O uso de plantas com propriedade medicinais (fitoterápicos), ainda causam muitas dúvidas e confusões, Alguns acham que ao utilizá-lo, estarão fazendo uso de um produto natural e portanto melhor, outros acham que medicamentos fitoterápicos são menos eficazes e ainda os confunde com medicamentos homeopáticos. Mas qual a realidade em tudo isto?
O uso de um medicamento fitoterápico, do ponto de vista da qualidade do tratamento, não é melhor e nem pior, é igual. Se um fitoterápico apresenta ação sobre determinada doença é porque possui em sua composição uma substancia química que é capaz de fazer modificações em determinada função do nosso organismo.
Muitos medicamentos que hoje estão nas prateleiras da farmácias, são produzidos com moléculas retiradas de plantas. O extrato de uma planta possui até milhares de substancias, e quase todas sem nenhuma ação farmacológica.
Alguns medicamentos, são feitos deste extrato bruto, onde a susbstancia medicamentosa está junta com os demais constituinte da folha. O laboratório que produz certos medicamentos fitoterápicos, apenas retira do extrato bruto da planta, a substancia ou o grupo de substancias que realmente causam o terapêutico.
O grande problema com muitos fitoterápicos, é que geralmente são indicados para males os quais não tem nenhuma ação e por pessoas não habilitadas para indicá-lo. Assim como os medicamentos sintetizados em laboratórios, os fitoterápicos também possuem efeitos colaterais e reações adversas, afinal, possuem substancias que causam modificações em nosso organismo e podem causar problemas graves a saúde.
No decorrer da semana, trataremos mais sobre este assunto.
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