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Combate à dengue - 16/04/2014 às 06h27

Nova arma contra a dengue: mosquito trangênicos

Com um método inovador e tecnologicamente avançado, um experimento no Brasil tenta diminuir ano a ano os casos de dengue. Um novo método, que está sendo aplicado em Jacobina – BA, consiste em inserir um gene letal no mosquito macho (que não se alimenta de sangue e portanto não transmite a doença) criado em laboratório, que o repassa à fêmea selvagem durante a cópula. Com isso, a fêmea acaba gerando filhotes que morrem prematuramente.

O método já vem sendo aplicado desde junho de 2012, com a inauguração de uma fábrica de machos estéreis transgênicos na cidade, com capacidade de produzir 4 milhões de insetos por semana e é fruto de uma parceria entre pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da ONG Moscamed, que tentam comprovar que a liberação dos mosquitos pode reduzir o tamanho da população de transmissores da dengue e, segundo os responsáveis, o experimento já reduziu a população de transmissores de dengue em mais de 50%.

Mas há também críticos ao experimento, que acusam o governo de está utilizando a população de Jacobina como cobaias.

Fonte: Portal Valor Econômico

Publicado Por: José Vilmore

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Gripe aviária - 14/04/2014 às 06h06

Segundo estudo, Tamiflu não seria eficaz contra gripe A

Segundo um estudo publicado no dia 10/04 pela Fundação Cochrane e pelo British Medical Journal revela que pode ter sido totalmente desnecessário o gasto de 405 milhões de reais para a aquisição do medicamento Tamiflu (Fosfato de oseltamivir) do laboratório Roche pelo governo brasileiro.

O medicamento entrou na programação de compra emergencial de praticamente de todos os países do ocidente, quando ocorreu o advento da propagação da gripe aviária em 2008. Á época, a OMS sugeriu aos governos que adquirissem o medicamentos enquanto aguardava-se a vacina pois achavam que a distribuição do remédio da Roche ajudaria a impedir que a pandemia em proporções catastróficas. Calculava-se que até dois terços da população mundial contrairiam a gripe A. Além do Brasil, os EUA adquiriram mais de 1,2 bilhões de dólares do medicamento e o Reino Unido mais de 600 milhões de euros, dentre muitos outros países. As vendas do medicamento aumentaram mais de 1000% e as ações da Roche subiram.

Mas, segundo o novo estudo, o remédio não conseguiria impedir a proliferação do vírus H1N1 nem reduzir suas complicações, conseguiria no máximo, a aliviar os sintomas, assim como o paracetamol.

Os resultados foram obtidos após pesquisadores consultarem os testes médicos do governo britânico e analisar mais de 16 mil páginas do registro e licenciamento do remédio. O resultado mostrou que os sintomas da gripe seriam reduzidos de sete dias para 6,3 dias.

O laboratório Roche e outros pesquisadores questionaram o estudo , alertando que a redução dos sintomas em crianças pode ser um ponto positivo no tratamento. A revista The Lancet publicou um estudo que mostrou que a mortalidade do vírus H1N1 seria reduzida em 25% entre os pacientes que, uma vez internados, fossem medicados com o Tamiflu.

As revelações reabriram o debate sobre o papel da OMS em promover produtos de uma determinada marca, sem que haja um consenso na comunidade científica. Na OMS, a entidade se limitou a dizer que estudaria as novas evidências embora ainda mantenha o Tamiflu na lista d.e medicamentos essenciais.

Fonte: O Estado de S.Paulo

Publicado Por: José Vilmore

Hiperglicemia e demência - 11/04/2014 às 06h38

Glicemia elevada é um dos fatores de demência em idosos

Já faz algum tempo que pesquisas demonstram que uma alimentação abaixo da necessidade diária (subalimentação), pode ser um importante fator para a longevidade. Os resultados se aplicam a todos os seres vivos: as bactérias, vermes, insetos, vertebrados dentre os quais os primatas e até mesmo o homem. Recentemente um artigos publicado no The New England Journal of Medicine, demonstra que a taxas elevadas de glicose no sangue, estão diretamente relacionadas com a demência.

O estudo envolveu 1.228 mulheres e 839 homens com 65 anos de idade ou mais, sem sinais de demência, que foram avaliados a cada dois anos com aplicação de testes de avaliação das habilidades cognitivas. Se o resultado mostrasse algum déficit, eram encaminhados para uma bateria de exames clínicos, laboratoriais e neuropsicológicos para afastar ou confirmar o diagnóstico de Alzheimer ou outro quadro demencial.

Nos cinco anos que precederam a avaliação, a média da glicemia de jejum dos participantes sem diabetes foi de 101 mg/ dL, número que aumentou para 175 nos portadores de diabetes.

Entre os diabéticos, quanto mais alta a glicemia maior o número de demências. Aumentar a glicemia de 160 para 190 mg/dL fez aumentar 40% no risco de demência.

O estudo conclui que níveis mais altos de glicose estão associados a aumento do risco de demência, em populações com ou sem diabetes. Os dados sugerem que níveis mais elevados de glicose podem ter efeitos deletérios no cérebro que envelhece.

