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Medicamento novo - 25/08/2016 às 07h49

Anvisa libera novo medicamento para tratamento de câncer raro de tireóide

As doenças de baixa prevalência e que, potencialmente terão poucos pacientes, não costumam atrair investimentos de grandes laboratórios para pesquisar novos fármacos, ficando muitas vezes renegada a medicamentos mais antigos e infelizmente, sem muitas novidades e avanços nos tratamentos.

Esta semana porém, a Agência de Vigilância Sanitária aprovou a liberação de uma nova droga para o tratamentos de pacientes com câncer um tipo raro de câncer de tireoide, conhecido como papilífero, folicular ou célula de Hürthle. O medicamento teve a análise priorizada pela Agência, por ser considerado uma droga órfã, que, como já colocado, que trata doenças raras.

O medicamento será fabricado pela empresa Pantheon Inc. no Canadá e a importação ficará por conta da empresa Eisai Laboratórios LTDA e terá nome comercial de Lenvima® (mesilato de lenvatinibe).

A nova droga aprovada pela Anvisa é indicada para adultos com a doença em estado avançado ou metastático, resistente à radioterapia.

 

Fonte: Anvisa

Vitaminas - 22/08/2016 às 08h45

Sem prescrição, vitaminas também podem trazer riscos saúde

Fato corriqueiro nos balcões das farmácias brasileiras é a automedicação, onde, medicamentos são procurados pelo próprio paciente, por orientação de leigos ou pela repetição de receitas médicas anteriores, ou ate mesmo empurrados por funcionários das farmácias que buscam engordar suas comissões.

Durante anos, foi criada a ilusão de que medicamentos isento de prescrição não traz perigo à saúde. Grande engano, pois, além de poderem afetar gravemente o paciente após um único uso, em caso de reações alérgicas, pode ainda mascarar ou até mesmo ocasionar doenças graves,quando utilizados por longos períodos.

Dentre os medicamentos mais consumidos, destaca-se alguns, como por exemplo as vitaminas, apregoadas pelos comerciais da mídia como uma verdadeira panaceia em prol do bem estar. Raramente se entra em uma farmácia e estes medicamentos não são ofertados por funcionários, que não levam em consideração que para alguns pacientes, o uso destes produtos podem levar a grandes riscos

Quem tem uma alimentação balanceada, onde frutas, verduras e sucos naturais fazem parte do cardápio, a complementação de vitaminas deve ser evitada, salvo por detecção de alguma deficiência, pois sua complementação de forma indiscriminada, pode representar mais riscos que benefícios e, em caso de pacientes oncológicos, algumas vitaminas podem favorecem o surgimento de metástases.

Há ainda o risco de acumulo no organismo e surgir hipervitaminose, ocasionando problemas como vômitos, diarreia, danos ao fígado, arritmias, osteoporose, perda de cabelo, irritabilidade, fraqueza muscular e inúmeros outros sintomas.

Um estudo publicado pela Associação Médica Americana, onde foram utilizados 181 mil pacientes, revelou que a ingestão de complementos que contenham vitaminas A, E ou betacaroteno está ligada a um aumento de 5% nos riscos de mortalidade.

Não existem medicamentos sem risco, nem mesmos as vitaminas artificiais. Antes de tomar estas substâncias consulte o seu médicos ou peça orientações ao farmacêutico.

Ibogaína - 17/08/2016 às 06h46

Ibogaína, droga de origem africana para tratar dependência química, não tem comprovação científiica

Utilizada na Africa Central como uma verdadeira panaceia, em doenças de causas tão diversas, tais como, no tratamento de depressão, picada de cobra, impotência masculina, esterilidade feminina, Aids e também como estimulante e afrodisíaco, a ibogaína, substância derivada da raiz de uma planta africana conhecida como iboga (Tabernanthe iboga), vem sendo utilizada de forma não autorizada pelos órgãos de vigilância sanitária, para o tratamento da dependência química.

De forma controversa, a substância provoca efeitos avassaladores sobre a consciência, induz o coma, provoca visões, sendo uma substâncias perigosas e já provocou a morte de três pessoas em tratamento não-controlado de toxicodependentes, na Holanda, na França e na Suíça.

