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Protestos contra a MP 653 - 24/11/2014 às 12h37

Farmacêuticos piauienses protestam contra a MP 653

Aproximadamente 300 farmacêuticos e acadêmicos de farmácia do Piauí, protestaram esta manhã, em uma caminhada na Avenida Frei Serafim até o Palácio de Karnak, contra a MP nº 653, e o relatório de avaliação da MP de autoria do Dep. Manoel Júnior do PMDB da Paraíba.

Todas as entidades farmacêuticas, acadêmicos de farmácia e profissionais se uniram em protesto contra a MP, que contou participação de representante do Conselho Federal de Farmácia, Diretores do CRF-PI, Diretores do Sindicato de Farmacêuticos, Diretores da Federação Nacional de Farmacêuticos, Coordenadores de cursos e alunos de todas as faculdades de farmácia do Estado estiveram presentes.

Embora não tenha ocorrido em todas as redes, muitos profissionais foram liberados de suas atividades para participaram do ato, e muitos alunos, mesmo em semana de provas, faltaram as aulas para participar dos protestos. Os protestos ocorrem em todos os estados brasileiros

HISTÓRICO

A MP é polêmica desde a sua edição, quando mutila a Lei nº 13.021/2014, que havia sido editada no mesmo dia. A Lei 13.021/2014, regulamenta o comércio farmacêutico no País, tornando as farmácias brasileiras estabelecimentos de saúde, não as tratando como um simples comércio e possibilitando que a população brasileira tivesse acesso a farmácias as moldes da farmácias europeias.

A Lei passou 20 anos em tramitação no Congresso Nacional, tinha o apoio dos Conselhos de Farmácia, dos Sindicatos de Farmacêuticos e do Conselho Nacional de Saúde, tendo como contrários os representantes do Comércio e da Indústria Farmacêutica, que temiam o maior controle do Estado sobre esta atividades, mas que, após negociações no texto da Lei, concordaram com o texto que foi votado por unanimidade na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

A Presidenta Dilma, vetou quatro artigos da Lei aprovada e editou a MP 653 sob o argumento de que prejudicaria as empresas com faturamento inferior a R$ 3.600.000,00/ano.

Agora, o Congresso Brasileiro terá que analisar o veto da Presidente e, pode modificá-lo, derrubá-lo ou transformá-lo em Lei. Porém, o texto apresentado pelo relator, o Dep. Manoel Júnior, distancia ainda mais a farmácia do modelo buscado, inserindo situações totalmente contrárias ao modelo adotado na Lei, além da inserção de artigos alheios ao texto original da MP e que, na visão de muitos Deputados, nos faria retroceder ao período anterior a CPI dos Medicamentos ocorrida em 1998, período em que ficaram conhecidas as grandes falsificações de medicamentos no País.

O protesto dos farmacêuticos deve-se a fato que, se a medida for aprovada com o texto proposto pelo Deputado Manoel Júnior, além de ser um dos maiores retrocesso sanitário já ocorrido neste país, poderá provocar o desemprego imediato de mais de 30.000 farmacêuticos no País e prejudicar o futuro de aproximadamente 200.000 alunos, inscritos nas 454 faculdades de farmácia no Brasil.

Se a MP for aprovada, retirará um direito da população ao acesso a informações sobre o uso correto e racional de medicamentos.

Publicado Por: José Vilmore

Farmacêuticos em Protesto - 21/11/2014 às 06h04

Farmacêuticos brasileiros protestam em todo o País

A votação do relatório do Deputado Manoel Júnior (PMDB-PB), relator da Comissão Mista que analisa a Medida Provisória (MP) nº 653 de 08 de agosto de 2014, foi adiada para a próxima semana, mas o conhecimento do seu texto provocou uma onda de protestos de farmacêuticos de todo o Brasil.

