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JOFAR - 01/09/2014 às 06h43

Teresina aguarda a II Jornada Acadêmica Farmacêutica que iniciará amanhã

Iniciará amanhã 02/09 (terça-feira) e se prolongará até a sexta-feira (05/09), a 2° Jornada Acadêmica de Farmácia (JOFAR), onde, este ano, espera-se um público de mais de oitocentos participantes e, já é atualmente considerado o maior evento organizado por alunos de farmácia das faculdades brasileiras.

Será uma semana inteira de palestras, minicursos e mesas-redondas com a participação de grandes profissionais do Piauí e de outros estados brasileiros, como Minas, Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo, que certamente trarão contribuições importantes para o aprimoramento de acadêmicos e farmacêuticos que participarem do evento.

Estimamos que o estado possua em torno de 2.000 acadêmicos de farmácia, distribuídos nas seis faculdades de farmácia do estado, com previsão de abertura de mais uma faculdade no norte do Piauí. Embora o número de profissionais tenha aumentado muito nos últimos anos, o estado ainda é o que possui o menor numero de farmacêuticos por 10.000 habitantes e que somente em aproximadamente cinco anos, conseguiremos nos igualar à média brasileira.

HISTÓRICO DA JOFAR

Em setembro de 2013, estudantes de diversas faculdades de Farmácia do Piauí reuniram-se para realizar a primeira edição da Jornada Acadêmica de Farmácia (JOFAR), em prol da valorização do profissional farmacêutico e da sua importância como promotor de saúde. Durante os quatro dias de programação, acadêmicos e profissionais tiveram a oportunidade de discutir a melhor maneira de se trabalhar a união da classe, que muito tem crescido no estado. Houve ainda uma gama de atividades (palestras, minicursos, mesas-redondas e grupos de discussão) que abordaram a realidade nas diversas áreas de atuação do farmacêutico, como, análises clínicas, farmácia magistral, indústria de alimentos e cosméticos.

A 1ª JOFAR ultrapassou as expectativas iniciais e obteve público recorde, transformando-se no maior evento realizado por estudantes de Farmácia do Nordeste. Tamanho destaque rendeu à JOFAR a participação no calendário de eventos do Conselho Federal de Farmácia, além de apoio por parte desta que é a maior instituição representativa da classe.

O evento, trouxe a união entre os acadêmicos das instituições que disponibilizam o curso de farmácia do Piauí, além de promover uma visão mais crítica dos alunos inserindo-os na busca de uma maior participação nas reivindicações da categoria no estado. Um exemplo marcante foi o ato público ocorrido na manhã de 05 de setembro de 2013, na Avenida Frei Serafim, em que estudantes e profissionais juntamente com os representantes do SINFARPI se uniram para reivindicar às autoridades governamentais a convocação de mais profissionais farmacêuticos a fim de melhorar o atendimento da população na Diretoria de Unidade de Assistência Farmacêutica da Secretaria de Estado da Saúde do Piauí. A ação, em forma de caminhada ao longo da principal avenida de Teresina, conseguiu notoriedade na imprensa local e despertou na sociedade piauiense o interesse a cerca deste profissional indispensável para a realização da assistência à saúde da população.

Maiores informações: http://www.jornadadefarmacia.com/

 

Fonte: site JOFAR

Publicado Por: José Vilmore

Liberação do Canabidiol - 27/08/2014 às 06h18

Faz-se urgente a liberação do canabidiol para uso medicinal

Durante muitos séculos, os medicamentos conhecidos e utilizados pelo homem eram, em quase toda sua totalidade, de origem vegetal e, ainda hoje em nossas farmácias, aproximadamente 30% dos produtos comercializados tem diretamente esta origem.

Acumulo do conhecimento ao longo dos séculos trouxe como consequência, aplicação destes para os avanços na área de saúde, como a síntese em laboratório de novos compostos inéditos na natureza, que possibilitaram a introdução de novos medicamentos exclusivamente de origem química e a síntese em laboratórios de compostos naturais ou ainda, o aperfeiçoamentos de moléculas de origem vegetal, de forma aumentar a eficácia ou reduzir toxicidade do composto natural.

