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Farmácia

José Vilmore | vilmore@ig.com.br
    07/09/2010 22:11:00

    Aliança de Profissionais de Saúde preocupada com falsificação

    Um dos destaques do Congresso Internacional da FIP, ocorrido semana passada em Lisboa, Portugal, foi a preocupação com a falsificação de medicamentos.
    Durante o evento estivemos em contato com membros da World Health Professions Alliance WHPA (Aliança Mundial de Profissionais de Saúde) que representa mais de 26 milhões de profissionais de saúde em mais de 130 países, sendo uma aliança do Conselho Internacional de Enfermeiros (ICN), a Federação Internacional Farmacêutica (FIP), a Confederação Mundial de Fisioterapia (WCPT) a Federação Mundial de Odontologia (FDI) e Associação Médica Mundial WMA.
    A WHPA está preocupada com a proliferação de medicamentos falsificados em todo o mundo, o que coloca a saúde pública em risco, onde, por na melhor das hipóteses, fazer pouco ou nenhum efeito e na pior das hipóteses, causando sobrecarga adicional de doenças e até mesmo a morte.
    Com a campanha: “Seja Consciente, Tome uma Ação”, dirigida a todos os profissionais de saúde, foi lançado um kit de ferramentas que fornecem a dentistas, enfermeiros, farmacêuticos, médicos e fisioterapeutas, estratégias para defender investimentos adequados na educação e capacitação dos profissionais de saúde para detectar falsificações e seguramente informar os colegas e pacientes.
    O material orienta ao profissional como comunicar-se com o usuário de medicamentos sobre este assunto, alerta sobre aquisição de medicamentos pela Internet, como está atento a possíveis falsificações quando o efeito do medicamento não é o esperado e as providencias que devem ser tomadas, conclamando ainda os profissionais de saúde a advogar em prol da saúde pública. No material, há ainda formulários para reportar as suspeitas de falsificação, cartazes para fixação em hospitais, farmácias, consultórios e ambulatórios.
    Esperamos que todos os profissionais de saúde do nosso Estado tomem uma atitude e aliem-se aos órgãos que combatem a fraude de medicamentos, como a OMS, WHPA, a ANVISA, Conselhos das Profissões de Saúde, Sociedades Científicas, Ministério Público, as Polícias Judiciárias, entre outros, para limparmos da face do nosso País esta ofensa grave, vil e criminosa que coloca em risco vidas humanas e compromete a credibilidade dos sistemas de saúde.
     

    Nosso sincero agradecimento pelas foto gentilmente cedidas pela WHPA e a Pfiser

    Autor: José Vilmore
    Laboratório Clandestino de Medicamentos
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    06/09/2010 19:59:00

    UFPI forma vinte novos farmacêuticos

    Formaram-se nesta quinta-feira, 02 de setembro de 2010, pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), vinte novos bacharéis de farmacia, que certamente trarão uma grande diferença na qualidade dos serviços que hoje são prestados na capital.

    O farmacêutico formado pelo atual currículo, tem a possibilidade de trabalhar em mais de setenta áreas regulamentadas pelo Conselho Federal de Farmácia, dentro de três grandes áreas: a farmácia, as análises clínicas e a indústria de alimentos, sendo a farmácia uma atividade privativa deste profissional.

    Tivemos a oportunidade de acompanhar parte da formação destes novos profissionais, seja quando ministramos palestras a alunos do curso de farmácia da UFPI ou em campanhas pelo uso correto de medicamentos, promovidos pelo Centro Acadêmico, ou ainda como membro da banca examinadora dos seus Trabalhos de Conclusão de Curso. Em todas estas ocasiões, pudemos perceber claramente o compromisso destes egressos em assegurar a população o direito a assistência farmacêutica de qualidade, em qualquer área das ciências farmacêuticas que venham a exercer.

    Senti-me extremamente engrandecido com a homenagem de Honra ao Mérito Farmacêutico que nos foi conferida por esta turma tão prodigiosa e generosa e que certamente trará uma grande contribuição na melhora da qualidade de vida da população do Piauí.

    A todos estes novos farmacêuticos o nosso muito obrigado por este grande estímulo. Na oportunidade que convido-os juntar-se a outros grandes farmacêuticos que já militam pelo engrandecimento da profissão e pela garantia a população ao direito a uma assistência farmacêutica de qualidade, como os piauienses merecem.

    Divulgo abaixo o nome dos novos farmacêuticos:
    Dr.ª Annalu da Silva Oliveira de Deus
    Dr.ª Candida Maria de Carvalho Morais
    Dr.ª Daniella Fernandes de Carvalho
    Dr.ª Fernanda Ibiapina Correa
    Dr. Giuliano André Silva Santos
    Dr. Gustavo Henrique Coimbra de Castro
    Dr.ª Jéssica Freire da Silva
    Dr. Jônathas Teixeira Mota
    Dr. José Ubirajara de Carvalho Sobrinho
    Dr.ª Juliana Lima Nascimento
    Dr.ª Kamila Maria de Holanda Sousa
    Dr. Kayo Alves Figueiredo
    Dr.ª Leila Maria de Sousa Andrade
    Drª Márcia Rocha de Freitas
    Dr. Marxwell Arruda da Rocha Lima
    Dr. Rafael Pires Veloso
    Dr. Rafael Portela Fontenele
    Dr.ª Rosana Mírian Barros Mendes
    Dr.ª Stefany Guimarães Sousa

    Dr.ª Tássia de Carvalho Coêlho Sérvio



     


     

    Autor: José Vilmore
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    06/09/2010 16:30:00

    UFPI forma vinte novos farmacêuticos

    Formaram-se nesta quinta-feira, 02 de setembro de 2010, pela Universidade Federal do Piauí (UFPI), vinte novos bacharéis em farmacia, que certamente trarão uma grande diferença na qualidade dos serviços que hoje são prestados na capital.

    O farmacêutico formado pelo atual currículo, tem a possibilidade de trabalhar em mais de setenta áreas regulamentadas pelo Conselho Federal de Farmácia, dentro de três grandes áreas: a farmácia, as análises clinicas e a indústria de alimentos, sendo a farmácia uma atividade privativa deste profissional.

    Tivemos a oportunidade de acompanhar parte da formação destes novos profissionais, seja quando ministramos palestras a alunos do curso de farmácia da UFPI ou em companhas pelo uso correto de medicamentos, promovidos pelo Centro Acadêmico, ou ainda como membro da banca examinadora dos seus trabalhos de conclusão de curso. Em todas estas ocasiões, pudemos perceber claramente o compromisso destes egressos em assegurar a população o direito a assistência farmacêutica de qualidade, em qualquer área das ciências farmacêuticas que venham a exercer.

    Senti-me extremamente engrandecido com a homenagem de Honra ao Mérito Farmacêutico que nos foi conferida por esta turma tão prodigiosa e generosa e que certamente trará uma grande contribuição na melhora da qualidade de vida da população do Piauí.

    A todos estes novos farmacêuticos o nosso muito obrigado por este grande estímulo. Na oportunidade que convido-os juntar-se a outros grandes farmacêuticos que já militam pelo engrandecimento da profissão e pela garantia a população ao direito a uma assistência farmacêutica de qualidade, como os piauienses merecem.

    Divulgo abaixo o nome dos novos farmacêuticos:
    Dr.ª Annalu da Silva Oliveira de Deus
    Dr.ª Candida Maria de Carvalho Morais
    Dr.ª Daniella Fernandes de Carvalho
    Dr.ª Fernanda Ibiapina Correa
    Dr. Giuliano André Silva Santos
    Dr. Gustavo Henrique Coimbra de Castro
    Dr.ª Jéssica Freire da Silva
    Dr. Jônathas Teixeira Mota
    Dr. José Ubirajara de Carvalho Sobrinho
    Dr.ª Juliana Lima Nascimento
    Dr.ª Kamila Maria de Holanda Sousa
    Dr. Kayo Alves Figueiredo
    Dr.ª Leila Maria de Sousa Andrade
    Drª Márcia Rocha de Freitas
    Dr. Marxwell Arruda da Rocha Lima
    Dr. Rafael Pires Veloso
    Dr. Rafael Portela Fontenele
    Dr.ª Rosana Mírian Barros Mendes
    Dr.ª Stefany Guimarães Sousa
    Dr.ª Tássia de Carvalho Coêlho Sérvio
     

    Autor: José Vilmore
    Novos Farmacêuticos
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    03/09/2010 07:00:00

    Farmacêuticos do Piauí recebem orientações

    Preocupado com o grande número de apreensões de medicamentos falsificados que estão ocorrendo no país e os riscos a saúde da população, esta coluna, com apoio do Conselho Federal de Farmácia CFF e a Sociedade Brasileira de Farmácia Comunitária SBFC, tem promovido uma verdadeira cruzada ao interior do Estado e na capital, visando orientar os farmacêuticos a adequarem os estabelecimentos a Resolução ANVISA n. 44 e alertar-los para o cumprimento da norma.

