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Dia do Farmacêutico - 20/01/2017 às 06h30

20 de janeiro,dia nacional do farmacêutico brasileiro

Hoje, comemora-se em todo o Brasil, o dia do farmacêutico, um profissional de formação completa e complexa, mas que, ao nosso ver, ainda é pouco aproveitado por gestores da saúde pública brasileira, o que infelizmente traz prejuízos econômico e para a saúde da população.

A formação farmacêutica abrange diversas áreas do conhecimento. Além de extensa carga horária nas disciplinas comuns a muitos cursos da área da saúde, tais como anatomia, fisiologia, histologia, patologia, entre outras, a formação exige conhecimentos em outras áreas, que também se fazem imprescindíveis, como física, matemática, química, biologia e muitas outras disciplinas do conhecimento específicos da profissão, como farmacologia, toxicologia entre outras. Esta formação, o habilita a atuar nas áreas de medicamentos, análises clínicas e toxicológicas,análises de alimentos entre mais de 70 outras áreas.

Mais da metade dos exames laboratoriais do país, são realizados pro farmacêuticos. Aqui no Piauí, se destacam na área da formação profissional, pois os professores com formação na área da farmácia, estão entre os mais pós-graduados do estado (mestres e doutores). Destacam-se também na área da farmácia hospitalar, nas farmácias de manipulação, na farmácias comunitárias integrantes das redes e nas de propriedade de farmacêuticos.

O farmacêutico das farmácias comunitárias é o último profissional de saúde a ter contato com o paciente antes deste fazer uso de um medicamento, prescrito ou não. É responsabilidade do farmacêutico identificar riscos relacionado a alergias e os de interações entre medicamentos e alertar ao paciente e ao médico sobre estes riscos. Cabe ao farmacêutico, orientar para o uso mais racional dos medicamentos, avaliar a eficácia de tratamentos, identificar o surgimento de problemas relacionados ao uso destes medicamentos e ajudar ao médico e paciente a obter o melhor efeito com a máxima minimização dos riscos e interações.

Na área pública, os farmacêuticos quando na gestão, são responsáveis pelo melhor aproveitamento dos recursos destinados aos medicamentos e quando também há farmacêuticos trabalhando na dispensação das farmácias públicas, pelo uso mais racional destes recursos.

Quando um paciente tem alguma queixa e procura um médico no serviço básico de saúde, o SUS (ou todos nós) paga(mos) por esta consulta. Se o médico, para elucidar um diagnóstico, solicita exames, o SUS (ou todos nós) paga(mos) os exames. O mesmo ocorre quando este paciente retorna ao médico para resultados. O médico então, após o diagnóstico, prescreve medicamentos, o SUS (ou todos nós) paga(mos) os medicamentos. Aí, por uma falta de informação, o paciente os utiliza de forma errada: perde-se então tudo e o paciente permanece doente ou ainda pior, intoxicado com os medicamentos.

Medicamentos mais baratos - 16/01/2017 às 11h46

Senado pode reduzir carga tributária de medicamentos

A inflação de 2016 fechou em 6,26%, mais de quatro pontos percentuais abaixo do índice registrado em 2015, de 10,67%. Os medicamentos, no entanto, registraram alta nos preços e ficaram 12,5% mais caros. Segundo o governo, o aumento foi autorizado para cobrir a defasagem acumulada dos preços em relação aos custos.

O senador Reguffe (sem partido-DF) criticou o reajuste acima da inflação. E lembrou que a carga tributária sobre os medicamentos chega a quase 36% dos preço, e pediu aos senadores que aprovem sua Proposta de Emenda à Constituição (PEC 2/2015), que dá fim à cobrança de impostos sobre os remédios.

Outra PEC em tramitação no Senado isenta os medicamentos de impostos, mas somente para pessoas de baixa renda (PEC 65/2016). Os senadores também analisam um projeto que zera a cobrança do PIS e da Cofins sobre os remédios importados sem similares nacionais (PLS 425/2015).

No Brasil, somente medicamento para uso veterinário possuem isenção de impostos.

