AGESPISA usa corda para amarrar adutora no interior do PI
BARRAGEM QUE CUSTOU R$ 160 MILHÕES está sem segurança e com portões abertos. Veja fotos
Quem passa na região entre Patos do Piauí e Paulistana vê a bela imagem proporcionada pela barragem Poço do Marruá. A obra custou R$ 160 milhões e, após várias paralisações, ficou pronta no ano passado.
Porém, mesmo com a importância da obra, que atende mais de 20 mil habitantes de cinco municípios piauienses, a barragem encontra-se com portões abertos, sem segurança, sendo um risco para pessoas que visitam o local, principalmente acompanhadas de crianças.
Alguns acidentes já aconteceram no local, inclusive com vítimas fatais. Enquanto a barragem estava enchendo em abril deste ano, não houve nenhum tipo de sinalização do perigo e motoristas acabaram morrendo após serem cobertos pelas águas da barragem.
Agora, o risco é para pessoas que vistam o local, que virou um ponto turístico. Nas grades não há proteção alguma. Quem for ao local é melhor não levar crianças. Na parte de baixo, o ambiente é visitado por pessoas que usam bebidas alcoólicas e outras drogas. Na administração da adutora, apenas duas funcionárias terceirizadas da Agespisa fazem os serviços no local.
VEJA FOTOS DO LOCAL



Tubulação que faz parte da adutora está amarrada por cordas, pois falta parafusos

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