    Com a palestra “Medicamentos Falsos: Risco a Saúde da População e Implicações Legais para os Responsáveis Técnicos”, estamos alertando para a necessidade do farmacêutico acompanhar muito atentamente todas as aquisições realizadas pelos estabelecimentos dos quais são responsáveis, para minimizar os riscos de aquisição de medicamentos não registrados pelos órgãos competentes evitando agravos a saúde da população e problemas com órgãos fiscalizadores.

    Este programa de orientações será continuado em diversos outros contatos que já estão sendo agendados com os participantes e poderão vir a contar pontos no sistema de capacitação continuada da SBFC, que visa auferir títulos aos farmacêuticos que trabalham em farmácia comunitária.

    Já foram ministradas palestras a farmacêuticos de diversos municípios do Estado, sendo que as palestras tem boa aceitação pelos farmacêuticos, conscientizando os profissionais ao cumprimento irrestrito da norma.

    Esperamos com esta ação, está contribuindo para termos farmacêuticos mais qualificados na área de farmácia comunitária e uma farmácia que seja vista pela população, mais como um estabelecimentos de saúde do que com um simples comércio de medicamentos.

    Aos farmacêuticos que desejarem receber este ciclo de orientações continuadas, entrar em contato com esta coluna para agendamento.

    Autor: José Vilmore
    Leia mais: sbfc, cff, piaui, farmaceutico
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    25/08/2010 07:00:00

    Anti-inflamatórios causam sangramento gastrointestinal

    Um estudo feito com 4.500 pessoas de 32 países, incluindo o Brasil, mostrou que os anti-inflamatórios não hormonais convencionais, tipo ácido acetilsalicílico, diclofenaco, nimesulida entre outros, além de lesionarem o estômago e o duodeno, causam problemas no intestino, algo desconhecido por muitos profissionais de saúde. O medicamento age por inibir a produção de enzimas que causam a inflamação, mas também inibe a produção de enzima que protege a mucosa gastrointestinal.

    De acordo com a pesquisa, chamada Condor e publicada no periódico de medicina Lancet, as lesões causadas pela substância no intestino podem provocar perda de sangue oculto nas fezes, o que tem potencial de ocasionar anemia. Sintomas tais como dores abdominais e diarreia também foram relatados.

    Muitos usuários destes medicamentos pensam que tomar leite ou antiácido, como o sal de fruta, diminuem os risco de sangramento, porém estas medidas são inócuas para evitar efeitos maléficos no intestino.

    Muitos casos de machucados e pequenas inflamações, a utilização de meios físicos como o aquecimento do local da lesão, causam benefícios sem causar danos ao organismo.

    Esta coluna sempre recomenda que os medicamentos sejam utilizados sob prescrição médica e orientação de um farmacêutico, é a melhor forma de se proteger contra efeitos adversos de muitos medicamentos.
     

    Autor: José Vilmore
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    23/08/2010 07:00:00

    CDE Raul Bacelar produziu 138 mil exames em julho

    Fundado em abril de 1997, o Centro de Diagnóstico Raul Bacelar tem por objetivo centralizar todos os exames da rede ambulatorial da Fundação Municipal de Saúde de Teresina, por possibilitar a aquisição de equipamentos de grande rotina e consequentemente a redução de custo dos exames.

    A época, a produção mensal girava em torno de 30 mil exames mês. Em 2006 a foram adquiridos equipamentos e softwares que permitiram o “interfaceamento” entre 10 unidades de saúde de referência no município de Teresina e o sistema do laboratório, o que possibilitou que o material a ser analisado, fosse coletado na unidade de referência e enviado ao Centro, já etiquetados com código de barras, gerado pelo próprio sistema, que identifica o paciente e os exames que serão realizados, o que torna o sistema seguro evitando erros e trocas.

    Após realizada a análise por equipamentos de última geração, um bioquímico analisa os resultados emitidos pela máquina, verifica as conformidades, reavalia todas as inconformidades e somente então libera os resultados para o paciente, que pode recebe-lo na unidade em que realizou o exame, desde que a mesma seja interligada. Dependendo do exame, o paciente pode receber o resultado no mesmo dia em que realizou a coleta, embora o prazo de entrega seja de 72 horas. Após o interfaceamento ocorrido em 2006, o número de exames elevou-se para 80 mil exames mês, atendendo on-line 43% da demanda.

    Em março de 2010, mais dezesseis unidades da prefeitura receberam o interfaceamento o que possibilitou que 72% dos resultados a fossem devolvidos on-line a unidade solicitante, alcançando o número de 138 mil exames em julho de 2010.

     Nas unidades em que ainda não existe o interfaceamento, o exame é impresso no próprio laboratório e encaminhado a unidade de saúde que onde o mesmo foi solicitado, o que requer um pouco mais de tempo para o recebimento pelo paciente.

    Com uma equipe de 38 farmacêuticos-bioquímicos, e 70 outros profissionais de apoio, a atual estrutura possibilita a realização de até 200 mil exames mês nas áreas de grande automação, estando limitado o crescimento apenas as áreas em que a automação é baixa ou inexistente, como a urinálise e a parasitologia.

    Esta coluna parabeniza a todos os farmacêuticos-bioquímicos e aos demais funcionários que fazem do Centro de Diagnóstico por Exames Raul Bacelar, uma referência em qualidade e em quantidade, produzindo mensalmente milhares de exames de laboratoriais em prol da saúde pública do município de Teresina.

    Autor: José Vilmore
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    20/08/2010 07:00:00

    Juiz nega pedido de liminar para venda remota de controlados

    Um Juiz do Tribunal de Justiça de Minas Gerais indeferiu pedido de liminar de farmácia que foi autuada pela Anvisa por vender medicamentos por fax e pela Internet. A empresa foi autuada com base em uma de suas regulamentações que proíbe a comercialização, por esses meios, de medicamentos controlados. Segundo a farmácia, essa regulamentação é ilegal e abusiva, pois hoje há a possibilidade de se rastrear e controlar os medicamentos virtualmente.

    Em contestação, a ANVISA reforçou a norma que proíbe a venda de remédios de controle especial, cujas receitas precisam ser retidas no estabelecimento, alegando, ainda que esse comércio deve ser feito in loco sob orientação e fiscalização do profissional especializado, isto é, o farmacêutico.

    De acordo com o juiz, a empresa deve respeitar as normas ditadas pela ANVISA, que buscam resguardar a saúde humana em todos os sentidos. E, no caso em questão, trata-se da venda de remédios que podem causar sérios danos ao bem-estar do paciente.

    O juiz Manoel dos Reis Morais, da 6ª Vara da Fazenda Pública Estadual e Autarquias, ressaltou ainda ao indeferir pedido de liminar de uma farmácia contra a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA): "Devo lembrar que os serviços e ações afetos à saúde são considerados de relevância e possuem dignidade constitucional, devendo o Poder Público impor-lhes regulamentação, fiscalização e controle".

    Essa decisão está sujeita a recurso.
    (Fonte: TJ-MG, Feifar)
     

    Autor: José Vilmore
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    20/08/2010 07:00:00

    Conheça a "dor de cabeça" tensional

    Denominada cientificamente de cefaleia, a dor de cabeça é definida como a presença de sensação dolorosa na cabeça, no pescoço e na face.

    Existem mais de 150 tipos diferentes de cefaleia, que podem ser divididas entre primárias, sendo estas as mais comuns e são causadas por distúrbios bioquímicos do próprio cérebro, que prejudicam o funcionamento de neurotransmissores e/ou seus receptores, desencadeando a dor, sendo elas próprias, a doença e o sintoma.

    Há ainda as cefaleias secundárias, que são causadas por problemas em quaisquer regiões do corpo, como tumores cerebrais, meningites, aneurismas, problemas dos olhos, ouvidos, garganta e até um simples resfriado.

    No geral, o que leva as pessoas a procurar alguma orientação de um profissional de saúde são as dores de cabeça mais comuns, problemáticas ou incapacitantes, que trazem sofrimento para a vida dos pacientes e representam um grande desafio para os profissionais que buscam ajudá-los.

    A cefaleia mais comum é a dor de cabeça tensional, que não tem relação direta com a tensão emocional, mas sim com a tensão ou contração exagerada, anormal e mantida de grupos musculares dos ombros, pescoço, couro cabeludo e até face. É uma cefaleia primária, ou seja, provocada por distúrbios bioquímicos do próprio cérebro. E possui algumas características:

    Geralmente é uma sensação de peso ou pressão ou aperto, muitas vezes simulando uma faixa ou capacete apertado em volta da cabeça e localiza-se nos dois lados da cabeça, na nuca e na fronte.
    É constante, variando de uma dor leve a moderada e pode durar horas ou até mesmo dias. Por geralmente não ser intensa e incapacitante, faz com que seus portadores, mesmo crônicos, não procurem tanto a ajuda médica;

    Geralmente é desencadeada pelo estres e pelo o cansaço, agravada por estes fatores e ainda pelo excesso de trabalho e esforço muscular. Não raro essa dor melhora com atividade física ou relaxamento.

    Há estudos epidemiológicos que atestam a prevalência dessas dores de cabeça em 84% das mulheres e em 67% dos homens, principalmente na faixa etária de 20 a 50 anos, e geralmente está associada a histórico familiar.