Fonte: Agência Senado

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Obesidade - 13/01/2017 às 18h29

Profissionais de saúde e pacientes devem dar mais enfase ao tratamento da obesidade

A obesidade é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma doença crônica que necessita de tratamento de longo prazo e está associada a consequências graves para a saúde, incluindo diabetes tipo 2, doença cardíaca, apneia obstrutiva do sono e certos tipos de câncer.

Ainda segundo a OMS, a prevalência global da obesidade cresceu de forma significativa nos últimos 30 anos e atingiu proporções de epidemia, com mais de 1.9 bilhão de adultos com sobrepeso em todo o mundo. No Brasil, já temos 56,9% da população adulta com sobrepeso ou obesidade.

Porém, estudo apresentado na Obesity Week 2016 acerca dos resultados da Conscientização Cuidados e Tratamento no Manejo da Obesidade, várias barreiras puderam ser identificadas para o controle de peso enfrentados por pessoas que vivem com obesidade, pois percepções e atitudes divergentes a respeito da obesidade, tanto por profissionais de saúde como por pacientes, podem comprometer os resultados do tratamento e chamam a atenção para o fato de que a obesidade ainda não é encarada como uma questão de saúde.

O estudo revelou que embora aproximadamente 65% das pessoas com excesso de peso considerarem a condição uma doença, 82% dos pesquisados, acham que a perda de peso é uma responsabilidade exclusivamente sua, não a encarando como um problema de saúde complexo e que necessita de ajuda multiprofissional.

Além disso, o estudo também descobriu que, apesar de várias tentativas de perda de peso, por métodos reconhecidamente eficazes, apenas 23% das pessoas com obesidade relataram uma perda de peso de 10% nos últimos três anos, e apenas 44% mantiveram a perda de peso por mais de um ano.

O estudo revelou ainda, a falta de diálogo consistente entre médico e paciente acerca do controle de peso e, apenas 55% dos pacientes com obesidade, relataram ter recebido um diagnóstico oficial de obesidade de seu médico e somente 16% das pessoas com obesidade relataram ter uma consulta de acompanhamento com seu médico após conversas iniciais sobre o controle da obesidade.

Fonte: Awarenees, Care & Tratament In Obesity maNagement - ACTION

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Agilidade na liberação - 05/01/2017 às 11h53

Aprovada Lei que obriga agilidade na liberação de novas drogas pela Anvisa

Embora a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, figure como uma das agência de grande competência e reconhecimento mundial na área que atua, a mesma sempre foi apontada pelas empresas e outros órgãos como “lenta” no julgamento de processos para liberação de novas drogas.

Foi sancionada a lei aprovada pelo Congresso Nacional que passa a punir o descumprimento de prazos para a liberação de novos medicamentos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A Lei 13.411/2016 mantém os atuais 90 dias de prazo apenas para o registro de remédios “urgentes”, mas os medicamentos classificados como “prioritários” terão 120 dias e os chamados medicamentos gerais, 365 dias.

Não precisam de registro os medicamentos novos, destinados exclusivamente a uso experimental, sob controle médico, podendo inclusive, ser importados mediante autorização do Ministério da Saúde.

O texto também estabelece punição para servidores públicos que atrasarem os processos de autorização sob responsabilidade da Anvisa, como informa o repórter Carlos Penna Brescianini, da Rádio Senado.

Fonte: Agencia Senado

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2017: O que esperar! - 01/01/2017 às 13h56

2017: Além das novas tecnologias, esperamos também mais racionalidade no seu uso

Após reunir mais de 100 médicos e pesquisadores, a Cleveland Clinic divulga a lista das 10 tecnologias mais promissoras para 2017, que têm o potencial de transformar os cuidados com a saúde. Porém, esperamos também o uso mais racional destas tecnologias e o aproveitamento de tecnologias antigas e tão eficazes

1) Manipulações do microbioma intestinal: Há muito há evidências de que as relações entre dieta, inflamação, resistência à insulina e risco cardiometabólico, que são em parte mediadas pela composição de bactérias intestinais, revelando assim o poder do microbioma para prevenir, diagnosticar e tratar doenças. Conhecimentos sobre a microbiota poderão reverter em diferentes estratégias para manipular as populações bacterianas e promover saúde,sob esta premissa, espera-se que em breve, a medicina estará focando seus recursos para abordar o potencial de novas terapias, diagnósticos, probióticos e outros produtos.

