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Maçonaria - 14/12/2009 às 14h57

Conheça: A força dos símbolos e seus significados

A linguagem simbólica exerce verdadeiro fascínio na comunicação entre os homens. Diversas são as formas e objetivos com que os símbolos de apresentam. Quanto à forma podem ser luminosos, sonoros, gráficos e gestuais.

Exemplo clássico de símbolos luminosos são os semáforos que, de modo imperativo, com a simples combinação de 3 cores básicas (amarelo, verde e vermelho), mundialmente convencionadas, controlam o trânsito das cidades, inclusive das grandes metrópoles, com eficiência e eficácia sobre-humana.

Na moderna comunicação de massas, especialmente na área de marketing, os logotipos e logomarcas desempenham papel fundamental de estímulo ao consumo, com seus apelos subliminares.

Os gestos, por sua vez, são rotineiramente utilizados para expressar os sentimentos, tais como: as palmas de aplausos aos fatos e atos positivos ou as vaias nas demonstrações de repulsa àquilo que desagrada. Um aperto de mão, um abraço e um aceno são gestos simbólicos de afeição.

OS SÍMBOLOS NAS ARTES

Obras do intelecto humano também podem se transformar em símbolos – de um povo ou de uma cidade – como é o caso das Pirâmides, que lembram o Egito, da Estátua da Liberdade, representando os Estados Unidos, da Torre Effel em Paris ou do Cristo Redentor, símbolo da cidade maravilhosa do Rio de Janeiro. No mesmo sentido, no campo das artes plásticas, cita-se o enigmático quadro da Mona Lisa, uma das obras primas de Leonardo Da Vinci, que retrata a beleza da mulher e o Homem Vitruviano, do mesmo pintor, símbolo da simetria básica do corpo humano com o universo.

OS SÍMBOLOS NAS RELIGIÕES

Diz-se que religião, em simplório conceito, é o termo adotado para designar qualquer conjunto de crenças e valores que compõem a fé de determinada pessoa ou de conjunto de pessoas. Cada religião inspira certas normas e motiva certas práticas, com a adoção de símbolos representativos.

A cruz é um dos símbolos humanos mais antigos e é usada por diversas religiões, principalmente a cristã. Em regra, representa uma divisão do mundo em quatro elementos (ou pontos cardeais), como também a união dos conceitos de divino, na linha vertical, e de mundano, na linha horizontal. Citam-se, ainda: O Yin-Yang, símbolo do Taoísmo, composto por um círculo dividido ao meio por uma linha ondulada; uma metade é negra (yin) e a outra é branca (yang), representado o equilíbrio entre as forças positivas e negativas do unierso e a Roda Dharmica, símbolo do Budismo, constituído de um círculo com oito braços surgidos no centro, apontando direções diferentes. Cada um dos braços representa as posturas corretas da Compeensão, do Pensamento, da Fala, da Ação, do Meio de Vida, da Atenção, da Sabedoria e do Ponto de Vista.

A SIMBÓLICA MAÇÔNICA

A Maçonaria contemporânea é uma instituição simbólica por excelência. Suas ações doutrinárias são pautadas na interpretação filosófica e espiritual dos símbolos, tendo como escopo o aprimoramento dos valores morais e éticos do homem. Os Instrumentos de Trabalho, as Constelações Estelares, as Figuras Geométricas, a Numerologia e outras ciências exatas e da natureza, constituem fontes inspiradoras da simbologia maçônica.

O Esquadro e o Compasso, quando entrelaçados, formam o Escudo representativo da Ordem, universalmente reconhecido. Isoladamente ensejam um vasto leque de interpretações. O Esquadro representa, por exemplo, a retidão dos atos a serem praticados pelos maçons, enquanto o Compasso, mediante a faculdade do manejo de abertura e fechamento de suas pernas, serve para traçar o círculo virtual do campo de ação de cada um, tendo presente as aptidões, a capacidade e os limites de exeqüibilidade, legal e moralmente permitidos.

As figuras geométricas do quadrado, do triângulo e do círculo, representando, respectivamente, a matéria, o espírito e o intelecto, em suas infinitas combinações, expressam símbolos de extraordinária riqueza esotérica aos olhos dos intérpretes convenientemente preparados.

Este pequeno ensaio, retratando o fenômeno da força dos símbolos, em suas variadas acepções, tem como propósito despertar o nosso imaginário para uma leitura racional desse mundo emblemático que nos cerca e dela tirar lições que possam contribuir para dias melhores na vida em comunidade, presente e futura.

Publicado Por: Narciso Monte

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