    Pode ocorrer náuseas e aversão a luz ou a ruídos, mas somente a um destes fatores esta presente.

    Esta coluna informa ainda que esta orientações são meramente informativas, e que somente um médico pode realizar um diagnóstico preciso da origem ou o tipo de cefaleia. O uso de um analgésico por conta própria ou com orientação de um farmacêutico, deve ocorrer se o indivíduo estiver dentro da faixa etária de maior prevalência, e somente se a dor não for intensa, não tenha surgido repentinamente e não dure mais de três dias.

    Autor: José Vilmore
    Fonte: dordecabeça online
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    16/08/2010 07:00:00

    Proposta atualiza regras para industria farmoquímica

    Receberá contribuições até o dia 12 de outubro, a nova consulta pública realizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) onde a mesma pretende atualizar as normas referentes às Boas Práticas de Fabricação (BPF) de Insumos Farmacêuticos Ativos, ingredientes responsáveis pela ação principal do medicamento.

    A norma traz os requisitos necessários para a produção de um insumo farmacêutico ativo de qualidade, abrangendo, por exemplo, procedimentos que devem ser adotados pelas empresas relacionados a equipamentos, processos, sistemas informatizados, controle de qualidade e higiene, tanto do pessoal quanto das instalações e é de fundamental importância o seu cumprimento pelas indústrias, farmoquímicas, uma vez que está associado à diminuição dos riscos sanitários inerentes aos produtos, tornando os medicamentos mais seguros e eficazes

    As industrias famoquímicas são as empresas que produzem os princípios ativos e os excipientes utilizados na fabricação de medicamentos pela industria farmacêutica.

    A revisão e a atualização das Boas Práticas de Fabricação BPF, estão em conformidade com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), constantes no relatório publicado em junho deste ano, e com os guias internacionais utilizados por países como Estados Unidos, Japão e países da Europa.

    Contribuições à Consulta Pública nº 84/2010 podem ser enviadas à Coordenação de Inspeção de Insumos Farmacêuticos (COINS), por escrito, para o seguinte endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, SIA, Trecho 5, Área Especial 57 Cidade: Brasília - DF CEP: 71.205-050. As sugestões também podem ser feitas por fax: (61) 3462-5730 ou e-mail: cp84.2010@anvisa.gov.br
    Fabricantes internacionais.

    A Anvisa também tornou obrigatória a Certificação de Boas Práticas de Fabricação para empresas internacionais de insumos farmacêuticos ativos. A resolução nº29/2010, publicada nesta quinta-feira (12), traz as regras que devem ser seguidas pelos fabricantes.

    Assim como já ocorre com os fabricantes internacionais de medicamentos, todas as empresas que pretendem exportar os insumos farmacêuticos ativos para o Brasil deverão ser inspecionadas pela Anvisa. Por enquanto, somente as fabricantes dos insumos constantes na IN nº 15/2009 devem solicitar a inspeção. A lista, porém, será atualizada constantemente.

    Fonte: Imprensa/Anvisa

    Autor: José Vilmore
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    16/08/2010 07:00:00

    Piauí é o segundo pior estado na adesão do SNGPC

    Segundo dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária Anvisa, o Piauí é o segundo pior Estado da Federação na adesão do Sistema de Gerenciamento de Produtos Controlados SNGPC. A implantação do Programa foi iniciada em 2007 pelos estados do sul e sudeste do país e o prazo final para adesão ocorreu em 2008, quando passou a ser obrigatória a adesão de todos os estabelecimentos do nordeste brasileiro que vendem produtos controlados.

    Os Estados com maior adesão até o momento é o Rio Grande do Sul, com 76,15% dos estabelecimentos aderiram ao SNGPC, seguido pelos estados de Santa Catarina 71,60%, Rio Grande do Norte 70,60%. Os estados do Paraná, Minas Gerais, Paraíba e Espírito Santo apresentaram mais de dois terço dos estabelecimentos que aderiram ao programa, sendo considerado bom pela Anvisa. Os piores percentuais de adesão foram o Amapá, com 26,25%, o Piauí, com 26,44% e Alagoas, com 28,43%. Entre os estados considerados com baixíssimo nível de adesão, estão ainda Roraima, Pará, Bahia e Amazonas, todos com menos de 35% de adesão ao Sistema. Os demais estados da federação estão em um nível intermediário, ou seja, entre 35% e 65% de adesão.

    O Sistema permite apontar abusos na prescrição e na dispensação, além de mudanças de comportamento da população. O SNGPC permite ainda a redução da burocracia e a eliminação de quilos de papel nas farmácias, dando ao farmacêutico mais tempo livre para atender os usuários.

    Em 30 de março deste ano, a Anvisa apresentou o primeiro balanço do Sistema, focado no consumo de três substancias que vem sendo discutida em razão do uso abusivo e de seus efeitos secundários: a sibutramina e anfepramona (anorexígenos utilizados como inibidores do apetite) e cloridrato de metilfenidato (utilizado para tratar Déficit de Atenção e Hiperatividade). Com estas informações o Conselho Federal de Medicina abriu processos investigativos para apurar se houve comportamento errado por parte dos médicos mais prescritores. Das farmácias brasileiras, mais de 60% foram monitoradas.

    Provavelmente a partir de setembro, os antibiótico deverão ser lançados no sistema, o que obrigará a todas as farmácias a o adotarem, considerando que não é mais permitida a emissão de livros de controle de psicotrópicos pelas vigilâncias sanitárias locais.

    O sistema é pioneiro no mundo e aponta hábitos de consumo, abusos na prescrição e na dispensação (entrega ao consumo) e situações de risco para a saúde da população, fornecendo elementos para a fiscalização desses ambientes e para a proposição de políticas específicas. Este ano o Unodoc reconheceu em seu relatório anual, os esforços do Brasil no combate a redução do consumo destas substâncias.

    Autor: José Vilmore
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    13/08/2010 07:00:00

    Amanhã, sábado 14/07/10 é dia de vacinação

    Amanhã, sábado, 14 de agosto, é dia da segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite. O Ministério da Saúde reforça o alerta aos pais e responsáveis sobre a importância de levar as crianças menores de cinco anos aos postos de vacinação para tomar a segunda dose da vacina.

    SOBRE A VACINA – Oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a vacina contra a paralisia infantil é administrada via oral, em gotas, e está disponível durante todo o ano nos postos de saúde para a imunização de rotina. Pelo calendário básico de vacinação, os bebês devem receber a vacina aos dois, quatro e seis meses. Aos 15 meses, as crianças recebem o primeiro reforço. Porém, é importante que todas as crianças menores de cinco anos (de 0 a 4 anos 11 meses e 29 dias) tomem as duas doses da vacina durante a Campanha Nacional, mesmo que já tenham sido vacinadas anteriormente.

    A vacina não apresenta contra-indicações. Porém, recomenda-se que as crianças que estejam com febre acima de 38º ou com alguma infecção sejam avaliadas por um médico antes de receberem as gotinhas. A vacina também não é recomendada para crianças que tenham problemas de imunodepressão (como pacientes de câncer e aids ou de outras doenças que afetem o sistema imunológico, de defesas do organismo).

    A poliomielite é uma doença infecto-contagiosa grave. Na maioria das vezes, a criança não morre quando é infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada e transmitida por um vírus (o poliovírus) e a contaminação se dá principalmente por via oral.
     

    Autor: José Vilmore
    Fonte: MS
    Leia mais: vacinacao, poliomelite
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    11/08/2010 07:00:00

    Alerta Sanitário: Remédios falsificados em farmácias

    O mundo tem passado por muitas mudanças, o avanço tecnológico que ocorrem na área da saúde, propiciam melhorias na vida das populações e conseqüentemente a sua longevidade e seu bem estar.

    Nas últimas décadas, novas drogas foram disponibilizadas após anos e anos de experiências, milhões de dólares aplicados e uma infinidade de testes para que o usuário tenha um produto em onde se possa prevê os potencias riscos que possa trazer, como reação adversa ou efeitos colaterais.
    Não bastasse isto, o monitoramento destes novos produtos continua após muitos anos do lançamento destes no mercado, a fim de se detectar alguma reação ainda não conhecida nos testes que antecederam seu lançamento.

    A legislação brasileira é rigorosa no que se refere ao lançamento e a comercialização de um produto no mercado brasileiro, e a ANVISA, órgão responsável pela análise, liberação de novos produtos, a regulação e a fiscalização do mercado farmacêutico, é hoje é uma instituição respeitada em todo o mundo.

    Mas todos estes benefícios deixam de existir quando a população está exposta a medicamentos falsificados. Diariamente em alguma cidade do Brasil, é possível ler nas manchetes de jornais, sobre idosos morrendo pelo uso de medicamentos falsificados usados para disfunção erétil ou jovens que morrem após tentativa de aborto com o malfadado Citotec, medicamento banido do mercado brasileiro. Diariamente, medicamentos proibidos, utilizados para inibir o sono, como as anfetaminas, conhecidos também como “arrebites”, estão por trás de dezenas de acidentes nas estradas que ceifam muitas vidas, muitas vezes de famílias inteiras.