Fonte: Carta Capital

Publicado Por: José Vilmore

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Medicamentos sem registro - 09/04/2014 às 06h10

É possível a importação de medicamentos sem registro no Brasil

A Lei é muito dura para casos de comercialização de medicamentos sem registros no Brasil. Para se ter uma ideia, se uma farmácia tiver em suas dependência um único medicamento sem autorização de venda, o farmacêutico e o proprietário estarão sujeitos, de acordo com o Código Penal Brasileiro, a até 15 anos de reclusão, por ser considerado um crime hediondo.

Entretanto, medicamentos sem registro no Brasil podem ser importados por pessoa física. Esta importação é possível por meio de pedido excepcional de importação para uso pessoal.

Os pedidos devem ser protocolados na Anvisa, onde serão analisados pelos técnicos da Agência, que levam em conta aspectos tais como eficácia e segurança do produto e se eles estão devidamente registrados em seus países de origem ou ainda em outros países.

Esse procedimento também é possível em relação a medicamentos classificados como substância de uso proscrito. A sua importação pode ser solicitada para uso pessoal. Também é possível que uma empresa interessada solicite o registro do produto no Brasil. Nas duas situações, os pedidos são analisados pela área técnica da Anvisa.

Até este momento, não há na Anvisa nenhum pedido de registro de medicamento com substância proscrita, nem pedido de importação para uso pessoal.

A Lei

A Anvisa esclarece ainda que, de acordo com a Lei 11.343, Lei Antidrogas, é possível que os casos de utilidade para a saúde sejam autorizados pelas autoridades competentes.

O Artigo 2° da Lei diz que Ficam proibidas, em todo o território nacional, as drogas, bem como o plantio, a cultura, a colheita e a exploração de vegetais e substratos dos quais possam ser extraídas ou produzidas drogas, ressalvada a hipótese de autorização legal ou regulamentar, bem como o que estabelece a Convenção de Viena, das Nações Unidas, sobre Substâncias Psicotrópicas, de 1971, a respeito de plantas de uso estritamente ritualístico-religioso.

Parágrafo único. Pode a União autorizar o plantio, a cultura e a colheita dos vegetais referidos no caput deste artigo, exclusivamente para fins medicinais ou científicos, em local e prazo predeterminados, mediante fiscalização, respeitadas as ressalvas supramencionadas.

Art. 31. É indispensável a licença prévia da autoridade competente para produzir, extrair, fabricar, transformar, preparar, possuir, manter em depósito, importar, exportar, reexportar, remeter, transportar, expor, oferecer, vender, comprar, trocar, ceder ou adquirir, para qualquer fim, drogas ou matéria-prima destinada à sua preparação, observadas as demais exigências legais.

Além disto, o Decreto 5.912/06, em seu Artigo 14º, parágrafo único, diz que a Pode a União autorizar o plantio, a cultura e a colheita dos vegetais referidos no caput deste artigo, exclusivamente para fins medicinais ou científicos, em local e prazo predeterminados, mediante fiscalização, respeitadas as ressalvas supramencionadas.

c) autorizar o plantio, a cultura e a colheita dos vegetais dos quais possam ser extraídas ou produzidas drogas, exclusivamente para fins medicinais ou científicos, em local e prazo predeterminados, mediante fiscalização, ressalvadas as hipóteses de autorização legal ou regulamentar.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa da Anvisa

Publicado Por: José Vilmore

Produção Científica - 08/04/2014 às 17h26

Revista científica GEUM recebe artigos até dia 15 de abril

Pesquisadores da área de Farmácia e Biotecnologia têm até dia 15 de abril para submeter artigos científicos para submissão na revista científica GEUM, periódico científico, de publicação trimestral, veiculado por meio impresso (ISSN 2237-7387). O trabalho tem a missão de divulgar resultados de pesquisas relevantes envolvendo duas linhas: Uso de medicamentos (edições - Jan-Mar e outra Jul-Set); e Pesquisa e o desenvolvimento de medicamentos(edições - Abr-Jun e outra Out-Dez).

A revista foi avaliada pelo comitê da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior- Capes e recebeu a classificação B5 para Farmácia e C para Biotecnologia. “Esse acontecimento foi um grande estímulo para nos mobilizarmos e fazer uma revista cada vez melhor”, declara o professor Dr. Lívio Cézar Cunha Nunes, coordenador responsável pela Revista.

Segundo ele, ainda este ano a revista conseguiu migrar para o SEER-Sistema de Editoração Eletrônica de Revistas, o que possibilitou a reestruturação do corpo editorial, internacionalizando-o. “Conseguimos uma indexação (Latindex -revistas editadas nos países da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal), conseguimos o apoio da gráfica da UFPI para a impressão e aumentamos o quadro de revisoresad hoc. Essas conquistas nos fizeram atrasar um pouco a edição do primeiro trimestre que estamos empenhados que aconteça até o final desse mês (abril/2014)”, explica o coordenador. O objetivo da revista é chegar ao final de 2014 conquistando Qualis B4 e até 2016 o B3.

As normas para submissão da revista podem ser encontradas no endereço eletrônico: http://www.ojs.ufpi.br/index.php/geum.

Publicado Por: José Vilmore

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