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Venenos nossos de cada dia - 28/09/2016 às 09h22

Contaminante ambientais presentes no nosso dia-a-dia (parte II)

Continuando o texto anterior, continuamos listando os contaminantes ambientais que já emitimos no passado e alguns dos quais continuamos a emitir diariamente ao meio ambiente e aos quais somos involuntariamente submetidos. Considerando que muitos deles a destruição no ambiente pode levar décadas, a cada dia que passa deixamos um mundo bem mais perigoso e nocivo para as gerações futuras.

Perclorato
Além do uso em combustíveis de foguetes, o que leva a contaminação em extensas áreas perto de bases militares, são utilizados também em airbags, em foguetes pirotécnicos, solventes, fertilizantes e herbicidas. A contaminação pelo perclorato tem aumentado significativamente nos últimos anos, já tendo sido detectada tanto no solo quanto na água, de modo que a substância pode ser encontrado em muitos frutos e produtos lácteos.
O composto pode agir diretamente na glândula tireoide, diminuindo a produção dos hormônios tireoidianos e estudos mostraram que, crianças de mães com elevados níveis urinários de perclorato tinham performance intelectual medida pelo Quociente de Inteligência (QI) inferior, com impacto particularmente relevante no QI verbal. A introdução de levotiroxina (hormônio tireoidano) com 12 semanas de gestação não foi eficiente para reverter os efeitos tóxicos do perclorato, sugerindo uma ação direta deste poluente sobre a glândula fetal.

Como diminuir o contato: Embora seja difícil evitar o perclorato em alimentos, é possível reduzir os efeitos da química, certificando-se de consumir suficiente iodo na dieta. Um filtro de osmose inversa pode também reduzir os níveis de perclorato na água potável, porém, além de muito caro, o tratamento retiraria minerais importantes presentes na água.

Retardadores de fogo
A substância tornou-se comum não somente nos EUA, mas em todo o mundo globalizado desde a década de 1970, quando normas de segurança contra incêndios incluíram produtos que adotaram o uso de polibromados difenil éteres (PBDEs) para poderem cumprir com leis bem estritas.

Os PBDEs têm uma estrutura molecular similar aos PCBs que já foram proibidos, devido sua relação com o câncer, com problemas reprodutivos e a alterações no desenvolvimento cerebral de fetos. Podem atrapalhar a atividade da tiroide e têm sido associados a efeitos para a saúde, tais como QI inferior e um desencadeador das mutações que levam ao desenvolvimento do autismo nos fetos.

Após um acidente ocorrido em Santa Catarina – Brasil, alguns PBDEs foram proibidos em alguns estados federativos do país, porém, mesmo neste estados, seguem presentes no ambiente e acumulam-se em nossos corpos. Devido tratar-se de uma molécula estável, mesmo que venham a ser totalmente proibidos, levará décadas ou séculos para que o mesmo desapareça. Estima-se que nos EUA, 97% de algumas populações já apresentem níveis consideráveis no organismo.

Chumbo

O chumbo já foi utilizado para a confecção de vasilhames e taças para vinho, e responsável por milhares de mortes em todo o mundo antigo. Utilizados como pigmentante, o chumbo ainda está presente nas tintas de edifícios antigos e que durante a sua demolição podem liberá-lo para o meio ambiente. Ainda pode ser encontrado no sistema de fornecimento de na água em edificações antigas e em bebidas clandestinas, considerando que o chumbo era utilizado para soldar canos de metal.

O chumbo está associado a danos cerebrais, QI inferior, perda de audição e problemas do sistema nervoso. Mas também já foi descoberto que o chumbo afeta os hormônios. Em animais, o chumbo pode diminuir os níveis de hormônios sexuais.

Como diminuir o contato: evite o consumo de bebidas destiladas e de procedência desconhecida. Se morar ou hospedar-se em edificações muito antigas, abra as torneiras e deixe a água escorrer por um bom tempo antes de lavar o rosto ou escovar os dentes. Não beba água oriunda deste sistema, mesmo filtrada.