    E o pior é que muito destes medicamentos são adquiridos em farmácias e drogarias, denunciando a fragilidade do sistema fiscalizador. A ANVISA delega a fiscalização as Vigilâncias Sanitárias locais, que muitas vezes são despreparadas, desaparelhadas e com profissionais descomprometidos com a saúde pública. Somente nas fiscalizações esporádicas da ANVISA é que este crime é detectado. A população também pode e denunciar quando encontrar este tipo de medicamento, pois a farmácia que vende um tipo de medicamento falso pode ter muitos outros em seu estoque e a sua saúde pode está em risco ao adquirir medicamento nestes estabelecimentos.

    A punição para que pratica este crime é previsto no artigo 273 do Código Penal Brasileiro conforme descrito abaixo, sendo considerado como crime inafiançável e com pena prevista de 10 a 15 anos de reclusão.

    Código Penal Brasileiro
    Art. 273 - Falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais:
    Pena - reclusão, de 10 (dez) a 15 (quinze) anos, e multa.
    § 1º - Nas mesmas penas incorre quem importa, vende, expõe à venda, tem em depósito para vender ou, de qualquer forma, distribui ou entrega a consumo o produto falsificado, corrompido, adulterado ou alterado.
    § 1º-A - Incluem-se entre os produtos a que se refere este artigo os medicamentos, as matérias-primas, os insumos farmacêuticos, os cosméticos, os saneantes e os de uso em diagnóstico.
    § 1º-B - Está sujeito às penas deste artigo quem pratica as ações previstas no § 1º em relação a produtos em qualquer das seguintes condições:
    I - sem registro, quando exigível, no órgão de vigilância sanitária competente;
    II - em desacordo com a fórmula constante do registro previsto no inciso anterior;
    III - sem as características de identidade e qualidade admitidas para a sua comercialização;
    IV - com redução de seu valor terapêutico ou de sua atividade;
    V - de procedência ignorada;
    VI - adquiridos de estabelecimento sem licença da autoridade sanitária competente.

    Responde também pelo mesmo crime o Responsável Técnico pela empresa.

    Autor: José Vilmore
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    09/08/2010 07:00:00

    Medicamentos genéricos crescem mais que o esperado

    Os medicamentos genéricos estão cumprindo rigorosamente os objetivos sociais e sanitários que motivaram a sua implantação, no Brasil, em 1999, por meio da Lei 9.787. Prova inquestionável disso são os números que a Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (PróGenéricos) acaba de divulgar. Segundo a instituição, o mercado apresentou uma alta de 34,1%, no primeiro semestre de 2010, e deverá crescer 35%, neste ano. Ora, se está crescendo, é porque o segmento goza da confiança da população. Comprar mais genéricos significa ter mais acesso aos medicamentos. Aí, está uma função social e um benefício sanitário da robusta política que instituiu esses medicamentos, no País.

    O mercado de genéricos, no Brasil, apresentou um desempenho muito acima de qualquer expectativa levantada por seus fabricantes. A projeção que estes faziam era de um crescimento em torno de 20% e 25% para este ano. Foram comercializados 200,4 milhões de unidades, no período de janeiro a junho, contra 149,4 milhões, no primeiro semestre de 2009. As vendas, que movimentaram R$ 2,8 bilhões, tiveram um incremento da ordem de 38,1%, comparadas ao semestre anterior.

    Mas ainda há pequenos nós a serem desatados. Segundo Odnir Finotti, Presidente da PróGenéricos, embora o mercado exprima um comportamento homogêneo, nas regiões Sudeste e Sul, existe uma penetração maior desses medicamentos. E quanto mais distante dos centros Sul e Sudeste, menor é a participação dos genéricos. Cabe ao Governo desencadear novas campanhas de esclarecimento sobre os genéricos, nas outras regiões.

    A falta de informação da população é responsabilizada como um empecilho para uma performance ainda maior do segmento fora do eixo Sul-Sudeste. Ainda assim, atualmente, 90% das doenças podem ser tratadas com esses medicamentos. Os hormônios, cujas patentes são mantidas, são uma exceção. A Anvisa (Agência Nacional de Vigiäncia Sanitária) já tem registrados genéricos de 337 princípios ativos. Dá um total de 15.400 apresentações e 100 diferentes classes terapêuticas.
     

    Autor: José Vilmore
    Fonte: Dr. Jaldo de Sousa Santos. Presidente do Conselho Federal de
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    06/08/2010 07:00:00

    Desinformação sobre medicamentos pode causar problemas

    Há muitos anos no Brasil o medicamento é tratado como uma mercadoria comum e não como um insumo importante a recuperação ou a manutenção da saúde, situação que a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa, vem buscando diuturnamente a sua reversão.

    A prática da "empurroterapia", ou seja, o ato praticado pelo balconista ou o proprietário da farmácia, de vender um medicamento que não foi prescrito pelo médico, a um paciente no balcão, é tão difundida que ultrapassa e muito as prescrições médicas.

    A ignorância é ousada, quanto menor a escolaridade do balconista, mais "dotô" ele se sente. Tem balconista que se acha o tal, pelo simples fato de ter 20 ou 30 anos vendendo medicamentos. Certamente deve ser um excelente profissional em vendas, mais daí torna-se alguém apto a orientar o uso de um medicamento, falta uma montanha de conhecimento, quanto mais indica-lo a alguém.

    Certamente foi por esta prática absurda, que no decorrer de anos e anos de impunidade e ignorância, o Brasil tornou-se o campeão de intoxicações por medicamentos, sendo estes o agente causador de mais de 30% da intoxicações graves registradas no país. O que seria para curar, quando utilizado irracionalmente traz mal muitas vezes maior que a doença que se pretendia tratar.

    Autor: José Vilmore
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    04/08/2010 07:00:00

    Alunos de farmácia da UFPI recebem calouros

    Como já é tradição, os alunos do curso de farmácia da Universidade Federal do Piauí receberam ontem, 03/08/2010, os calouros que estão iniciando as aulas no segundo período.

    A semana do calouro inicia-se com a recepção dos novos alunos pelos veteranos que compõem o Centro Acadêmico de Farmácia (Cafar), onde após uma dinâmica de grupo que objetiva, que todos se apresentem e que se conheçam pelo nome, convidam profissionais atuantes nas diversas áreas da profissão para ministrar palestra sobre as experiências de vida profissional e as perspectivas da profissão nos diversos campos de atuação.

    Este ano foram convidados a Prof.a Socorro Cordeiro, o formando Rafael Portela e este colunista que vos escreve. Prof.a Socorro Cordeiro, além de lecionar farmacologia na Instituição, é Diretora do Sindicato dos Farmacêuticos e membro da Sociedade Brasileira de Farmácia Comunitária. O formando Rafael Portela, que está se formando este mês, participou do Centro Acadêmico e falou sobre as experiências como aluno daquela casa. Falamos sobre a experiência de 13 anos de farmácia comunitária tanto pública como privada e os desafios da profissão. Todos os palestrantes falaram dos desafios e das novas responsabilidades para com a comunidade, dada pelas legislações recentes e destacaram a importância da ética no exercício da profissão.

    O profissional farmacêutico pode escolher entre mais de 70 campos de atuação determinados por Resoluções do Conselho Federal de Farmácia (CFF). Pode atuar na farmácia tanto na de manipulação como na que comercializa produtos prontos, seja comunitária ou hospitalar, na indústria farmacêutica e de insumos, na indústria de cosméticos, na área de alimentos. Há ainda a área das análises clínicas e a área de ensino e pesquisa. Há possibilidade de também atuar em muitas áreas afins, como meio ambiente e auditorias, entre muitas outras.

    Esta coluna agradece ao Centro Acadêmico de Farmácia (Cafar) o convite a participar deste evento e deseja aos novos calouros muito sucesso!
     

    Autor: José Vilmore
    Leia mais: ufpi, calourada, farmacia, alunos
    Novos alunos de farmácia
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    02/08/2010 07:00:00

    Anvisa faz um alerta para os medicamentos falsificados

    Dando continuidade ao combate a falsificação e a pirataria de medicamentos que quase diariamente tem causado vítimas fatais no País, a Anvisa determinou a apreensão e inutilização do lote A202971 do medicamento Cialis (RE 3.497/2010) e do lote 80483004/F do Viagra (RE 3.499/2010), por terem sidos objetos de falsificação.

    Recentemente o Brasil tem recebido uma quantidade muito grande de medicamentos falsificados que entram no País via fronteiras, oriundos principalmente do Paraguai e da Bolívia. Os medicamentos são produzidos em frábricas de "fundo de quintal" e sem a menor qualidade, visto que as operações de repreenção a este tipo de crime tem encontrado medicamentos produzidos até em betoneiras do tipo utilizada na construção civil e em ambientes totalmente insalubres, infestados por ratos e baratas.

    Uma grande preocupação é que a qualidade das caixas e blisteres dos medicamentos falsificados estão cada vez melhor, o que pode confundir o usuário de medicamento na hora da aquisição. Outra preocupação é que antes este tipo de medicamentos era encontrado somente em feiras, sendo vendidos por ambulantes e principalmente na internet, mas atuamente tem sido realiada apreenções até em farmácias de todo o País.