Alguns especialistas afirmam que a ibogaína age sobre áreas do cérebro que regem a sensação do corpo físico. O resultado é que a pessoa constrói uma imagem do ‘eu’ fora do corpo.

A substância não pode ser comercializada no Brasil e, conforme nota divulgada pela Anvisa, nenhuma empresa solicitou avaliação e o registro do produto, e não há como avaliar ou assegurar a eficácia e a segurança da ibogaína.

Denúncias ou eventuais problemas e eventos adversos podem ser notificados à Anvisa por meio da central de atendimento Anvisa Atende, pelo telefone 0800 642 9782, ou pelo Email ouvidoria@anvisa.gov.br.

 

Fonte: Anvisa e Superinteressante

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Velha droga promissora - 15/08/2016 às 07h37

Medicamento conhecido há mais de 60 anos pode ser alternativa para tratar o Alzheimer

O ácido mefenâmico, um medicamento utilizado há quase 60 anos, pode ser uma droga promissora no tratamento do Alzheimer. Pelo menos é o que apontam os estudos da Universidade de Manchester, no Reino Unido, em um experimento liderado por pesquisador David Brougt e publicado na edição de quinta-feira passada, do periódico científico “Nature Communications”.

No experimento realizados em camundongos, o medicamento utilizado como anti-inflamatório, reverteu por completo a perda de memória em animais geneticamente modificados para desenvolverem os sintomas da doença. Foi a primeira vez que o medicamento foi testado para combater as inflamações no cérebro ligadas ao Alzheimer, inibindo um processo chamado inflamassoma NLRP3, atuando em uma via inflamatória importante, que danifica as células cerebrais. Até agora, não havia nenhuma droga disponível para atacar esta via.

Porém, o pesquisador alerta que muito mais trabalho ainda precisa ser feito até que possa dizer com certeza, que este anti-inflamatório vai atacar o mal em humanos, já que modelos com camundongos nem sempre replicam fielmente as doenças humanas. Os pesquisadores ainda estarão entrando com pedido de autorização para a realização de ensaios prévios de fase II (uma das muitas etapas no desenvolvimento de novos medicamentos, que já pode envolver um grupo considerável de cobaias humanas) para provar o conceito de que esta droga tem efeitos sobre a neuro-inflamação em humanos.

Caso os resultados sejam positivos para os ensaios clínicos com humanos e este medicamento se torne um caminho alternativo para o tratamento do mal neurodegenerativo mais preocupante do milênio, e será mais uma arma contra esta doença que afeta dezenas de milhões de pessoas em todo mundo.

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Vacina contra dengue - 05/08/2016 às 06h36

Anvisa orienta consumidor a denunciar preços abusivos

Entre R$ 132,76 e R$ 138,53. Estes são os valores máximos que clínicas de vacinação podem cobrar do consumidor por cada dose da vacina da dengue, produzida pela empresa Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda. A pequena variação do teto do “Preço Fábrica” (PF) que o produto poderá ser comercializado reflete as diferentes alíquotas do ICMS vigentes no Brasil.

De acordo com regras da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), que é a autoridade brasileira para a regulação de preços de medicamentos, as clínicas e serviços de imunização devem repassar ao consumidor a vacina pelo preço exato pelo qual foi adquirida pelo fabricante. No entanto, estes estabelecimentos podem cobrar pelo serviço prestado para aplicação e armazenamento da vacina.

Para evitar cobrança abusiva, o consumidor deve pedir a discriminação do preço cobrado pela vacina e pelo serviço prestado em nota fiscal.

Se o preço cobrado for maior que o teto máximo estabelecido pela CMED, o estabelecimento estará sujeito a sanções, como multa, que pode variar entre R$ 590 e R$ 8,9 milhões. As denúncias relacionadas ao preço da vacina deverão ser encaminhadas para o email cmed@anvisa.gov.br. É importante encaminhar, também, as comprovações do abuso.

Caso o consumidor sinta-se lesado por uma cobrança abusiva pelo serviço de aplicação da vacina, deverá procurar os órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, Ministério Público e demais entidades civis de defesa do consumidor.

Fonte: Anvisa

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