2) Novas drogas para o tratamento do diabetes, que reduzem doenças cardíacas e morte, considerando o risco que atualmente atinge os diabéticos tipo II de vir a desenvolver doença cardiovascular (DCV) ou AVC. Estima-se que metade destes pacientes morrerão por DCV. Espera-se ainda que, além do uso de novas tecnologias, se realize também o aproveitamento de medicamentos já há muito conhecidos, mas que do ponto de vista comercial não são interessantes por já terem as patentes expiradas, mas que são muito promissores.

3) Novas abordagens para o tratamento da leucemia e linfoma: Usando um novo método chamado receptores quiméricos de antígeno – terapia de células T -, os médicos retiram as células imunes dos próprios pacientes que lutam contra a leucemia e linfoma e a modificam As células geneticamente para procurar e destruir células cancerosas, e, então, as reaplicam por via intravenosa.

4)Rastreio do câncer por biópsia líquida: A biopsia líquida é capaz de identificar fragmentos de DNA de tumores na corrente sanguínea e indicar sua presença antes mesmo destes se tornarem visíveis, em uma fase em que podem ser bloqueados. O exame pode ajudar a entender como os tumores mudam para vencer os tratamentos existentes ou ajudar a identificar os estágios iniciais da doença.

5) Recursos automáticos de segurança para o carro: Estima-se que 40% da cirurgias no Brasil ocorram em pacientes vítimas de acidentes de trânsito, sendo esta ainda uma das principais causa de morte no país.
Em 2014 tivemos a obrigatoriedade dos novos veículos virem equipados com airbag e ABS, porém ainda há muita tecnologia a ser embarcada .Sistemas de aviso de colisão, controle de estabilidade, controle de direção adaptável, assistência de faixa e alertas de tráfego são algumas das inovações para os próximos anos, com potencial para reduzir ainda mais os acidentes de carro fatais.

6) Recursos de interoperabilidade: Desenvolvido pela Fast Healthcare, o FHIR é uma especificação de interoperabilidade que pode atuar como um tradutor para prontuários eletrônicos que não se comunicam bem entre si.

7) Cetamina para a depressão resistente ao tratamento: Para um terço das pessoas com depressão, nem terapia ou medicação é eficaz. Cetamina, um medicamento utilizado há mais de 50 anos, e que já foi usada de forma ilícita como alucinógeno, melhora os sintomas rapidamente para a maioria destes pacientes, de acordo com estudos iniciais (cerca de um dia para 70% dos participantes testados). Nos EUA, a cetamina vem sendo administrada para casos graves, em emergências psiquiátricas, onde há risco de suicídio.

8) Visualização 3D e realidade aumentada para cirurgia: Câmeras 3D estão ajudando cirurgiões e suas equipes a terem uma visão melhor. A tecnologia amplia o campo de visão e permite que todos na sala de cirurgia possam vero que está acontecendo em três dimensões.

9) Teste rápidos para HPV: O HPV infecta, aproximadamente, 80% das mulheres sexualmente ativas, causando quase 250 mil mortes por ano. Cerca de 85% dessas mortes acontece em países em desenvolvimento, onde o acesso a exames e tratamento é limitado. Pensando nisso, cientistas desenvolverem kits de testes de HPV auto-administrados, que podem chegar a qualquer um em todas as partes do mundo.

10) Stents bio-absorvíveis: O stent bioabsorvível possibilita a desobstrução da artéria coronária sem implante metálico permanente, pois todo o sistema é bioabsorvível. Estudos indicam que a nova prótese também reduz a dor no peito após a cirurgia. Espera-se também que, a aplicação de stent's se torne mais racional do que tem ocorrido nos últimos anos.

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