180graus

Da designer Lorena Kaz - 17/04/2017 às 10h42

Cartunista cria tirinhas e ajuda mulheres superar a dependência emocional

Iniciado há 4 anos no Facebook (fb.com/projetomorrerdeamor), a série de quadrinhos sobre dependência emocional produzidos pela ilustradora Lorena Kaz tomou forma e agora compõem o livro homônimo Morrer de Amor e Continuar Vivendo. Lançado no mês de março pela jovem Amora Editora, o exemplar contém 64 histórias em quadrinhos que tratam de temas como autoconhecimento e relacionamentos, além de outros mais profundos, como dependência emocional e empoderamento feminino.

As primeiras tirinhas do projeto foram criadas a partir de histórias autobiográficas e, posteriormente, com experiências relatadas em grupos de apoio dos quais Lorena fez parte e de seguidoras da página na internet – atualmente com mais de 176 mil curtidas. "Mais de 40 pessoas por semana me escrevem mensagens de apoio ao projeto, relatos de vida e pedidos de ajuda. Estes contatos me animam muito e me fazem pensar o quanto o projeto é necessário e que estou indo pelo caminho certo".

Em setembro de 2016, durante a 4ª Feira do Livro de Diadema (SP), Lorena conduziu ao lado da psicóloga Angélica Rente o evento Expressando Relacionamento, roda de partilha e arte. Com inspiração nos encontros do grupo MADA (Mulheres que Amam Demais Anônimas), o qual frequentou, as participantes foram convidadas não só a narrar suas histórias, mas também a expressarem seus sentimentos por meio das artes gráficas.

"Durante anos acreditei que minha felicidade e realização pessoal dependiam do meu relacionamento afetivo. Não me sentia capaz de ser feliz sozinha. Com terapia percebi que tinha um alto grau de dependência emocional e que poderia mudar minhas relações se trabalhasse minha autoestima", explica Lorena. "Agora quero ajudar outras mulheres a se valorizarem e saírem da situação de abuso e dependência emocional dentro do relacionamento afetivo".

Na página do projeto no Facebook, a artista publica relatos de seguidoras sobre experiências em relacionamentos para desmistificar estereótipos e aprofundar um pouco mais o conhecimento geral sobre o tema. "Fala-se muito de abuso físico, mas muito pouco sobre outros tipos de abuso, como o verbal e o psicológico ou sobre os motivos que mantém uma pessoa presa ao relacionamento abusivo".

O grande cartunista Ziraldo Alves Pinto, tio de Lorena Kaz, afirma não ter visto nenhum trabalho parecido no mercado editorial, o que a torna uma inventora. “Seu novo livro está aí, tão inteligente nas suas invenções e tão criativo quanto as coisas têm que ser no universo que ela escolheu - ou que a escolheu - para habitar com seu talento.”

Para Silvio Testa, sócio-fundador da Amora Editora, a ilustradora Lorena Kaz foi a escolha certa para a estreia da empresa no mercado. "Nosso foco principal é buscar emocionadores que toquem os leitores ao abordar sentimentos que ampliam horizontes, contribuam para o autoconhecimento e provoquem transformações".

A autora do projeto
Lorena Kaz tem 34 anos, é artista gráfica e ilustradora, formada em Desenho Industrial pela PUC-Rio. Em 2015 lançou o livro “Uma lhama no cinema” (editora Conrad). É autora de várias ilustrações para livros infantis. Seus trabalhos podem ser vistos no site lorenakaz.com.

capa_morrer_de_amor.jpg

Fonte: AsCom

Espaço importante - 15/04/2017 às 13h59

Redes sociais são ponto de apoio para vítimas de relacionamentos abusivos

"Quantas vezes me vi no banheiro da casa dele, toda encolhida, sentindo a saliva quente dele no meu corpo enquanto ele gritava? 'Pare de chorar como um neném. Você é louca. Ninguém mais te aguentaria.' Quantas vezes fiquei tremendo ali no chão, contando as respirações, quase sufocando num ataque de pânico causado por um desses acessos de loucura? Mas ele nunca me bateu". O relato, que faz parte de artigo escrito pela advogada Reut Amit, mostra que relacionamentos abusivos não são tão fáceis de serem identificados. Como descreve Reut, não é apenas quando se é espancada que se está em um relacionamento abusivo.

