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PL 4135/2012 - 30/06/2015 às 21h49

PL garantirá direito de usuários de medicamentos e economia de recursos pelo SUS

1º de julho poderá ser um dia de grande importância para os usuários de medicamentos dispensados pelo SUS.

Espera-se que seja votado na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei (PL) nº 4135/2012, alterando a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para tomar obrigatória a assistência de técnico responsável na assistência farmacêutica realizada no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), Projeto este de autoria da Senadora Vanessa Grazziotin -PcdoB/AM.

O PL tem a relatoria do Deputado Júnior Marreca, que já deu parecer favorável, por “não implicação da matéria com aumento ou diminuição da receita ou da despesa públicas, não cabendo pronunciamento quanto à adequação financeira e orçamentária do PL nº 4.135/12 e dos PL's nºs 2.459/11 e 3.569/12, apensados”.

A aprovação da Lei se faz necessária, já que dados apontam que o gerenciamento da logística de medicamentos absorve 20% dos recursos financeiros da saúde; 90,3% dos municípios apresentaram problemas na gestão de recursos ou serviços de assistência farmacêutica. Em 71% dos municípios brasileiros foi constatada falta de controle de estoque ou sua deficiência, em 39% condições inadequadas de armazenamento, e falta de medicamentos em 24%. Dados apontam que 28% de todos os atendimentos de emergência estão relacionados ao mau uso de medicamentos e, desses, 70% correspondem a situações evitáveis, enquanto 24% deles resultam em internação hospitalar. Em pronto atendimento hospitalar, foi encontrada prevalência de 31,6% a 38,2% de consultas de urgência ligadas a medicamentos.

Dados disponíveis no DATASUS demonstram que, apenas no ano de 2013, podem ter ocorrido entre 1,2 milhão e 3,2 milhões de internações de urgência ligadas a problemas relacionados aos medicamentos. Isto considerando um universo de aproximadamente 48 milhões de atendimentos de urgência e emergência e 11 milhões de internações de urgência naquele ano, a um custo médio de R$ 1.135,26 por usuário, por internação. O custo total das hospitalizações pode ser estimado entre R$ 1,3 bilhão e R$ 3,6 bilhões, somente em 2013. Assim, numa avaliação conservadora, a economia de recursos poderia ser de até R$ 2,5 bilhões ao ano, somente com hospitalizações, se 70% desses problemas, considerados evitáveis, fossem realmente evitados.

Fonte: CFF

Publicado Por: José Vilmore

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Picada de aranha - 23/06/2015 às 12h09

Piauí também possui aranhas de espécies venenosas

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O nome “viúva negra” assusta: trata-se de aranhas da família Theridiidade do gênero Latrodectus que envolve 32 espécies conhecidas, todas venenosas e que tem distribuição praticamente cosmopolita. Dentre as espécies mais venenosas a Latrodectus mactans, encontrada nos sul dos Estados Unidos provavelmente seja a mais peçonhenta do gênero. O nome comum viúva negra deriva da maioria das espécies deste gênero praticar o canibalismo sexual onde a fêmea devora o macho após a cópula.

São aranhas de porte médio, corpo preto-brilhante e frequentemente com uma mancha vermelha no abdome, que é muito grande em relação ao corpo e quase esférico. Fazem suas teias em lugares sombrios e frescos, o que explica a sua preferência por casas, e madeira em decomposição e à sombra.

Para se ter uma ideia do temor causado por estas aranhas, até a força aérea brasileira já declarou guerra a elas, ainda no início dos anos sessenta, em uma história contada e que pode ser lida no http://forcasarmadasbrasil.blogspot.com.br/2011/08/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html.

Recentemente, em um trabalho no campo que estamos realizando, encontramos muitas aranhas deste gênero, escondidas em locais com muitas folhas secas e à sombra. No Piauí a espécie encontrada aqui, provavelmente trate-se da Latrodectus curacaviensis, uma espécie também venenosa comum em todo o Brasil, mas nem de longe tão mortal quanto sua prima americana mais famosa, a Latrodectus mactans.

Os sintomas do envenenamento provocado por estas aranhas são praticamente os mesmo, embora variem em intensidade, com a espécie e o tamanho da aranha que picou. No local da picada, não se observa anomalia alguma, a dor, intensa, irradia-se, generalizando-se pelo corpo e concentrando-se nas articulações e nos órgãos internos revestidos de musculatura lisa. Pode haver elevação de temperatura no começo e mais tarde, é mais comum, porém, baixa temperatura, com calafrios, tremores, cãibras, principalmente nas pernas, pés e dedos dos pés, que se encurvam. Palpitações cardíacas, suores frios, retenção de urina, convulsões tetânicas, estados dolorosos das vísceras são comuns, à medida que o envenenamento se propaga. No Ceará, alguns pacientes foram a princípio, suspeitos de apendicite, principalmente quando a picada era na perna direita. Na espécie encontrada no nosso estado, raramente picada pode levar o paciente à morte, a não ser se tratar-se de pessoa já muito debilitada o de criança em tenra idade, mas de qualquer forma, é extremamente dolorosa e angustiante.

Toda pessoa agredida por aranhas deve ser encaminhada ao Pronto Socorro, estando nas proximidades de Teresina, ao hospital Natan Portela, que disponibiliza soro anti-aracnídeo. Se possível levar a aranha para identificação. Lembre-se sempre que a rapidez de atendimento em acidentes com qualquer animal peçonhento pode significar a diferença entre a vida e a morte. A auto medicação pode ser fatal e não deve ser realizada. Procure sempre um médico e o pronto socorro mais próximo.