Produtos químicos perfluorados (PFCs)
Estudos também descrevem o PFOA como uma substância que causa intoxicação do fígado e do sistema imunológico, além de desregulação hormonal, principalmente da tireoide. Além disso, após a realização de testes, pesquisadores afirmam que o composto favorece o desenvolvimento de câncer de fígado, de testículos e pancreático em roedores.

O PFOS possui entre seus efeitos negativos o enfraquecimento do sistema imunológico, atraso no desenvolvimento físico, danos ao sistema endócrino, mortalidade prematura além de ser uma substancia cancerígena. Por esses motivos essa substância foi adicionada em 2009 no Anexo B da Convenção de Estocolmo de Poluentes Orgânicos Persistentes com o intuito de restringir sua produção.

Podemos encontrá-lo em produtos como impermeabilizantes de carpetes, de roupas e de estofados, no papel utilizado nas embalagens de alimentos fast-food, em fios e fitas dentais, em alguns tipos de cera para piso e em fitas isolantes feitas com PTFE (conhecido como Teflon).

Fonte: e-Cycle,CRQ4.org.br, Scientific American

Venenos nossos de cada dia - 26/09/2016 às 18h52

Contaminantes ambientais presentes no nosso dia-a-dia (parte I)

Diariamente, somos expostos involuntariamente a diversas substâncias químicas que possuem influência negativa no nosso organismo, principalmente no que se refere aos hormônios.

Confira quais são abaixo:

Bisfenol A (BPA)

O Bisfenol A (BPA) é um composto utilizado na fabricação de policarbonato, um tipo de resina usada na produção da maioria dos plásticos. O BPA também está presente na resina epóxi, utilizada na fabricação de revestimento interno de latas que acondicionam alimentos para evitar a ferrugem e prevenir a contaminação externa. Segundo os pesquisadores, o componente tem similaridade com o hormônio feminino e da tireoide.
Estudos sugerem que, ao entrar em contato com o organismo humano, principalmente durante a vida intrauterina, a substância pode afetar o sistema endócrino, aumentando ou diminuindo a ação de hormônios naturalmente produzidos pelo corpo humano, trazendo danos à saúde, como infertilidade, modificações do desenvolvimento de órgãos sexuais internos, endometriose e câncer.

No Brasil a substância está, desde o dia 1º de janeiro de 2012, proibida a venda de mamadeiras ou outros utensílios para lactentes.

Como diminuir o contato: preferir produtos acondicionados em garrafas de vidro ao invés embalagens PET. Evitar enlatados.

Dioxina
As dioxinas são subprodutos não intencionais de muitos processos industriais nos quais o cloro e produtos químicos dele derivados são produzidos, utilizados e eliminados. As emissões industriais de dioxina para o meio ambiente podem ser transportadas a longas distâncias por correntes atmosféricas e, de forma menos importante, pelas correntes dos rios e dos mares, o que as torna presente em toda a terra de forma difusa. Mesmo que cessássemos completamente a produção mundial completamente, os níveis ambientais levariam séculos para diminuir, em decorrência de sua lenta degradação no meio ambiente e a capacidade de ser continuamente reciclada.

A exposição humana às dioxinas provém quase que exclusivamente da ingestão alimentar, especialmente de carne, peixes e laticínios. Exposições extremamente altas de seres humanos às dioxinas que acontecem, por exemplo, após exposição acidental/ocupacional, juntamente com experimentação em animais de laboratório, mostraram efeitos de toxicidade no desenvolvimento e reprodutiva, efeitos sobre o sistema imunológico e carcinogenicidade. Mais preocupantes ainda são dados de estudos recentes que mostram que as concentrações das dioxinas no tecido humano na população de países industrializados já estão – ou estão próximos – dos níveis nos quais os efeitos sobre a saúde podem ocorrer.

Como diminuir o contato: diminuir a ingestão de carnes e peixes, principalmente oriundos de confinamentos.