A internet têm se tornado um espaço importante tanto como apoio quanto como fonte de informações a vítimas de relacionamento abusivo. Comunidades, redes de discussão e mesmo grandes campanhas online têm ganhado cada vez mais espaço.

Para citar exemplos, nas últimas semanas, duas grandes campanhas, que surgiram a partir de situações de abuso, ganharam destaque nas redes sociai: #EuViviUmRelacionamentoAbusivo e "Mexeu com uma, mexeu com todas" e ficaram entre os tópicos mais comentados na web.

Milhares de mulheres demonstraram apoio umas às outras e expuseram diversos casos de agressão. Os relatos evidenciam que falta apoio às vítimas e mostram a dificuldade em, muitas vezes, reconhecer-se como vítima de um relacionamento abusivo. Outras campanhas já fizeram eco na internet discutindo o mesmo tema, entre elas #EleNãoTeBate, mas e #MeuAmigoSecreto.

Internet

Para as vítimas, a internet é um espaço importante tanto no processo de obter informação e identificar um relacionamento abusivo, quanto no apoio. A estudante Kaline Oliveira, 31 anos, foi uma das mulheres que, pelo Twitter, assumiu nesta semana que viveu um relacionamento abusivo. “Já fazem dois anos, desde o fim do meu namoro, e aprendi a detectar, pelo menos eu acho, alguns traços de homens abusivos. Não vou dizer que estou totalmente de boa para um próximo relacionamento, porque as marcas ficam, mas acho que fiquei mais esperta”, diz.

Para ela, a rede social é de extrema importância “porque não nos sentimos sós, nos mostra o que é certo e errado em diversos aspectos e nos encoraja a tomar uma atitude pelo bem da nossa vida. Porque é isso que é ser mulher nos dias de hoje, é uma luta contínua pelo direito de viver, infelizmente”.

Como muitas vítimas, Kaline não reconhecia que estava em uma relação abusiva. “Acreditava que era o jeito dele, 'diferente' de se importar, mesmo com tantas pessoas ao meu redor, me mostrando o contrário”, conta. “Eram brigas intermináveis, por ciúmes, por coisas mínimas, sabe? Se a gente estava numa festa e eu involuntariamente olhava pro lado, já escutava um 'tá olhando para quem?', se eu era simpática, ou sorria para algum amigo dele ouvia 'gostou dele? quer ficar com ele?'" Segundo ela, levou mais de um ano para se ver livre da relação e, hoje, estar mais confortável para falar sobre o abuso.

A artista visual Brenda Rios, 18 anos, também teve um relacionamento abusivo e o relatou no Twitter na última terça-feira (11). “Acho que em nenhum lugar você se sente à vontade e mais segura para contar sobre isso, talvez a internet traga uma abertura maior e um sigilo”, diz. ”Eu venho de um período de aceitação do que aconteceu e que é necessário agora expor minha história. Mas, no fundo, claro que eu, como outras mulheres, tenho medo do que as pessoas vão achar, de ser julgada e muitas vezes de ser condenada”.

A relação de Brenda durou seis meses. “O relacionamento abusivo, normalmente começa muito velado, como se os abusos que acontecem fossem apenas preocupações e carinho que a outra pessoa tem por você. É tão enraizado na nossa sociedade, de que o ciúmes e a preocupação extrema é algo bom, que essa pessoa apenas se preocupa e te ama, acho que nos sentimos dramáticas e loucas de achar que isso é algo ruim”.