    Os campeões de falsificação são os medicamentos para disfunção erétil, como o viagra e o cialis. Outros produtos que são muito falsificados ou fabricados sem condições propícias de higiene e controle são os fitoterápicos, que são produtos produzido a partir de plantas e geralmente associados ao mel de abelhas e vendidos por ambulantes, farmácias e padarias.

    Pelo que foi detectado pelos órgãos sanitários, quando uma farmácia vende produtos como Pramil, Reumazim ou Citotec, é uma grande indício que este estabelecimento opera dentro do tráfico de medicamentos falsificados e coloca em risco a vida os seus clientes, podendo ter muitos outros produtos falsificados em suas prateleiras. Cabe ao usuário de medicamentos nunca comprar medicamentos onde saiba vender tais produtos e denunciar a Anvisa ou a polícia.

    As penas previstas para este tipo de crime são inafiançáveis e resultam em prisão por um período de 10 a 15 anos, por colocar em risco a saúde da população.
     

    Autor: José Vilmore
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    30/07/2010 07:00:00

    Cultura da desassistência farmacêutica

    Os motivos que levam ao desperdício convergem para o mesmo ponto: a falta de serviços farmacêuticos nos sistemas público e privado de saúde, bem como entre os usuários de medicamentos. Havia um desinteresse pelos serviços dos farmacêuticos, que parece ter gerado uma cultura da desassistência.
    A boa nova é que, nos últimos anos, a ficha dos gestores e das populações começou a cair, e eles estão se convencendo de que não há outra alternativa. Ou incluem os serviços farmacêuticos na saúde pública e nas farmácias comunitárias ou o setor não imprimirá grandes avanços.
    Para o Presidente do Conselho Federal de Farmácia, Jaldo de Souza Santos, inserir os serviços farmacêuticos na saúde pública é condição básica para que os municípios revertam números pessimistas relacionados ao item medicamentos, como o alarmante índice de intoxicações pelo uso desses produtos e os prejuízos aos cofres públicos.
    “É impossível se pensar numa saúde pública justa, que atenda ao princípio da universalidade, e moderna, sem que nela sejam incluídos os serviços farmacêuticos”, sintetiza Souza Santos. Citou que há bons exemplos de Municípios que organizaram a sua assistência farmacêutica, tendo à frente um farmacêutico, e obtiveram uma expressiva reversão nos seus problemas.

    O Conselheiro Federal Valmir de Santi, por sua vez, cita que boa parte dos 5.564 Municípios brasileiros já implantou o seu programa de assistência farmacêutica. Essa implantação, porém, é parcial, vez que está focada no gerenciamento de medicamentos e pouco voltada para a atenção ao paciente. “Esses Municípios executam as compras, cuidam do vencimento dos produtos adquiridos, exercem algum controle no chamado ciclo do medicamento, mas apenas três Estados, em todo o Brasil (Paraná, São Paulo e Ceará), possuem programas estaduais que favorecem o abastecimento das farmácias públicas com medicamentos mais baratos, comprados das indústrias em escala para atender suas populações”, afirma. Valmir de Santi considera que a presença do farmacêutico é essencial para conseguir melhoras na gestão do medicamento e na atenção aos pacientes dentro dos programas de saúde pública existentes.
     

    Autor: José Vilmore
    Fonte: Aloísio Brandão/CFF
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    28/07/2010 07:00:00

    Consulta Pública para Nova Resolução da ANVISA

    Com o intuito de facilitar a identificação dos medicamentos pelos usuários e evitar erros de medicação, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta quinta-feira (15), no Diário Oficial da União, a Consulta Pública 72. A população tem 30 dias para enviar sugestões e críticas à proposta de resolução que estabelece os critérios de aceitabilidade dos nomes comerciais de medicamentos.

    O objetivo da proposta é disciplinar a formação dos nomes comerciais dos medicamentos, com o intuito de facilitar a identificação desses produtos e evitar erros de medicação. A Lei nº 6360, de 1976, que dispõe sobre a vigilância sanitária a que estão sujeitos diversos produtos, inclusive os medicamentos, foi usada como parâmetro.

    “A lei prevê que os medicamentos não poderão ter nomes ou designações que induzam a erro. Desta forma, nomes iguais ou parecidos podem, por exemplo, dificultar o reconhecimento dos medicamentos para quem mais precisa deles – o consumidor”, diz a especialista em regulação da Anvisa Tatiana Jubé.

    Infelizmente é mais comum do que se imagina um usuário de medicamentos entrar em uma farmácia e procurar pelo seu medicamento com descrições do tipo “aquele da caixinha da cor tal” ou apontar para um medicamento na prateleira e dizer “aquele que tem uma caixinha parecida com aquela lá” e muitas coisa do gênero, indicando que muitos usuários desconhecem o medicamento que muitas vezes utilizam há anos e pondo em risco a sua saúde ao adquirirem um medicamento que tem a mesma padronagem da caixa, por pertencer ao mesmo fabricante e tem princípios ativos totalmente diferentes.

    A proposta de resolução já está disponível no site da Anvisa http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/4c31738043385f589fa7bf2fe0524184/CP+N%C2%BA+72+GGMED.pdf?MOD=AJPERES e as sugestões devem ser encaminhadas, por escrito, para o endereço da Agência Nacional de Vigilância Sanitária/GGMED: SIA Trecho 5, Área Especial 57, Brasília – DF, CEP 71205-250; por fax: 61 3462-5674, ou para o e-mail cp72.2010@anvisa.gov.br.
     

    Autor: José Vilmore
    Fonte: Anvisa
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    26/07/2010 07:00:00

    Minitério Publico do MA e CE cobram Assistência Farmacêutica

    Recentemente o Ministério Público do Estado do Maranhão solicitou a todos os signatários do Termo de Ajuste de Conduta – TAC da Assistência Farmacêutica Integral, que estivessem presentes na primeira fiscalização conjunta, para a verificação do cumprimento do acordado no Termo. Pelo documento, todas as farmácias da capital maranhense devem dispor de assistência farmacêutica durante todo o horário de funcionamento. As farmácias em que o farmacêutico não estiver presente estarão sujeitas a pagar multa de aproximadamente R$ 1.200,00 (um mil e duzentos reais) e o profissional poderá responder eticamente perante a Comissão de Ética do Conselho Regional de Farmácia do Maranhão – (CRF-MA). Participam como signatários do TAC, o Ministério Público Estadual do Maranhão, Conselho Federal de Farmácia CFF, o CRF-MA, a Vigilância Sanitária do Estado do Maranhão, a Vigilância Sanitária do Município de São Luís e o Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos. O MPE do Maranhão entende que a assistência farmacêutica aos usuários de medicamentos é garantida por Lei e passa a exigir o seu comprimento durante todo o horário de funcionamento do estabelecimento.
    No Ceará, somente este ano o Ministério Público do Estado do Ceará, através do Secretário Executivo do Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor-DECON (Procon Estadual), Promotor de Justiça João Gualberto Feitosa Soares, integrada ao Conselho Regional de Farmácia do Ceará (CRF-CE), interditou mais de cem farmácias irregulares no interior do Estado. O Procon CE informa que todos municípios do Ceará serão visitados, no esforço de saneamento do setor infestado pela clandestinidade, a prejudicar a saúde da população. A falta de profissional farmacêutico responsável, inscrito junto ao Conselho Regional de Farmácia (CRF/CE), tem sido o principal motivo das interdições.
    O Decon recebe denúncias, inclusive anônimas, que em caso de procedência será acionada a fiscalização. Os infratores estarão sujeitos a penalidade de multa, que varia de 200 UFIRCEs (R$ 485,14) a 3.000.000 de UFIRCEs (R$ 7.277.100,00), apreensão e perda dos medicamentos comercializados, que serão doados para as obras sociais do Estado do Ceará. O exercício ilegal da arte farmacêutica é crime (art. 282 do Código Penal), que comina pena de detenção de seis meses a dois anos.
    Atualmente os casos de intoxicações por medicamentos já colocam o medicamento no primeiro lugar como agente intoxicante, fato que tem preocupado as autoridade sanitárias e de defesa do consumidor. A assistência farmacêutica é garantida a todos os usuários de medicamentos pela Lei 5.991/73 e é a principal forma de combater o consumo irracional de medicamentos. Todo paciente ao adquirir ou receber um medicamento tem direito a receber orientações de um farmacêutico de como melhor utilizar o medicamento e minimizar os risco a sua saúde.
     

    Autor: José Vilmore
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    21/07/2010 06:00:00

    Uso indevido de medicamento leva jovens mulheres ao vício

    Em pesquisa realizada pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) em parceria com a USP, foi demonstrado a perigosa relação entre medicamentos e as mulheres, pois detectou-se que as universitárias são mais dependentes de comprimidos do que de drogas como ecstasy, cocaína e crack. Se para o sexo masculino na faixa dos 20 e 30 anos, cocaína, crack e anabolizantes são as drogas ilícitas mais utilizadas, entre as mulheres desta faixa etária as sensações entorpecentes são adquiridas com o abuso de medicamentos.