Atrazina
É o segundo herbicida utilizado no mundo e é o mais comumente detectado em água de subsolo, água de superfície e chuva no país.

Os pesquisadores observaram estudos que ligam a exposição à atrazina a níveis anormais de andrógeno (hormônio masculino) e encontraram uma associação comum entre a exposição ao herbicida e a “feminização” das gônadas masculinas em muitos animais. As descobertas mais robustas se referem a anfíbios, onde a exposição massiva a atrazina feminiza sapos machos, que chegam a trocar de sexo.

Estudos recente descrevem a desregulação da função hormonal e do desenvolvimento sexual reportados em estudos de mamíferos, sapos, peixes, répteis e células humanas expostas ao herbicida. Os estudos descobriram que a exposição à atrazina pode mudar a expressão de genes envolvidos na sinalização hormonal, interferir com a metamorfose, inibir enzimas que controlam a produção de estrógeno e andrógeno e desregular o desenvolvimento e o funcionamento normais de machos e fêmeas.

Como diminuir o contato: Consumir produtos orgânicos e utilizar um filtro para água potável.

Ftalatos
Os ftalatos são um conjunto de substâncias capazes de tornar plásticos rígidos em plásticos maleáveis. O uso mais preocupante são nos brinquedos infantis e embalagens para acondicionamento de alimentos. Presentes também em cosméticos, onde são responsáveis pelo brilho e pela fixação da cor de esmaltes e permitem que perfumes durem mais tempo; e, em outros produtos, tanto para adultos como para crianças e bebês, como hidratantes, spray de cabelo, sabonetes líquidos, antitranspirantes, desodorantes,condicionadores e xampus, os ftalatos dão aquele aspecto líquido ou de cremosidade.

Os ftalatos estão associados à ocorrência de problemas reprodutivos em animais silvestres e testados em laboratórios. A presença de ftalatos no organismo desses animais provocou a redução da fertilidade, aborto, defeitos congênitos, câncer de fígado e rins. Em humanos os efeitos foram: surgimento de câncer de mama,desregulação hormonal e diminuição da fertilidade masculina (redução do número de espermatozoides).

No Brasil, desde 2009, são limitadas as concentrações de ftalatos e seus derivados (não mais que 1% em peso de ftalato), em copos e garrafas plásticas descartáveis, seguindo resolução da ANVISA.

Como diminuir o contato: Evitar o uso de copos descartáveis, principalmente para alimentos quentes. Não utilizar embalagens plásticas para aquecer alimentos no micro-ondas.

Fonte: SBEM, e-Cycle

Tópicos
Descarte de medicamentos - 14/09/2016 às 09h54

Descarte inadequado de medicamentos é um grave problema

Sempre que falamos em resistência bacteriana, a primeiro ambiente que vem a mente da maioria das pessoas são os pacientes acamados em longa permanência nos hospitais. Porém, esta resistência pode esta acontecendo bem distante destes, no solo e nos rios, em decorrência do descarte inadequados de medicamentos.

A resistência de micro-organismos a antimicrobianos ocorre de maneira natural e é um processo evolutivo. Para entender melhor, vamos utilizar um padrão que até bem pouco tempo era utilizado nos teste de novas drogas: a DL50.

A DL50 era a quantidade de determinada substância que levaria à morte, metade dos indivíduos de uma população, geralmente utilizava-se ratos. Todos os indivíduos nascem diferentes e, em alguns, uma melhor capacidade de metabolização decorrente da maior produção endógena de determinada enzima, pode fazer o diferencial entre morrer ou não com a dose de uma substância que seria letal para a maioria dos indivíduos. Estes sobreviventes têm a capacidade de transmitir para parte dos seus descendentes esta “habilidade”. Seus descendentes portanto, ao ser submetidos aquela substância, sairão ilesos em sua grande maioria.

O mesmo acontece às bactérias, que, ao ser submetidas a um determinado antimicrobiano, grande parte delas sucumbirão, mas, as que escaparem da morte e ao sistema imunológico do indivíduo ao qual infectam, produziram descendentes resistentes.