Brenda relata que o parceiro, entre outras situações de abuso, queria controlar o que fazia sempre e demandava muita atenção argumentando que se o amava devia fazer tudo com ele. Ele a fazia se sentir constantemente culpada. “Tudo que está nas redes sociais ganha mais visibilidade”, diz. “Falar sobre abusos é extremamente importante para as mulheres não deixarem passar por essas situações e cortar pela raiz o crescimento da violência contra a mulher. Acho que traz mais coragem e força para elas entenderem que não é um cuidado, o que acontece é um abuso sim”.

Rede de apoio

Para a cofundadora do coletivo Mete a Colher, Renata Albertim, um relacionamento abusivo é todo e qualquer relacionamento que deixa a mulher em situação de inferioridade ou humilhação, seja por tom agressivo na fala ou nos gestos. “É toda a relação em que a mulher se sente de alguma forma inferior, abalada psicologicamente, com medo da relação”.

O coletivo, que surgiu nas redes sociais, tem como principal missão enfrentar a violência doméstica e ajudar mulheres a entender, evitar e se livrar de relacionamentos abusivos. “A internet contribui demais, está aumentando o alcance da informação, que antes ficava em pequenos grupos de pessoas que trabalhavam com isso”, diz Renata. Ela acrescenta: “Elas se sentem muito mais seguras para falar na internet, sentem-se mais fortalecidas. Sentem que não estão sozinhas”.

O nome do coletivo vai contra o ditado “Em briga de marido e mulher, não se mete a colher”, por acreditar que é responsabilidade também de quem está em volta informar e ajudar as vítimas de relacionamentos abusivos.

Outro exemplo de apoio online é o projeto Morrer de Amor - Apoio Emocional, criado pela ilustradora Lorena Kaz, após viver um relacionamento abusivo. Ela começou fazendo histórias em quadrinho para tratar de questões sociais e relacionamentos. Com o lançamento de um livro, fez a página para divulgá-lo. A intenção era ter um espaço de identificação para mulheres - e também homens - vítimas de relacionamentos abusivos: uma espécie de terapia em grupo, como define.

“Para a vítima conseguir sair é importante perceber que tem alguma coisa errada. Depois, precisa ter coragem de pedir ajuda e de mudar. A internet é importante nesse processo, a vítima consegue perceber que tem algo errado vendo outros relatos, se identificando”.

Segundo Lorena, nas comunidades online, as vítimas recebem apoio inclusive fora da rede. “Tem muita gente te apoiando e te encorajando, até mesmo em coisas reais. Tem gente que diz que precisa de um lugar para dormir e outras pessoas oferecem a própria casa”.

Denúncias

Um dos principais canais de apoio às vítimas é o Ligue 180, ligação que pode ser feita gratuitamente, de qualquer lugar do país. De acordo com os últimos dados, divulgados este ano, o Ligue 180 registrou um aumento no número de denúncias em todo o país de 51% em 2016 em relação a 2015. Foram cerca de 1,3 milhões, mais de 3 mil atendimentos por dia. Metade dessas denúncias são de violência física, 31% de violência psicológica e 5% de violência sexual.

Em 65% dos casos, a violência foi praticada por homens contra as companheiras. E em 38%, o relacionamento entre a vítima e o agressor tem mais de 10 anos de duração.

O Ligue 180 foi criado pela então Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, em 2005, para servir de canal direto de orientação sobre direitos e serviços públicos para a população feminina em todo o país. Hoje a secretaria foi integrada ao Ministério da Justiça.

Também está disponível uma lista, por estado, da rede de atendimento em cada cidade.

Fonte: Com informações da Agência Brasil

Diário Oficial da União - 14/04/2017 às 05h35

Entra em vigor lei que proíbe que mulheres sejam algemadas no parto

Foi publicada nesta quinta-feira (13/04), no Diário Oficial da União, a Lei nº 13.434, que proíbe que mulheres presas sejam algemadas durante o parto. Aprovada pelo Congresso Nacional no final de março, a lei foi sancionada ontem pela Presidência da República. A nova regra passa a valer nesta quinta-feira.