    Usar e abusar das pílulas pode mesmo ser o caminho para o pronto-socorro ou para a morte. No Brasil, as intoxicações por medicamentos lideram as estatísticas e os casos em mulheres são maioria absoluta.

    O último relatório do Sistema Nacional de Informação Toxicológica (Sinitox), ligado à Fundação Oswaldo Cruz, acaba de ser divulgado e mais uma vez alerta para o perigo dos remédios tomados por conta própria. Apenas em 2008, foram contabilizados 26.384 envenenamentos por medicações, sendo 16,8 mil em mulheres, uma média de 72 casos por dia. São notificações de pessoas que precisaram fazer lavagem estomacal por causa da intoxicação. Para comparar, a overdose por drogas ilícitas somou 3.855 casos de intoxicação no mesmo ano.

    O risco de dependência de tranquilizantes e ansiolíticos para as mulheres pesquisadas (9 mil no total) superou o índice encontrado para ecstasy, cocaína, solvente e crack. No público universitário feminino, 3,2% delas já são viciadas em calmantes e antidepressivos, terceira maior taxa de uso abusivo, atrás apenas da maconha (5%) e de um outro comprimido que também prende as mulheres, as anfetaminas (3,9%).

    Para efeito comparativo, 14,6% das pesquisadas informaram usar tranquilizantes e, na população em geral – conforme mostrou o último censo nacional feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – a média de uso não chegou a 1,5%.

    A pesquisa feita pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) em parceria com a USP ouviu 18 mil universitários, matriculados em instituições das 27 capitais brasileiras.

    Autor: José Vilmore
    Fonte: Site Fenafar com informações do UOL
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    19/07/2010 07:55:00

    Cuidados com o Sol

    A exposição ao sol pode até deixar o corpo com uma aparência mais bela e aspecto mais saudável, porém trazem perigos a curto e a longo prazo. Os raios infravermelhos responsáveis pelo aquecimento provocado pelo sol, podem provocar insolação e queimaduras na pele. Os raios ultravioleta UV, que são responsáveis pelo escurecimento da pele (o bronzeamento) podem provocar mutações nas células da pele e consequentemente predispondo ao surgimento do câncer de pele. Podem ainda provocar fotoalergia (alergias desencadeadas pela luz solar) e provocam também reações tardias, devido ao efeito acumulativo da radiação durante a vida, causando o envelhecimento cutâneo.
    A melhor maneira de proteger-se é utilizar filtro solar. Os filtros existente no mercado dividem-se em químicos e físicos. Os filtros físico protegem a pele por refletir os raios ultravioleta porém não são transparentes, embora a maioria encontrados nas farmácias possuem proteção física, ainda que em pequena quantidade. Os filtros químicos possuem substâncias que reagem com os raios ultravioleta e o absorvem, impedindo a passagem destes para a pele. Devem ser aplicados em quantidade "generosa" e reaplicados a cada duas horas.
    A capacidade de proteção de um filtro solar é medida pelo seu Fator de Proteção Solar - FPS. Este fator significa que uma pessoa que em dez minutos de exposição ao sol ficaria com a pele vermelha, com um filtro solar de FPS 15, levaria 150 minutos (ou seja 15 vezes mais tempo) para ficar com a pele vermelha da mesma intensidade de quando estava sem o filtro. Porém os filtros acima de FPS 30, pouco aumentam em termo de proteção, mas podem aumentar o tempo necessário a reaplicação do filtro.
    O filtro solar deve ser utilizado diariamente, por quem vai se expor ao sol durante o trabalho ou no deslocamento para este, e não somente por quem vai a praia. Mas, passo-lhes a algumas dicas que  podem ser úteis para curtir melhor as férias:
    1- Coloque o protetor solar pelo menos 15 minutos antes da exposição do sol e reaplique a cada duas horas ou menor tempo, se praticar atividade física ou banhar por muito tempo.
    2- Muita gente acha que os dias nublados a insolação é menor, porém não é verdade, pois mesmo com as nuvens escondendo o sol intenso, o nível de radiação solar chega a 70% do normal (dia com o céu limpo). Dentro d'água também pode-se está desprotegido, uma vez que 50% da radiação solar pode atingir as partes submersas do corpo.
    3- Outro engano comum e pensar que ficar debaixo do guarda sol é estar protegido. Mesmo sem estar diretamente exposto ao sol, a areia reflete o sol e, desse jeito, aumenta a temperatura da pessoa pelo calor, não pela exposição direta ao sol.
    4- Evite tomar sol entre 10h e 16h (11h e 17h, no horário de verão), não faça exercícios físicos sob o sol nesse horário.
    5- Devido as substâncias que compõem os filtros poderem causar alergias, para o uso de filtro solar acima de FPS 30, um dermatologista deve ser consultado.
    6- Ao primeiro sinal de insolação, o jeito é procurar sombra e água fresca. Em casos graves de queimadura e de aumento da temperatura corporal, a dica é mergulhar em uma banheira de água gelada ou colocar toalhas umedecidas sobre o corpo, associado ao uso de ventiladores e procurar um médico com a maior brevidade.
    7- Compre sempre o filtro solar em estabelecimento idôneos, como farmácias e drogarias. Os filtros vendidos por ambulantes (mesmo daquela marca que voçê já conhece) não oferecem garantia de origem e podem está adulterados.
    8- Nunca use produtos caseiros, como óleos bronzeadores ou coisas do gênero, muitos acidentes já foram provocados por estas substâncias.
    9- Procure manter uma alimentação saudável e manter-se bem hidratado, colocando sucos e frutas na sua dieta. Mas lembre-se, o algumas frutas, como cítricos (limão, laranja e tangerina) entre outras frutas, podem causar queimaduras ou manchas na pele se exposto ao sol. Se manipular alguns destes frutos, lave bem as mãos antes de tomar sol.
     

    Autor: José Vilmore
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    14/07/2010 07:00:00

    Serviço Farmacêuticos bem organizados evitam perda de recursos

    Desperdícios com aquisição e armazenagem equivocadas de medicamentos, intoxicações – muitas vezes, letais - e interações medicamentosas, uso irracional, não adesão do paciente ao tratamento, internações hospitalares evitáveis. Estes e tantos outros problemas que causam graves prejuízos à saúde dos pacientes e aos cofres das prefeituras poderiam ser resolvidos, se os municípios organizassem os seus programas de assistência farmacêutica pública, acatando recomendações do Ministério da Saúde e do Conselho Federal de Farmácia (CFF).

    O desperdício com medicamentos, no Brasil, revela problemas na gestão no setor público – e, ainda, no setor privado -, ressalta, por sua vez, a Diretora Secretária-Geral do CFF, Lérida Vieira, que é, também, Conselheira Nacional de Saúde (CNS), representando o CFF. Ela salienta que por gestão do medicamento deve-se entender todo o conjunto de serviços que precisa ser reunido em favor da qualificação da assistência farmacêutica.

    “Muitos municípios perdem muito dinheiro com desperdício de medicamentos e têm a saúde de sua população comprometida, porque os gestores públicos, ou por uma questão cultural, ou por falta de informação, continuam entendendo a assistência apenas como a distribuição de medicamentos ao paciente, sem nenhuma orientação farmacêutica sobre o uso correto dos produtos”, enfatiza Lérida Vieira.

    Os desperdícios são frutos de um vasto feixe de problemas, que começa na aquisição dos medicamentos, feita sem critérios técnicos e científicos previstos em protocolos. Sem respaldo científico, leigos que ocupam o comando da assistência farmacêutica, em vários municípios, compram medicamentos, sem a realização de um prévio mapeamento epidemiológico, o que, ressalte-se, deve ser realizado por farmacêuticos.

    O mapeamento epidemiológico leva ao conhecimento das doenças mais prevalentes no lugar. “Quando um farmacêutico assume a gestão da assistência, a sua primeira providência, antes de realizar a compra dos medicamentos, é determinar a realização do perfil epidemiológico. Isso, por si só, já faz - e muito -, baratear o número de itens a ser adquirido”, acrescenta a Dra. Lérida Vieira.
     

    Autor: José Vilmore
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    12/07/2010 06:00:00

    Disponibilização de preparações alcoólicas será regulamentada

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) abriu a Consulta Pública de número 68/2010 que deverá receber contribuições pelos próximos sessenta dias. A nova norma prevê que clínica e hospitais deverão colocar a disposição dos profissionais de saúde preparações alcoólicas para que os mesmos higienizem as mãos. As preparações deverão estar disponíveis nos pontos de assistência e tratamento, salas de triagem, salas de pronto atendimento, unidades de urgência e emergência além de consultórios de serviços de saúde, serviços de atendimento móvel e em locais que são realizados qualquer procedimento invasivo. Hoje, embora muitas instituições já o disponibilizam aos seu profissionais, isto é feito de maneira não obrigatória e somente após a publicação desta norma poderá haver uma obrigação.

    Com esta medida, a Anvisa pretende aumentar a adesão os profissionais de saúde ao procedimento de higienização das mãos, que segundo dados da Agência é de aproximadamente 40%, percentual considerado muito baixo.