Ocorre, que muitos compostos naturais são de uma complexidade tão grande, que ainda não é possível a sua síntese em laboratório, obrigando a extração para uso medicamentosos, diretamente do vegetal.

Um dos compostos que ultimamente tem gerado muita polêmica é o canabidiol, um dos mais de 300 compostos encontrados nas folhas da Cannabis sativa e que estudos conduzidos em diversos países, entre eles EUA, Reino Unido, Canadá e Israel, tem mostrados efeitos benéficos no tratamento da esclerose múltipla, dores neuropáticas, enjoos provocados por quimioterápicos e epilepsia multifocal e de difícil controle.

Crianças com epilepsia multifocal e de difícil controle aos tratamentos convencionais passam a receber doses cada vez mais elevadas de medicamentos anticonvulsivante a ponto de, em alguns casos, uma única dose recebida por uma destas crianças seria suficiente para matar um homem adulto que não esteja em tratamento. Nestes casos o canabidiol tem se revelado muito eficaz, porém por ser derivado de uma planta proscrita no território brasileiro, sua importação é proibida, impossibilitando assim, crianças de receberem o tratamento com esta substancia.

Algumas famílias da Paraíba conseguiram na justiça o direito de importar diretamente o canabinol de países onde o mesmo esteja liberado, para o tratamento de seus filhos e, relatam uma grande melhoria não somente no controle das crises mas também na qualidade de vida como um todo.

Esta semana, representantes destas que lutam pela liberação do Canabidiol (CBD), participaram na segunda-feira (25/08) de uma audiência pública no Senado Federal, onde foi analisado o relatório do senador Cristóvão Buarque (PDT-DF) que propõe a liberação da maconha (cannabis sativa).

Pais e mães destas crianças, mostraram no plenário a necessidade de uma proposta exclusiva para liberação do uso medicinal do CBD, dado a urgência que o caso requer, separando-a do polêmico texto que colocam na mesma proposta a liberação para uso medicinal e juntamente com a de liberação também para uso recreativo.

Ontem representante das famílias estiveram no Conselho Federal de Farmácia em busca de apoio institucional e outras orientações, e, receberam de um Diretor a promessa de que que será aberta no plenário a discussão deste tema para um posicionamento formal do órgão.

Esta coluna se solidariza com as famílias por entender como urgentíssima a necessidade da regulamentação do canabidiol para uso exclusivamente medicinal, separando das discussões para uso também recreativo, como uma forma de acelerar a regularização neste casos, que certamente trará uma grande melhoria na qualidade de vida destes pacientes, e até mesmo com o afastamento de situação de risco de morte em decorrência da gravidade do estado de saúde.

Paralelamente a liberação, um grande estudo deve ser conduzido para aprofundar os conhecimentos científicos do uso desta substância, de modo que se extraia o máximo benefício e se minimize ou anule qualquer risco desta utilização.

Publicado Por: José Vilmore

Ebola - 25/08/2014 às 06h42

Ebola: americanos tratados com droga experimental obtiveram alta

Receberam alta na quinta feira passada, o médico Kent Brantly e a missionária Nancy Writebol que haviam sido internados com ebola no início de agosto após terem contraído o vírus ebola na Libéria. Ao confirmarem a infecção os dois foram levados de volta aos EUA e ficaram isolados no hospital da Universidade Emory, onde usaram a droga experimental ZMapp.

O ZMapp foi usado no tratamento de outros três médicos americanos, que se recuperam, e do padre espanhol Miguel Pajares, que morreu. Como ainda não há tratamento ou vacina para lidar com o vírus, a OMS (Organização Mundial de Saúde) autorizou o uso de remédios experimentais nos pacientes (16,7% de letalidade mesmo com o uso da droga experimental).

SURTO
Até a última segunda (18), a epidemia de ebola matou 1.350 pessoas na África ocidental, segundo dados divulgados pela OMS na quarta (20). Desde o início do ano, foram registrados 2.473 casos confirmados em quatro países: Guiné, Libéria, Nigéria e Serra Leoa. É o maior surto da doença desde a descoberta do vírus, em 1976. A Libéria segue sendo o país com mais mortos (576 óbitos dos 972 casos com 59,25% de letalidade), seguida pela Guiné (396 mortes e 579 casos 63,39% de letalidade) e por Serra Leoa (374 mortes e 907 casos, 41, 23% de letalidade).