A lei altera o Artigo 292, Código de Processo Penal e estabelece que é vedado o uso do algemas em mulheres grávidas durante os atos médico-hospitalares preparatórios para a realização do parto e durante o trabalho de parto, bem como em mulheres durante o período de puerpério imediato.

Em nota divulgada à imprensa, a coordenadora de Políticas para Mulheres e Promoção das Diversidades, Susana Inês de Almeida, diz que é comum o uso de algemas em presas grávidas, mesmo durante o parto, sob a alegação de insegurança e risco de fuga. Segundo ela, isso ocorre embora esses riscos sejam mínimos, pois 65% das mulheres são presas por tráfico ou associação, e a maioria é ré primária.

A lei reforça normativos anteriores que já vedavam o uso de algemas nessas situações, como a resolução do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), de 2012, e uma súmula do Supremo Tribunal Federal.

Mulheres nas prisões
Do total de mulheres presas no Brasil, 68% são jovens, com idade entre 18 e 34 anos, 61% são negras e pardas, 62% são analfabetas ou tem o ensino fundamental incompleto e 57% são mães solteiras. A maioria é presa por tráfico de entorpecentes, 30% estão detidas sem condenação e 63% são condenadas a penas de até oito anos.

Os dados foram apresentados pela secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Sílvia Rita Souza, em audiência pública sobre a violência de gênero nos presídios femininos realizada na última terça-feira (11) pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.

O crescimento da população carcerária feminina é maior que o de presos do gênero masculino. De 2007 a 2014, o número de mulheres no sistema prisional subiu mais de 560%, enquanto que o registro de homens encarceradas cresceu pouco mais de 200%. Cerca de 95% das mulheres encarceradas no Brasil já sofreram ou sofrem algum tipo de violência dentro das prisões.

Fonte: Com informações da Agência Brasil

Verdadeiro assédio - 07/04/2017 às 17h25

Vitima de agressão, Luiza Brunet, detona José Mayer: ‘abuso e constrangimento’

A modelo Luiza Brunet, em entrevista concedida à Veja classificou a atitude de José Mayer envolvendo a figurinista Susllem Tonani, como abuso e constrangimento

Brunet que recentemente denunciou o ex-namorado, o empresário Lírio Parisotto, foi uma das celebridades que aderiu imediatamente à campanha 'Mexeu com uma, mexeu com todas. Chega de assédio', promovida por funcionárias da emissora. Contou que não nunca sofreu uma situação de abuso no ambiente das gravações mas sabe que casos assim são comuns, infelizmente.

Na entrevista a modelo, que tem assumido constante posição em defesa das mulheres, também falou que é necessário mudar aquilo que a sociedade chama de 'brincadeira' visto que na verdade são formas de constrangimento e abuso, constituindo verdadeiro assédio sexual e moral.

Fonte: Com informações da Veja

Na contramão da crise - 30/03/2017 às 16h57

Mulheres dominam o mercado imobiliário em Teresina

Na contramão da crise econômica que o mercado imobiliário atravessou nos últimos tempos, o destaque feminino no setor cresce com recordes de vendas e empreendedorismo.

As mulheres dominam o setor que volta a respirar com aquecimento devido à queda dos preços do m² em todo o território nacional, que apresentou queda real (descontada a inflação) de 4,58% nos últimos 12 meses, segundo o FipeZap, índice que mede o preço médio do m² de todo o território nacional.

Vera Ramos, empreendedora que está concretizando os planos para a abertura de uma consultoria imobiliária especializada conta que apesar de investir no segmento da beleza se encontrou mesmo dentro do mercado imobiliário. “Eu empreendo desde os 17 anos, mas gosto de dizer que o mercado da beleza foi apenas um ensaio para onde eu realmente me encontrei: o mercado imobiliário”, comenta. “Gosto de participar dos sonhos das pessoas. Quando concretizamos a venda, a sensação é de utilidade e felicidade em participar dessa conquista”, compartilha.