Ao lançar medicamentos na rede de esgotos, os mesmo são diluídos e contaminam águas com grande proliferação de bactérias, podendo fazer surgir daquela população, bactérias resistentes ao antimicrobiano descartado, que se chegarem a infectar alguém, já apresentaram resistência aquele antibiótico.

O problema não ocorre somente com os antimicrobianos, diversos medicamentos estão contaminando o nosso solo, como por exemplo como hormônios, que ao chegarem nos rios ou ao lençol freático, poderão expor todos os que fizerem uso desta água aos seus efeitos, animais e até mesmo o próprio homem.

Os números do descarte inadequado são muito alarmantes, segundo diversas fontes consultadas:

- 2,2 bilhões de medicamentos são consumidos durante 1 ano no Brasil; (2011)

- 1kg de medicamento descartado no vaso sanitário ou em rios podem contaminar até 450 l de água;

- Estima-se que 20% dos medicamentos adquiridos sejam descartados de forma inadequada no ambiente doméstico.

Infelizmente o problema não é somente o descarte, mas há também o que relacionado ao uso indiscriminado de medicamentos, principalmente antibióticos, nas criações de animais para o abate, que gera uma situação bem parecida com a causada pelo descarte inadequado.

Obesidade e câncer - 10/09/2016 às 08h11

Estudo revela que sobrepeso e obesidade aumentam o risco para 13 tipos de câncer

Estar acima do peso ou obeso aumenta o risco para 13 tipos de câncer, pelo menos é o que revela um estudo publicado no New England Journal of Medicine.

Após analisar mais de mil estudos o assunto, os pesquisadores acrescentaram à lista mais oito tipos de cânceres que têm os risco aumentado pela obesidade: fígado, estômago, pâncreas, vesícula, ovário, tireoide, sangue e um tipo de tumor no cérebro, além dos já conhecido aumentos nos riscos de câncer de intestino, rim, esôfago, mama e útero.

Um dos mecanismos de ação pelo qual a obesidade aumenta os riscos, está relacionado com o desenvolvimento da resistência a insulina decorrente da diabetes tipo 2, o que faz com que o organismo aumente a produção de insulina que passa a agir como um fator estimulador de crescimento de células, inclusive de células cancerígenas.

Um outro fator está relacionado com um estado inflamatório sistêmico causado pela gordura. O indivíduo tem uma obesidade crônica fica numa situação de inflamação constante, que pode até ser medida no sangue.

Segundo o Ministério da Saúde, mais da metade dos brasileiros (52,5%) estão acima do peso e 17,9% são obesos. O resultado da pesquisa traz um alerta principalmente para as mulheres: os pesquisadores relataram que a ligação mais forte entre obesidade e câncer está relacionada com o câncer de útero. Ainda segundo um levantamento do Instituto do Câncer de São Paulo (ICESP), 87% das mulheres com câncer de endométrio, a camada interna que reveste o útero, tem obesidade ou estão acima do peso.

Fonte: Jornal Hoje

Alteração de legislação - 05/09/2016 às 16h45

Anvisa publica nova Portaria que altera a 344/98

Anvisa publicou na quarta-feira, dia 31 de agosto, a Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) nº 103/2016, que dispõe sobre a atualização do Anexo I (Listas de Substâncias Entorpecentes, Psicotrópicas, Precursoras e Outras sob Controle Especial) da Portaria SVS/MS nº 344, de 12 de maio de 1998, e dá outras providências.

As alterações devem obedecer os prazos estipulados para serem aplicadas pelos farmacêuticos das farmácias, distribuidoras e hospitais, considerando o rigor aplicado pela legislação brasileira a inobservância destes atos.

