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'2,5 vezes mais do que homens' - 19/01/2017 às 10h52

Trabalho doméstico não remunerado ainda é considerado como um 'problema de mulheres'

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ISLAMAR
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De acordo com uma pesquisa realizada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT, 2016), “as mulheres realizam pelo menos duas vezes e meia mais trabalho doméstico não remunerado e trabalho relacionado a cuidados do que os homens”.

Para desenvolver a discussão sobre o assunto, em 2016, foi divulgado o relatório “Situação da Paternidade no Brasil”, do Instituto Promundo, que reúne esses e outros indicadores sobre a divisão de trabalho e cuidados com os filhos e com a casa no País.

A pesquisa afirma que o trabalho doméstico não remunerado – aquele feito na própria casa – ainda é visto como um “problema de mulheres”. Delegar essas tarefas exclusivamente ao sexo feminino, diz o relatório, afeta não apenas as mulheres e a conquista da igualdade de gênero, como também as crianças, os homens e a economia dos países.

“Quando os homens se responsabilizam de forma igualitária pelo trabalho doméstico de cuidado, estes não remunerados, abrem espaço para que as mulheres também desenvolvam habilidades profissionais que são pré-requisitos fundamentais para atender as demandas do mercado de trabalho”, diz a publicação.

Abaixo, confira alguns destaques do relatório:

1 – Mulheres gastam mais horas em cuidados com a casa e filhos

Segundo o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), mulheres com filhos dedicam, em média, 25,9 horas semanais a cuidados com a casa. Homens com filhos dedicam apenas 15,5 horas. Os dados são da pesquisa “Mulher e trabalho: avanços e continuidades”, de 2010. No mundo, a situação se repete. Segundo levantamento feito pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), mulheres gastam, por dia, 2h30 com filhos e tarefas domésticas. Homens, 1h20.

2 – Menos da metade dos homens se dedica a tarefas doméstica

Segundo a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2013, no Brasil, 46% dos homens adultos realizam trabalho doméstico. Esse número é de 88% entre as mulheres. Quando são analisados os dados relacionados ao trabalho pago, a situação se inverte: pouco mais da metade das mulheres adultas do País (52%) realiza trabalho pago, enquanto 77% dos homens adultos estão envolvidos em atividades remuneradas.

3 – Na visão dos homens, tarefas domésticas ainda são femininas

O Instituto Promundo, no relatório, reuniu resultados de pesquisas que buscaram mensurar a percepção dos homens sobre os trabalhos domésticos. Confira alguns dos resultados:
– 54% concordam totalmente que “O papel mais importante da mulher é cuidar da casa e cozinhar para a sua família” (BARKER y AGUAYO, 2012);
– 43% concordam que “O homem pode até ajudar, mas quem deve ser responsável por cuidar da casa é a mulher” (INSTITUTO AVON/ DATA POPULAR, 201342);
– 89% consideram “Inaceita?vel que a mulher na?o mantenha a casa em ordem”; (INSTITUTO AVON/ DATA POPULAR, 2013).

Com informações do Nexo e do relatório “Situação da Paternidade no Brasil”, do Instituto Promundo.

Fonte: Movimento Mulher 360

Outras comissões analisarão - 05/01/2017 às 11h28

Comissão aprova saque do FGTS por mulher vítima de violência

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher aprovou proposta que permite a mulheres vítimas de violência doméstica sacar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para o custeio de despesas relativas ao seu sustento imediato e à segurança pessoal e de seus filhos.

O texto aprovado é um substitutivo da deputada Maria Helena (PSB-RR) ao Projeto de Lei 5304/16, do deputado Ronaldo Martins (PRB-CE). A relatora alterou a proposta para que o saque fosse garantido não por regulamentação do Poder Executivo, mas por decisão judicial.

Segundo Maria Helena, a Lei Maria da Penha (11.340/06) já estabelece medidas de assistência à mulher em situação de violência doméstica e familiar, como o acesso prioritário à remoção quando servidora pública ou a manutenção de vínculo trabalhista se precisar se afastar do local de trabalho. “Nada mais justo que o saque dos recursos no FGTS seja também incluído nessas medidas emergenciais”, disse a deputada.

De acordo com dados da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, mais de 85% dos casos registrados nos últimos anos estão relacionados com violência doméstica e familiar, com graves consequências para a saúde física e mental.

O FGTS tem o objetivo de garantir ao trabalhador socorro financeiro em situações adversas. Hoje, o saque é autorizado nos casos de aposentadoria, financiamento habitacional, desastres naturais e câncer, entre outros.

Tramitação
O projeto ainda será analisado de forma conclusiva pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação (inclusive quanto ao mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA: PL-5304/2016

Fonte: Agência Câmara Notícias

Aventureiras independentes - 01/01/2017 às 09h57

A cada sete brasileiras, uma vai viajar sozinha nos próximos meses

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Sim, a mulherada está perdendo o medo de cair na estrada e explorar o mundo, sem nenhuma companhia por perto! É o que afirma o estudo Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem, do Ministério do Turismo, que mapeou que 14% delas prentendem explorar novos lugares nos próximos seis meses, desacompanhadas.