Publicado Por: José Vilmore

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Gorduras trans - 18/06/2015 às 06h13

Gorduras trans: banida em alguns países para consumo em alimentos

As busca por por alimentos mais baratos, aliado a detecção de que o uso em excesso das gorduras saturadas, presente nas banhas de origem animal causam problemas de saúde, levaram já a mais decinco décadas, ao aumento do uso de óleos vegetais, considerados mais saudáveis.

Porém, diferentemente das banhas, os óleos vegetais encontram-se à temperatura ambiente no estado líquido e não dão aos alimentos, a mesma crocância e aparência aos alimentos como a gordura animal. Para tornar os óleos vegetais sólidos à mesa, foram criados, ainda na década de 1950, processos de hidrogenação destes óleos que os tornam sólidos, mas que no fim, dão origem à gordura trans.

Posteriormente, constatou-se que a gordura trans aumenta os níveis de colesterol "ruim", reduz os níveis de colesterol "bom" e, por isso, seu consumo é fator de risco para as doenças cardiovasculares, sendo ainda mais prejudicial que a gordura saturada, que é necessária ao organismo, ainda que, se ingerida em excesso também cause problemas de elevação do colesterol.

Seguindo o já determinado em países, como a Dinamarca, Áustria, Hungria, Islândia, Noruega e Suíça, a FDA (agência que regula alimentos e medicamentos nos EUA) baniu a gordura trans no país e deu três anos para que a indústria se adeque e retire a substância de alimentos industrializados como margarina, biscoitos, sorvetes e pizzas congeladas.

No Brasil, a gordura trans não é proibida. Contudo, acordos fechados entre o Ministério da Saúde e a Abia (Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação) têm reduzido os teores de sódio e de gorduras trans na comida industrializada. Uma meta estabelecida em 2007 limitou a gordura trans a 5% do total de gorduras em alimentos industrializados e a 2% do total de gorduras em óleos e margarinas. Um estudo feito pela Abia em parceria com o governo federal apontou que 95% das empresas ligadas à entidade alcançaram a meta.

Publicado Por: José Vilmore

Queixas a medicamentos - 17/06/2015 às 07h22

Mesmo com o aumento das queixas a problemas com medicamentos, números ainda são subestimados

Recentemente foi divulgado na mídia que as queixas ligadas a medicamentos tem crescido 20 % ao ano desde 2007, porém isto pode representar apenas a “ponta de um iceberg”.

Segundo a ANVISA, o órgão teria recebido, deste o inicio do programa, 82.730 notificações de eventos adversos e falhas técnicas relacionadas a remédios.

Destas, 44 mil notificações são de queixas técnicas, quando o problema antecede o uso e é ligado ao próprio produto. São os casos em que há suspeitas de falsificações, falta de registro e desvios de qualidade. A outra parte se refere a eventos adversos: danos não intencionais causados após o uso dos produtos, seja por reações imprevistas, erros de medicação ou prescrições inadequadas, por exemplo.

O brasileiro não tem ainda o hábito de registrar queixas, e apenas uma pequena parte da população está atenta a isto, de modo que as quixas registradas podem não passar de um pequeno percentual do que realmente ocorre.

O problema tem levado a Agência a buscar novas formas de registro e a incentivar uma mudança de comportamento.

Fonte: Folha de S.Paulo

Publicado Por: José Vilmore

Descarte de medicamentos - 05/06/2015 às 06h32

Medicamentos descartados de forma incorreta contaminam o meio ambiente

O Brasil é o 6° mercado mundial em volume de medicamentos vendidos e se estima-se que, por ano, a população brasileira gere mais de 10 mil toneladas de resíduos de medicamentos, sejam vencidos ou que sobram de tratamentos. Não há, no país, um sistema adequado de descarte destes produtos.

Medicamentos descartados no lixo comum, além do risco de contaminação de pessoas, animais e do meio ambiente durante o transporte, ao ser descartado no aterro sanitário ou, em um lixão, contaminarão a atmosfera, o solo e o lençol freático.

O medicamento descartado no sanitário irá para uma estação de tratamento de esgoto ou a uma fossa séptica e poderá não ser inativado, considerando que muitos medicamentos não sofrem degradação por tratamento de esgoto convencional, retornando ao meio ambiente nesta forma ativa e contaminando o meio ambiente.

Estes resíduos podem retornar de diversas maneiras:

Por contaminar o lençol freático, retornam aos poços e as torneiras;

Se voláteis, retornam nas de gotículas de chuva e contaminam o solo e mananciais;

Se presentes na água de irrigação, contaminarão alimentos de consumo animal e humano;

Podem se espalharem por contaminação em forma de poeira, arrastados dos lixões pela ação dos ventos.

Como fazer correto:
Evite sobras de medicamentos: somente utilize medicamentos com indicação de um profissional. Peça orientação ao farmacêutico para comprar apenas a quantidade suficiente para o tratamento. Nunca interrompa ou prolongue o uso de um medicamento sem a devida orientação.

Busque um posto de coleta: na hora de descartar medicamentos vencidos ou fora de uso, procure um posto de coleta. Há farmácias, drogarias, postos de saúde e hospitais que prestam este serviço. Eles dispõem de coletores ou máquinas próprias para coleta.
Informe-se sobre os postos de coleta na Vigilância Sanitária de sua cidade ou pelo endereço eletrônico: www.descarteconsciente.com.br

 

Fonte: Cartilha distribuida pelo CFF

Publicado Por: José Vilmore

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