ofertados ao cidadão, na edição 2017, foi realizado um intenso trabalho de revisão da descrição de itens para evitar conflitos de interpretação. A publicação levou em consideração referências como a Denominação Comum Brasileira (DCB), o Vocabulário Controlado de Formas Farmacêuticas, Vias de Administração e Embalagens de Medicamentos, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e os registros sanitários de medicamentos no país.

Dentre os novos medicamentos, destacam-se a inclusão do dolutegravir que representa uma nova alternativa para o tratamento da infecção pelo HIV. Para essa mesma condição clínica, foram excluídas apresentações de fosamprenavir e didanosina, baseadas na substituição dessas por outros medicamentos com melhor perfil de eficácia, segurança e comodidade posológica. Também foi excluída a apresentação termolábil do medicamento ritonavir, dado o fornecimento de uma apresentação termoestável do mesmo fármaco, que não exige o acondicionamento em geladeira.

Nesta edição, ocorreu também à inclusão da rivastigmina como adesivo transdérmico para o tratamento de pacientes com demência leve e moderadamente grave no Alzheimer, uma opção terapêutica que poderá aumentar a adesão ao tratamento. Ressalta-se, ainda, a incorporação do cloridrato de cinacalcete e paricalcitol para pacientes com hiperparatireoidismo secundário à doença renal crônica, oferecendo opções terapêuticas ao grupo de pacientes mais graves. Além da ceftriaxona para tratamento de sífilis e gonorreia resistentes a ciprofloxacina.

No intuito de solucionar episódios de desabastecimento no país e após pactuação na Comissão Intergestores Tripartite (CIT), ocorrerá também a centralização do tratamento básico da Toxoplasmose. O Ministério da Saúde iniciará aquisição dos medicamentos pirimetamina, sulfadiazina e espiramicina, que atualmente são ofertados pelos municípios no âmbito da Atenção Básica.

Acesse o Rename 2017


Compartilhar Tweet 1



Estima-se que mais de 1,5 milhão de pessoas no Brasil têm hepatite C e não sabem. Anualmentre, em todo o mundo, 1,4 milhão de pessoas morrem em decorrência das hepatites virais, sendo que a maioria (cerca de 70%) é por hepatite C. Para aumentar o número de diagnósticos da doença e encaminhamento dos pacientes para tratamento adequado, uma campanha foi lançada hoje (25) pelas Sociedades Brasileiras de Infectologia e de Hepatologia e pela Associação Médica Brasileira, em parceria com a companhia farmacêutica AbbVie.

A campanha “Peça o teste anti-HCV” é dirigida a profissionais de saúde, de várias áreas de especialidades. O teste anti-HCV é um exame simples de sangue, de rápida resposta e pode ser realizado gratuitamente em centros públicos de saúde.

“Esse teste é disponibilizado pelo Ministério da Saúde e com a campanha pretendemos colocar esses testes para serem usados, fazendo com que todos os médicos sejam alertados para pedir nos seus exames, como pedem colesterol, glicose. Em todos os exames de rotina incluir também um anti-HCV”, recomenda o médico hepatologista Edmundo Pessoa Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia.

A hepatite C é transmitida por meio sanguíneo. De acordo dados do Boletim Epidemiológico 2017, emitido pelo Departamento de Aids, Hepatites Virais e Infecções Sexualmente Transmissíveis, do Ministério da Saúde, do total de casos notificados entre 2000 e 2015, cerca de 52% desconheciam a provável fonte de contaminação. Quando indicada, as três principais causas prováveis são uso de drogas por compartilhamento de seringas contaminadas (ou qualquer objeto perfurante-cortante), transfusão de sangue e relações sexuais desprotegidas. Do total de casos notificados, cerca de 9% apresentam a doença em coinfecção com HIV.

As regiões Sul e Sudeste do país lideram a detecção da doença, enquanto o Norte, Nordeste e Centro-Oeste apresentam baixo índice de notificação da hepatite C. Lopes enfatiza a importância de identificar os pacientes que têm o vírus. “Sobretudo pessoas com mais de 40 anos, porque foram pessoas que possivelmente tomaram transfusão de sangue antes da identificação do vírus e que usaram seringa de vidro, pois não tinha a seringa de plástico descartável. O risco dessas pessoas é muito maior do que as pessoas mais jovens”, alerta.

Tratamento

Os tratamentos para hepatite C disponíveis atualmente no sistema Único de Saúde (SUS) apresentam uma taxa de cura viral (eliminação do vírus) acima de 95%. O novo Protocolo Clínico de Tratamento para hepatite C utiliza medicamentos de via oral. “Hoje em dia o tratamento é feito por 12 semanas, com comprimidos que se toma pela boca à noite e a chance de cura é perto de 100%. Além disso, quando tratamos a pessoa, acaba-se o foco e aquela pessoa não transmite mais”, informou Lopes.

Ainda não existe vacina para a hepatite C, mas o médico acredita que o tratamento poderá ajudar a erradicar a doença. “Existem vacinas apenas para as hepatites B e A. Havia uma promessa da vacina, mas diante da eficácia de cura desses remédios novos está se questionando a real necessidade de uma vacina. Com o tratamento pode-se acabar com a doença assim como foi com a varíola e outras viroses”, finaliza o especialista.