A MP é polêmica desde a sua edição, quando mutila a Lei nº 13.021/2014, que havia sido editada no mesmo dia. A Lei 13.021/2014, regulamenta o comércio farmacêutico no País, tornando as farmácias brasileiras estabelecimentos de saúde, não as tratando como um simples comércio e possibilitando que a população brasileira tivesse acesso a farmácias as moldes da farmácias europeias.

A Lei passou 20 anos em tramitação no Congresso Nacional, tinha o apoio dos Conselhos de Farmácia, dos Sindicatos de Farmacêuticos e do Conselho Nacional de Saúde, tendo como contrários os representantes do Comércio e da Industria Farmacêutica, que temiam o maior controle do Estado sobre esta atividades, mas que, após negociações no texto da Lei, concordaram com o texto que foi votado por unanimidade na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

A Presidenta Dilma, vetou quatro artigos da Lei aprovada e editou a MP 653 sob o argumento de que prejudicaria as empresas com faturamento inferior a R$ 3.600.000,00/ano.

Agora, o Congresso Brasileiro terá que analisar o veto da Presidente e, pode modificá-lo, derrubá-lo ou transformá-lo em Lei. Porém, o texto apresentado pelo relator, o Dep. Manoel Júnior, distancia ainda mais a farmácia do modelo buscado, inserindo situações totalmente contrárias ao modelo adotado na Lei, além da inserção de artigos alheios ao texto original da MP e que, na visão de muitos Deputados, nos faria retroceder ao período anterior a CPI dos Medicamentos ocorrida em 1998, período em que ficaram conhecidas as grandes falsificações de medicamentos no País.

O protesto dos farmacêuticos deve-se a fato que, se a medida for aprovada com o texto proposto pelo Deputado Manoel Júnior, além de ser um dos maiores retrocesso sanitários já ocorrido neste país, poderá provocar o desemprego imediato de mais de 30.000 farmacêuticos no País e prejudicar o futuro de aproximadamente 200.000 alunos, inscritos nas 454 faculdades de farmácia no Brasil.

Espera-se uma adesão da população ao protesto do farmacêuticos, afinal, o que estão tentando fazer é retirar um direito da população ao acesso a informações sobre o uso correto e racional de medicamentos.

Publicado Por: José Vilmore

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MP 653 - 18/11/2014 às 06h44

Relatório que pode anular as conquista da Lei 13.021 será votado hoje

A Comissão mista do Congresso Nacional votará hoje o relatório do Deputado Manoel Júnior (PMDB-PB), sobre a já polêmica Medida Provisória (MP) nº 653 que regulamenta o artigo 6º da Lei 13.021, que trata sobre o comércio de medicamentos no País.

A MP n.º 653 foi editada em agosto de 2014, no mesmo dia em que foi sancionada a Lei 13.021, já é polêmica desde a sua origem, quando cria exceções para o cumprimento do artigo nº 6 da Lei 13.021, que regulamenta o comércio de medicamentos no País.

A Lei demorou 20 anos para ser aprovada e transformaria todas as farmácias e drogaria em estabelecimentos de saúde, com rígidas normas sanitárias a ser seguidas, as diferenciando um simples comércio e colocando as farmácias e drogarias do País em nível de igualdade com a dos Países mais desenvolvidos. A Lei 13.021/2014, daria mais segurança ao usuário de medicamentos e asseguraria a população o direito a informação sobre o uso deste, diminuindo a nefasta “empurroterapia”, ainda comum nos balcões das farmácia de algumas cidades do País.

O Deputado Ivan Valente, autor do substitutivo que deu origem a Lei 13.021/2014, disse em seu pronunciamento na audiência pública, realizada na semana passada para discutir a MP no Congresso, que a mesma, além de desrespeitar as decisões do Congresso Nacional, considerando que a Lei foi aprovada por unanimidade na Câmara e no Senado, ainda remete o País ao período anterior a CPI dos medicamentos de 1998, em que as farmácias eram dominada por balconista que vendiam os que ficaram conhecidos como medicamentos BO, os famosos “Bons para Otários” e quando a falsificação de medicamentos fez inúmeras vítimas neste País.