As listas classificam os medicamentos pelas suas ações no sistema nervoso central ou ainda por fazerem parte de um grupo restrito de medicamentos em que seu uso exigem um acompanhamento mais próximo pelo prescritor, tais como os anorexígenos, antirretrovirais, os imunossupressores, as substâncias retinóicas. Definem também que, para algumas substâncias, além da receita da prescrição, deverão ser preenchidas pelo médico, notificações de receitas específicas para cada lista, que são imprescindíveis para sua aquisição pelo paciente.

A lista traz ainda a relação de substâncias proscritas no país e que portanto não podem ser produzidas, armazenadas, transportadas, comercializadas ou dispensadas.
Seguem as alterações descritas na Resolução:

Os antirretrovirais estarão sujeitos à prescrição médica comum e estabelece um prazo de 18 (dezoito) meses para o esgotamento do estoque remanescente do material de bula e rotulagem dos medicamentos antirretrovirais. Revoga também as disposições aplicáveis à Lista "C4", às substâncias e aos medicamentos antirretrovirais, contidas na Portaria SVS/MS nº 344, de 12 de maio de 1998, na Portaria nº 6, de 29 de janeiro de 1999, na Resolução - RDC nº 63, de 9 de setembro de 2008, na Resolução - RDC nº 81, de 5 de novembro de 2008, na Resolução - RDC nº 99, de 30 de dezembro de 2008, na Resolução - RDC nº 11, de 6 de março de 2013 e na Resolução - RDC n° 96 de 29 de julho de 2016.

Seguem as alterações descritas na Resolução:

I. Exclusão:

1.1. Lista "C1": Tricloroetileno
1.2. Lista "C4": Lista das substâncias antirretrovirais

II. Inclusão

2.1. Lista "B1": cloreto de metileno/diclorometano
2.2. Lista "B1": tricloroetileno
2.3. Lista "D2": tricloroetileno
2.4. Lista "F2": 4-bromometcatinona
2.5. Lista "F2": Dihidro-LSD
2.6. Lista "F2": N-Acetil-3,4-MDMC
2.7. Inclusão do adendo 6 na Lista "B1"
2.8. Inclusão do adendo 7 na Lista "B1"
2.9. Inclusão do adendo 10 na Lista "F2"

III. Alteração

3.1. Alteração do adendo 6 da Lista "C1"

3.2. Lista "D2", item 6: substituição cloreto de metileno por cloreto de metileno/diclorometano

Conheça as lista da Portaria 344/98:

Lista – A1: Substâncias entorpecentes e sujeitas a notificação de receita “A” ;
Lista – A2: Substâncias Entorpecentes de uso permitido somente em concentrações especiais e sujeitas a notificação de receita “A”;
Lista – A3: Substâncias psicotrópicas e sujeita a notificação de receita “A”;
Lista – B1: Substâncias psicotrópicas e sujeitas a notificação de receita “B”;
Lista – B2: Lista das substâncias psicotrópicas anorexígenas e sujeitas a notificação de receita “B”;
Lista – C1 : Outras substâncias sujeitas a controle especial e sujeitas a Receita de Controle Especial em duas vias, onde ficam claramente identificados, com nomes completos e endereço e contatos, o prescritor, o dispensador e o paciente. Nesta lista constam: Lista – C2, com substâncias retinóicas, Lista C3, com determinadas substâncias imunossupressoras, Lista – C4 , que agora deixa de existir, com substâncias anti-retrovirais, que passam a prescrição médica comum, e a lista - C5, que não sofreu alterações, com as substâncias anabolizantes.
Lista – D1: Substâncias precursoras de entorpecentes e/ou psicotrópicos, sujeitas a Receita Médica sem Retenção;
Lista – D2: insumos químicos utilizados como precursores para fabricação e síntese de entorpecentes e/ou psicotrópicos e sujeitos a Controle do Ministério da Justiça;
Lista – E: Lista de plantas que podem originar substâncias entorpecentes e/ou psicotrópicas, onde o seu cultivo é caracterizado como tráfico de drogas;
Lista – F: Lista as substâncias de uso proscrito no Brasil.

Fonte: Anvisa

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