Sobre o setor, a empresária tem expectativas altas. “Já sentimos um aquecimento desde o início do ano. Participei de um evento para corretores da Patrimônio Incorporadora e as nossas expectativas são as melhores possíveis, especialmente devido a melhora geral da conjuntura de financiamento, margens de juros maiores e preços mais baratos dos imóveis”, ressaltou a consultora.

“Também estamos obtendo melhores incentivos das construtoras. A Patrimônio, por exemplo, tem tratamento diferenciado com corretores e que incentiva a fecharmos negócios, especialmente por respeitar as regras do CRECI, o material de divulgação, apartamentos decorados que ajudam o cliente a visualizar melhor a compra”, acrescenta.

O diretor de incorporações, Tellio Totaro, comenta que a relação com os corretores é essencial para concretizar vendas. “Nós procuramos estreitar relações com corretores sempre oferecendo materiais de divulgação de qualidade, promovendo preços justos, produtos com garantia de qualidade”.

Ainda segundo Tellio, a incorporadora investe no Piauí a oito anos e já conta com 46% de suas ações comerciais no estado, devido ao retorno positivo do mercado local. “Posso dizer que as mulheres são as peças-chave no setor no Piauí, são recordistas de vendas e grandes parceiras, se destacando no mercado”, conclui.

Para quem está procurando investir no sonho da casa própria, Tellio afirma que esse é o momento ideal para comprar. “Os preços têm caído em todo o Brasil e em Teresina não é diferente. Para aqueles que estão economizando, a hora de comprar é agora e eles estarão em boas mãos com nossas parceiras corretoras”, afirma.

Fonte: Assessoria

Carregando, por favor aguarde...
Terrazzo Poti
Podium PMPI
Podium PC-MA
Últimas Notícias
13h20 Deputado Estadual Firmino Paulo marca presença no aniversário de 25º de Lagoa Alegre 12h53 Deputado Ziza Carvalho participa das comemorações do aniversário de Lagoa do Barro do PI 12h17 Dois jogos sofreram mudanças para a 3ª rodada do Brasileirão Série A; veja 12h15 Idoso fica gravemente ferido após ser atropelado em faixa de pedestre 12h09 Flamengo encerra a preparação para a primeira partida da decisão do Carioca 12h05 Dia 29 de Abril, aniversário de Colônia do Gurguéia 11h48 Cantor e compositor Belchior morre aos 70 anos; causa é desconhecida 11h39 Venezuela:Papa quer o fim da violência e pede respeito aos direitos humanos 11h33 Prefeitura organiza várias tendas com serviços gratuitos ao povo de Fartura do Piauí 11h23 Viatura da PRF perde o controle em curva e cai em barranco na BR-343 11h18 Gilmar Mendes solta o empresário Eike Batista mas ficará em prisão domiciliar 11h15 Conheça o melhor hotel da região de Fartura do Piauí, Hotel da Teresa 11h08 Nintendo cancelou a produção do console ‘NES Classic Edition’ 11h00 THE: PT define neste domingo 2º turno da eleição para presidente de diretório 10h56 Zac Efron e Dwayne Johnson participarão do filme ‘Baywatch’ 10h54 Ladrões arrombam e fazem limpa em igreja evangélica de município do PI 10h51 Pousada Casa Nova em União trás muito mais conforto e qualidade para seus clientes 10h47 Capcom promete lançar 'grande game' até março de 2018; veja os prováveis 10h41 Prefeitura vai gastar mais de R$800 mil com pneus e serviços de 'alinhamento' 10h28 Tornados em estado do Texas deixam cinco pessoas mortas e várias feridas 10h27 Nota de Pesar da Prefeitura Municipal de Pimenteiras 10h24 Poder Legislativo Municipal: Nota de Pesar 10h21 Chefe da Agespisa de Pimenteiras morre em acidente 10h15 Wellington Dias inaugura em município no interior do PI, escola padrão 'FNDE' 10h04 Prefeitura de Cocal compra mais R$ 100 mil em medicamentos para atender população