Na Nigéria, a situação é considerada estável, com cinco mortos (um deles ainda não contabilizado no balanço da OMS) e 15 casos confirmados. Nesta quinta, a OMS descartou que seja o ebola o vírus que provocou febre hemorrágica em centenas de pessoas na República Democrática do Congo, no centro do continente africano. Ainda não se sabe o que provocou a doença, que já deixou 70 mortos.

Esta coluna sempre teve um "pé atrás" quando o assunto é drogas experimentais, principalmente quando as mesmas podem vir a render centenas de milhões de dólares a que as produz. Quem não lembra o caso do Tamiflu, um medicamento para o tratamento da gripe N1H1, que dezenas de países, inclusive o Brasil, fizeram grandes estoques a um custo de muitos milhões de dólares e recentemente se discute a sua eficácia.

Será que o índice de cura dos americanos e a baixa letalidade não se deve a fatores outros, como cuidados intensivos de melhor qualidade em hospitais altamente qualificados? Será que o estilo de vida, melhores condições de alimentação e higiene não não foram preponderantes na cura?

Fonte: Folha de S.Paulo

Publicado Por: José Vilmore

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Lei 13.021/14 - 13/08/2014 às 21h10

Lei 13.012/14 mantém a obrigatoriedade do farmacêutico nas farmácias e drogarias

A recém-publicada Lei 13.021/14, além de trazer benefícios a sociedade, como a possibilidade de se melhorar a qualidade dos serviços farmacêuticos prestados em uma farmácia ou drogaria, trouxe também algumas polêmicas por conta da interpretação da Medida Provisória (MP) 653/14, editada pela presidente Dilma Rousseff aprovada na mesma data.

Alguns meios de comunicação tem divulgado erroneamente de que a MP modificaria a obrigatoriedade da presença do farmacêuticos nas farmácia de micro e pequeno porte, podendo o mesmo ser substituido por técnico de nível médio, porém, trata-se de uma interpretação totalmente equivocada.

A MP inclui um parágrafo único no artigo 6º da nova Lei Federal, determinando que se aplique, às microempresas e empresas de pequeno porte, o artigo 15 da Lei Federal nº 5.991/73, a antiga legislação que regia a atividade pelos Conselhos de Farmácia e portanto, mantém a obrigatoriedade do profissonal durante todo o horário de funcionamento.

Isso porque essa regra já existia desde 1973 no artigo 15 da Lei nº 5.991, que determina que a farmácia e a drogaria terão, obrigatoriamente, a assistência de técnico responsável, inscrito no Conselho Regional de Farmácia (parágrafo 3º do artigo 15).

A Lei 13.021/14,determina no artigo 5º, que não foi modificado pela Medida Provisória, que: “no âmbito da assistência farmacêutica, as farmácias de qualquer natureza requerem, obrigatoriamente, para seu funcionamento, a responsabilidade e assistência técnica de farmacêutico habilitado na forma da lei”.

Publicado Por: José Vilmore

SBFC - 06/08/2014 às 15h11

SBFC/SE realiza I Simpósio Sergipano de Farmácia

A Sociedade Brasileira de Farmácia Comunitária Regional Sergipe (SBFC/SE), com apoio do Conselho Regional de Farmácia de Sergipe (CRF/SE), do Conselho Federal de Farmácia (CFF) e da SBFC nacional realiza, nos dias 08 e 09 de agosto, em Aracaju, o I Simpósio Sergipano de Farmácia, que tem como tema as “Atribuições Clínicas e Prescrição Farmacêutica”.

O evento, que reunirá participantes de diversos estados, distribuídos entre farmacêuticos, acadêmicos e outros profissionais da área de saúde, tem como objetivo proporcionar uma refinada atualização científica e discutir variados temas de interesse farmacêutico.

Publicado Por: José Vilmore

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