Segundo os Conselhos de Farmácia e as Federações dos Sindicatos de Farmacêuticos, o se o relatório do Deputado Manoel Júnior for apresentado em sua versão original, deixará pior o que já era muito ruim, devido a inserção pelo Deputado, de assuntos que desvirtuam e banaliza ainda mais o comércio farmacêutico.

Publicado Por: José Vilmore

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Um modelo de Farmácia - 14/11/2014 às 17h20

Farmácia Farmamil realiza campanha do dia do diabetes

Vem de Parnaíba, o exemplo de farmácia que buscamos. Nesta sexta-feira, 14/11, a Farmácia Farmamil localizada na cidade de Parnaíba - PI, está realizando uma grande campanha em alusão ao Dia Mundial de Combate ao Diabetes, com o intuito de identificar portadores que desconhecem a sua condição, prevenir e orientar sobre a doença.

Durante toda a manhã os farmacêuticos, Dra. Aline Véras Aurélio e Dr. Kleber Aurélio, juntamente com os demais colaboradores da Farmácia Farmamil estão realizaram gratuitamente, medições de glicemia, verificação de pressão arterial e orientações farmacêuticas para comunidade. A Farmamil rotineiramente já realiza ações individuais preventivas, estimulando a prática de hábitos saudáveis e orientações sobre uso e conservação da insulina, identificação dos tipos, aplicação correta, bem como, sobre o uso correto de antidiabéticos orais.

O evento, assim como muitos outros eventos de prevenção e alerta a população sobre os risco de doenças e formas de evitá-las, já faz parte do calendário de eventos da farmácia, dando o exemplo de farmácia totalmente conectada e integrada as ações de saúde promovidas pelo Ministério da Saúde e de outras entidades científicas, tais como a Sociedade Brasileira de Cardiologia e a Sociedade Brasileira de Diabetes.

Esta coluna parabeniza os farmacêuticos Dr. Kleber e Dra. Aline Aurélio pelo trabalho oferecido a população de Parnaíba. A Farmamil da o exemplo de ação a ser repetida em todas as farmácia e drogarias do país.

Publicado Por: José Vilmore

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Chikungunya - 10/11/2014 às 08h10

Chikungunya: uma nova ameaça a saúde e ao bem estar dos piauienses

Uma doença viral, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo transmissor da dengue, poderá ameaçar os piauienses no próximo período chuvoso: a Chikungunya.

Os sintomas são muito parecidos com o da dengue, que podem incluir dor de cabeça, dor muscular, inchaço das articulações, ou erupção cutânea, sendo menos letal, por não apresentar no adulto risco de hemorragias, porém, bem mais incapacitante, em decorrencia do tempo para o restabelecimento do paciente, que pode durar meses.

A maioria dos pacientes se sente melhor dentro de uma semana, porém em algumas pessoas, as dores nas articulações podem persistir por meses. Pessoas em risco de doença mais grave incluem os recém-nascidos infectados em todo o momento do nascimento, idosos (?65 anos) e pessoas com condições médicas, tais como pressão arterial elevada, diabetes ou doença cardíaca.

Surtos já ocorriam em países da África, Ásia, Europa, e os Oceanos Índico e Pacífico. No final de 2013, o vírus chikungunya foi encontrado pela primeira vez nas Américas, em ilhas do Caribe e atuamente já existem casos em solo brasileiro.

Não há vacina para prevenir ou medicamento para tratar a infecção pelo vírus chikungunya, e o tratamento é o mesmo já bem conhecido dos brasileiros: descansar bastante, beber bastante líquidos para evitar a desidratação e utilizar medicamentos sintomáticos para dor e febre, mas somente se aconselhado pelo seu médico ou pelo seu farmacêutico.

A melhor forma de combater esta nova ameaça já bastante é conhecida, considerando que é a mesma utilizada para combater a dengue: a eliminação dos criatórios do mosquito transmissor.

Publicado Por: José Vilmore

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