    A higienização das mãos é considerado o processo mais importante e menos oneroso para evitar a transmissão de infecção relacionada a assistência a saúde.

    Pela norma, o produto deverá ficar disponível aos profissionais em dispensadores localizados em lugar visível e de fácil acesso, a beira do leito de pacientes, de modo que os profissionais não necessitem deixar o local de assistência para higienizar as mãos, e com o acesso ao produto, realizem a higienização antes do contato com o paciente, após o contato com o paciente, antes da realização de procedimentos assépticos, após a exposição a sangue ou outros fluidos corporais e após contato com o ambiente próximo ao paciente.

    Evidências científicas mostram que a preparação alcoólica para as mãos, apresenta maior eficácia quando comparada a água e ao sabonete líquido para a higienização, sendo considerada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o padrão ouro para este procedimento.

    A Consulta Pública ficará aberta por sessenta dias (até 09/09/2010) e as sugestões para propostas poderão ser enviadas por escrito para: Agencia Nacional de Vigilância Sanitária – SIA, trecho 5, Área Especial 57, lote 200, Bloco D, 2° andar, Brasília – DF, cep 71205-050. Pode ainda ser enviado para o fax (61) 3262-4014 ou para o E-mail: ggtes@anvisa.gov.br
     

    Autor: José Vilmore
    Fonte: Anvisa
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    08/07/2010 11:30:00

    A importancia do uso correto de medicamentos

    Os medicamentos são substancias capazes de provocar modificações no funcionamento do nosso organismo e restabelecer-nos a saúde, para tanto, esta modificações deve acontecer na intensidade certa, para que não tenhamos ou a falta de efeito da substancia em decorrência da pequena dose utilizada, ou intoxicações decorrente de doses superiores a necessária.

    Há medicamentos que quando ingeridos, são pouco absorvidos pelo restante do organismo, fazendo seu efeito praticamente no interior do trato digestivo, embora o pouco que seja absorvido poderá causar problemas de intoxicações ou que possam estabelecer sua contra indicação. Como exemplo destes medicamentos temos alguns anti-ácidos, alguns anti-parasitários (contra-indicados na gravidez) e até alguns medicamentos utilizados na inibição de absorção de outras substancias, como inibidores de absorção de gorduras ou de alguns sais.

    Para os medicamentos que são absorvidos, Após ingerirmos um medicamento, este será absorvido e distribuído por praticamente todo o organismo. O organismo produzirá modificações neste medicamento que facilitará a sua excreção, que dependendo do medicamento poderá ser pela urina, fezes, suor, saliva ou até mesmo pelo leite materno, em caso de mães que estiverem amamentado.
    O que será disponibilizado para fazer as modificações necessária no processo do restabelecimento da saúde, está na dose circulante no organismo, no equilíbrio entre o que está sendo absorvido e o que está sendo excretado.

    Por este motivo, a dose deve ser correta e o espaçamento entre as mesmas garante que o medicamentos manter-se-á no organismo em uma quantidade suficiente para produzir efeito, não aumentado muito, em casos de tomadas muito próximas o que pode levar a intoxicações, ou baixando a um nível que não produz efeito no organismo, em caso de dose muito espaçadas.

    Existem ainda diversas situações que podem ser decorrente tanto do processo da doença ou pelo estado particular do paciente, como por exemplo a idade, a existência de outras doenças, ou condições como a gravidez, que podem alterar este equilíbrio, e uma mesma dose pode fazer bem a um paciente e causar intoxicação em outro, sendo necessário que o médico do paciente prescreva uma dose diferenciada.

    Portanto, nunca utilize medicamentos sem a prescrição do seu médico. E peça sempre a orientação ao farmacêutico de como utilizá-lo, de forma que fique claro a dose a ser utilizada, os horários das tomadas e com que e como tomar. O farmacêutico está na farmácia para tirar dúvidas acerca do seu tratamento e orientá-lo no uso dos medicamentos para que estes tenham a máxima eficácia com os menores riscos a sua saúde.
     

    Autor: José Vilmore
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    05/07/2010 07:00:00

    Resolução determina dosagem máxima diária de sibutramina

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou na última quinta-feira (01), resolução de Diretoria Colegiada RDC nº 25 que altera o artigo 2º da RDC nº 58, de 5 de setembro de 2007.
    A nova resolução aumenta o prazo das receitas B2 contendo medicamento à base da substância sibutramina para tratamento igual ou inferior a 60 dias, a resolução de 2007 dava como período máximo 30 dias. Outra novidade na RDC nº 25 é a limitação da dosagem máxima de 15 miligramas/ diárias.
    A sibutramina somente deveria ser indicada para redução do peso, no tratamento da obesidade e deveria sempre ser usada em conjunto com uma dieta, exercício físico e uma reeducação alimentar, já que não se pode tomar sibutramina por tempo inderterminado, só devendo ser tomada se a orientação alimentar e a atividade física não forem suficientes para atingir a redução de peso desejada.
    A Anvisa através do Sistema Nacional de Produtos Controlados SNGPC, tem detectado que ainda há um uso excessivo desta substância no Brasil, que em alguns países o seu consumo já está proibido desde janeiro, quando Agência de Medicamentos da Europa (Emea, na sigla em inglês) proibiu a venda dos medicamentos feitos com a substância.
    A proibição foi baseada na pesquisa SCOUT (Sibutramine Cardiovascular Outcome Trial), feita pela agência, em que aproximadamente 10 mil pacientes foram avaliados por seis anos com o intuito de relacionar o impacto da perda de peso por meio da sibutramina e problemas cardíacos.
    O FDA, a Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos afirmou que a substância aumenta os riscos de enfarte em pessoas que já têm problemas cardíacos.
    Há pouco tempo a Anvisa já havia colocado esta substancia na lista dos medicamentos de tarja preta, o que já havia provocado uma redução no seu consumo.
     

    Autor: José Vilmore
    Fonte: Imprensa Anvisa
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    02/07/2010 07:15:00

    Prescrição Farmacêutica não foi regulamentada pelo CFF

    Esperava-se que a proposta de Resolução do Conselho Federal de Farmácia CFF que regulamentava a indicação de medicamentos isentos de prescrição dada pelo farmacêutico ao usuário, com o respectivo registro escrito desta orientação, fosse aprovada na Reunião Planária de 01 e 02 de julho, porém a mesma foi adiada.
    O assunto tornou-se polêmico, considerando que na proposta de Resolução apresentada, o termo sugerido anteriormente, “indicação documentada de medicamentos isentos de prescrição”, onde o CFF passaria a exigir que sempre que um farmacêutico recomendasse o uso de algum medicamento isento de prescrição, esta recomendação fosse dada por escrito e uma cópia ficasse arquivada na farmácia, foi substituída por “prescrição farmacêutica”.
    Algumas categorias profissionais consideraram que poderia ocorrer invasão de âmbito profissional, pois entenderam que com a Resolução o farmacêutico ficaria apto a prescrever medicamentos, porém este entendimento é equivocado, pois o que se buscava de fato era a regulamentação de uma ação que naturalmente já existe, o registro da indicação de medicamentos que não exigem prescrição médica ou odontológica.
    Com esta Resolução o farmacêutico passaria a ser responsável pela orientação formal do uso de analgésicos, antiácidos, alguns antiinflamatórios, alguns expectorantes, antitussígenos, medicamentos para cólicas entre outros produtos do gênero, que não exigem prescrição médica, não sendo, portanto tarjados de vermelho, mas que seu uso em determinadas situações pode trazer riscos e agravos a saúde do usuário.
    Muitos usuários de medicamentos não têm idéia do que um medicamento isento de prescrição pode causar se for usado inadequadamente, como por exemplo um simples ácido acetilsalicílico (o AAS®). Se utilizado por pacientes com úlcera gástrica ou duodenal, pode acarretar hemorragias graves. Caso um paciente alérgico a esta substancia o utilize como componente de um medicamento para alívio dos sintomas da gripe (o que é muito comum) pode desencadear uma reação alérgica gravíssima. Se um paciente hipertenso o utiliza juntamente com o seu medicamento anti-hipertensivo, o efeito do anti-hipertensivo pode ser reduzido a ponto deste paciente ter uma elevação da pressão arterial, expondo-o a todos os riscos que este problema acarreta.
    Estando ainda ou não obrigatório o registro escrito pelo farmacêutico acerca da indicação de medicamentos isentos de prescrição, sempre que for adquirir um medicamento, seja um que lhe tenha sido prescrito por um médico ou dentista, seja este um “simples” analgésico que queira utilizar por conta própria, procure sempre a orientação do farmacêutico, é um direito seu.
     

    Autor: José Vilmore
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    30/06/2010 08:30:00

    A necessidade de melhorar a educação profissional no Brasil.

    “O interesse coletivo deve sempre sobrepor-se ao interesse individual”, isto é o que pregam as modernas democracias. Quando o quesito é saúde, esta regra é prioritária, porém é perceptível que nem sempre é observada. Vejamos por exemplo a questão das regulamentações profissionais.
    Os Conselhos das profissões regulamentadas, existem com o objetivo de proteger a sociedade garantindo que a profissão que representam está sendo exercida em sua plenitude técnica e ética, cabendo estes Conselhos fiscalizar e punir os profissionais que se desviam de suas prerrogativas ou que não as cumprem com perícia e prudencia o seu ofício.

    O que temos ouvido de parte dos Conselhos da área de saúde é uma grande insatisfação com relação aos profissionais que estão deixando algumas faculdades. O Ministério da Educação liberou o funcionamento de cursos sem a menor condição de prover o aluno de conhecimentos para atuação na área e sem nenhuma noção de responsabilidade social.

    Estes problemas poderiam ser sanados, pelo menos em parte, pela realização de exames de proficiência. Porém, no Brasil, somente a OAB tem aparato legal para aplica-lo aos seus candidatos a inscrição na Ordem. Os demais, egressos dos cursos de medicina, farmácia, enfermagem, odontologia, entre outras profissões de saúde, assim que deixam a faculdade, seja esta de excelente ou sofrível qualidade, terão sua inscrição garantida pelos Conselhos de classe, não podendo serem impedidos de exercerem a profissão, pois não tem como os Conselhos avaliar o grau de conhecimento adquirido pelo inscrito. Terão que cometer uma “falta grave” para somente depois serem avaliados e punidos, quando é o caso, por suas Comissões de Ética. Não é necessário lembrar o que esta “falta” pode significar para a vítima.

    Recentemente os Conselhos de Saúde, encabeçados pelo Conselho Federal de Farmácia (CFF) e o Conselho Federal de Medicina (CFM) estão trabalhando com o Ministério da Educação para participarem da análises das solicitações de criação de novos cursos nas suas áreas de atuação para barrar a abertura de cursos sem qualidade para a formação do profissional com conhecimentos necessário ao atendimento da sociedade.

     É interessante ressaltar que em muitos países, ditos mais desenvolvidos, além da formação de um profissional de saúde exigir uma carga horária muito superior a exigida para o exercício da mesma profissão no Brasil e passarem por um rigoroso exame de proficiência, a comprovação da realização de cursos de educação continuada é obrigatória para a renovação da licença para o exercício de profissões médicas e para-médicas.

    Autor: José Vilmore
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    28/06/2010 07:00:00

    Veja como a Vigilância Sanitária se faz presente na sua vida

    Talvez se perguntarmos em um grupo de pessoas, quem realmente depende do Sistema único de Saúde (SUS), provavelmente muitos digam que têm planos de saúde particulares e não depende do Sistema. Porém esquecem de um das funções mais importantes do SUS, no que se refere a prevenção: a Vigilância Sanitária.

    A vigilância sanitária está presente em muitos momentos da sua vida e você nem percebe, como por exemplo: ao acordar pela manhã e for até a pia escovar os dentes, lembre-se de que a pasta que você utiliza, teve sua formulação analisada e liberada para consumo pela vigilância sanitária, o mesmo ocorrendo com a escova. Ao tomar café, deve lembrar-se que os estabelecimentos que processam e vendem os produtos que estão a sua mesa, também foram vistoriados pela vigilância sanitária, para assegurar-lhe a qualidade do que você adquiriu e consome. Se analisar bem, parte dos produtos consumidos durante o dia, como produtos de higiene corporal, medicamentos e outros mais, necessitaram de avaliação e liberação por este órgão.

    A vigilância sanitária é uma das atividades mais importantes do nosso Sistema de Saúde, porém nem sempre funcionam a contento. Para se ocupar um cargo de tamanha importância como o é um de fiscal da vigilância sanitária, deve-se contar com pessoas altamente capacitadas, compromissadas, corajosas e independentes. Não se faz vigilância sem um grupo de funcionários com todas estas qualificações.

    Nas minhas andanças pelo Estado, tenho visto que em muitos municípios as vigilância sanitárias funcionam muito mal. Em sua grande maioria, os cargos são ocupados por indivíduos sem a menor capacitação para o desempenho das funções a que lhe foram atribuídas, muitos até que possuem outras qualidades, mais muito aquém do que se necessita para realização deste trabalho. Pessoas que muitas vezes, não tem o menor compromisso com a atividade que estão exercendo, como se desconhecessem a importância do seu trabalho.Muitas ações de vigilância sanitária necessitam da proteção policial pois ferem muitos interesses particulares que tentam sobrepor-se ao bem comum, para isto, é necessário fiscais corajosos.

    A falta de independência é em sua grande maioria, um dos piores problemas. Os cargos são ocupados por indicação do gestor do momento, estando completamente a mercê da vontade deste e não por aprovação em concurso público, como determina a Lei. Muitas vezes os fiscais são até concursados, mas o(a) coordenador(a) do órgão é um comissionado. Assim, como ocorre muitas vezes, se o estabelecimento é de um correligionário ou amigo do gestor, nem sempre é fiscalizado.
    Se a sociedade não cobrar providencias, as vigilâncias sanitárias tornam-se um mero cartório burocrático sem nenhuma efetividade em prol da comunidade.

    Autor: José Vilmore
    Leia mais: vigilancia, sus
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    23/06/2010 06:00:00

    Prejudiciais: Saiba mais sobre o uso dos antibióticos!

    Os seres vivos estão em constante evolução na natureza, quanto maior a taxa de reprodução de uma espécie, maior o número de indivíduos que sofrem mutações e tem possibilidade de repassar estas mutações aos seus descendentes. Como as bactérias tem uma taxa de reprodução altíssima, é comum que em um processo infeccioso surjam muitas sejam naturalmente resistente a um determinado antibiótico e que são eliminadas pelas defesas do organismo.

    O nosso organismo é colonizado por milhares de milhões de bactérias que convivem conosco e não nos acarretam nenhum mal. Estes seres não nocivos, acabam por inibir o crescimento de bactérias que causam doenças (patogênicas), mantendo um equilíbrio e ajudando as defesas naturais do nosso corpo.

    Quando por algum motivo este equilíbrio é quebrado e uma infecção se instala, os uso de antibióticos ajudam o organismo a eliminar grande parte das bactérias patogênicas, matando ou inibindo a proliferação destas, de modo que o nosso corpo tem uma grande ajuda ao seu sistema de defesa e pode eliminar as bactérias patogênicas resistentes aquele antibiótico que possam surgir durante o processo infeccioso.

    Porém, os antibióticos tem mecanismos de ação diferente e podem inibir um tipo específico de bactérias ou atuar de uma forma ampla, eliminando as bactérias patogênicas e as não patogênicas. Portanto, é pela característica da infecção ou por meio de exames laboratoriais, que o médico identifica o tipo de bactéria patogênica e prescreve o antibiótico que trará o melhor benefício ao paciente naquela situação.

    O uso do antibiótico tem que ser muito racional e responsável, pois em doses erradas ou em quantidade e tempo insuficiente para tratar a infecção, acarretará na seleção de bactérias resistentes aquele antibiótico, tonando este produto ineficiente não somente para quem o estiver utilizando de maneira errada, como também para alguém que possa contrair uma infecção desta pessoa. Além do mais, o uso indiscriminado de antibióticos pode eliminar bactérias que nos são úteis, enfraquecendo ainda mais as defesas do organismo.

    Autor: José Vilmore
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    21/06/2010 06:00:00

    Anvisa realiza consulta pública sobre controle de antibióticos

    A Agencia Nacional de Vigilância Sanitária publicou nesta sexta-feira, dia 18/06/2010 a Consulta Pública n° 58/2010 em que tem como objetivo a ampliação do controle sobre a venda de antibióticos como uma forma de contribuir para a redução da resistência bacteriana na comunidade. Durante 30 dias, a (Anvisa) estará recebendo sugestões à proposta que pretende implantar medidas mais restritivas para a prescrição e comércio de antibióticos isolados ou em associação de uso sob prescrição médica.

    Entre as mudanças propostas está a exigência da prescrição médica em duas vias: uma fica retida no estabelecimento e a é outra devolvida ao paciente com o carimbo que comprova o atendimento. Até então, bastava apresentar a receita na farmácia ou drogaria para adquirir um antibiótico. As embalagens e bulas também terão que mudar e incluir a seguinte frase: “VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA - SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA".

    As medidas valem para mais de 90 substâncias antimicrobianas, que abrangem todos os antibióticos com registro no país. Quatro delas (amoxicilina, azitromicina, cefalexina e sulfametoxazol) terão regras ainda mais rígidas. Além da retenção da receita, as vendas dessas substâncias serão escrituradas, ou seja, as movimentações terão que ser registradas no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC).

    Sugestões à Consulta Pública nº 58 de 2010 podem ser enviadas até o dia 17 de julho por escrito, em formulário próprio, para o endereço: Agência Nacional de Vigilância Sanitária/CPCON/GFIMP/GGIMP, SIA Trecho 5, Área Especial 57, Brasília- DF, CEP 71.205-050.  As contribuições também serão recebidas por fax: (61) 3462- 5833 ou por e-mail: med.controlados@anvisa.gov.br.

    Autor: José Vilmore
    Fonte: Imprensa Anvisa
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