A estatística é 34% maior se comparada a do universo masculino: apenas 10,4% dos homens pretender viajar sozinhos, no mesmo período. Sim, elas podem! E devem! E os dados provam que, cada vez mais, mulheres deixam de esperar por companhia e assumem o controle para decidir o destino e a programação de suas viagens.

Como, infelizmente, ainda aguardamos muitos avanços para que haja igualdade entre os sexos e as moças estejam inteiramente seguras em suas jornadas pelo mundo, aí vão alguns cuidados para quem pretende embarcar sem mais ninguém por perto:pesquisem o lugar que será visitado e entendam os costumes locais e quais as regras de segurança.

Informem-se também sobre o destino com outras mulheres que já o visitaram, e evitem colocar-se em situações de risco. Mulheres que viajam sozinhas com frequência recomendam também que o roteiro seja compartilhado com parentes e amigos, para que acompanhem o trajeto de forma remota.

Um levantamento feito pelo site Airbnb mostrou ainda que as mais aventureiras do mundo estão na Ásia, em maior parte no Japão, Taiwan e na China, onde estão entre a maioria das que fazem viagens internacionais sozinhas. A Rússia e o Brasil também lideram o ranking dos cinco países com mais mulheres que viajam por conta própria para outros países.

Fonte: Com informações de MSN / Nômades Digital

Trabalhando a igualdade - 22/12/2016 às 07h46

SDR firma parceria com a Coordenadoria das Mulheres visando bem-estar e proteção

A Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e a Coordenadoria de Estado de Política para Mulheres (CEPM-PI) firmaram, na última terça-feira (20/12), um termo de cooperação ténica que tem como objetivo trabalhar ações e estratégias de políticas públicas que estejam voltadas para o bem-estar e proteção da mulher

Segundo a coordenadora de Políticas Públicas para as Mulheres, Halda Regina da Silva, esse trabalho conjunto é necessário para diminuir cada vez mais a violência no estado do Piauí. “Cada orgão, cada secretária do estado, precisa ter uma política voltada para o gênero. Caso não isso não ocorra, não haverá diminuição da violência”, ressaltou.

A gestora acrescentou que há nas comunidades rurais do Piauí, muitas mulheres precisam ganhar uma nova atenção, um novo olhar. “É preciso trabalhar essa igualdade de forma gradativa, pois sabemos da importância do trabalho da mulher no campo, através da colheita, do artesanato, e outras atividades”, concluiu.

A superintendente da Agricultura Familiar da SDR, Patrícia Vasconcelos, que na ocasião representou o secretário de Desenvolvimento Rural, Francisco Limma, destacou que este é um importante passo para as mulheres do Piauí, e que a SDR buscará garantir cada vez mais ações que respaldem e possibilitem o crescimento das mulheres, principalmente na zona rural. “É importante a assinatura deste termo, pelo resultado que proporcionará para os grupos produtivos de mulheres existentes por todo o Piauí", destacou.

Vasconcelos acrescenta que o termo envolve cooperação técnica através de palestras e políticas públicas voltadas para mulheres e que é importante não apenas a divulgação da questão dessas politicas existentes, mas também a inserção de um número cada vez maior de mulheres no ciclo de produção, a exemplo de programas que possuem foco na questão produtiva, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa de Geração de Renda (Progere). “No encerramento deste ano, conseguimos formatar e negociar e, hoje, formalizamos esse termo de cooperação que será muito importante para ações dos próximos da secretaria e para a coordenadoria”, frisou a superintendente.

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Fonte: Com informações do Governo do Estado do Piaui

NO: Menor diferença salarial - 21/12/2016 às 09h32

Amapá é o único estado do país onde mulheres ganham mais do que homens

O Amapá é o único estado brasileiro em que o rendimento médio da mulher é superior ao do homem, segundo dados da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) referentes ao terceiro trimestre deste ano. Lá, as mulheres ganham em média R$2.014, R$53 a mais que os homens, que ganham R$1.961. Uma diferença salarial de 3%. No país, o salário do homem é 31% maior que o das mulheres (média de R$2.044 ante R$1.549).

O aumento do rendimento médio feminino já vem acontecendo há alguns semestres. Em um ano (entre o terceiro trimestre de 2015 e o mesmo período deste ano), esse indicador saltou 23,7%. O aumento foi de R$386, sendo o maior responsável por elevar as porcentagens a capital do estado, Macapá, onde o rendimento médio feminino é R$2.257, o maior da região Norte.

Há um ano, o rendimento médio das mulheres do Amapá era de R$1.731. Hoje, com 20,5% a mais, elas recebem em média R$2.086.

Com 782.295 habitantes, o Amapá é o segundo estado menos populoso do país. Só fica à frente de Roraima, com 514.229 habitantes. Esses números fazem parte de estimativa populacional feita neste ano pelo IBGE.

Região norte tem menor diferença salarial

O Amapá faz parte da região brasileira onde a diferença de rendimento entre os sexos é a menor em todo o país. Na região Norte, a diferença de rendimento entre homens e mulheres é de 13,6%, segundo a PNAD referente ao terceiro trimestre de 2016.

Ainda assim, a exemplo de outras áreas do país, na região Norte, a mulher ainda ganha, em média, menos do que o homem.

Norte, Nordeste e Centro-oeste são as regiões brasileiras com menores discrepâncias nos salários de homens e mulheres, de acordo com o IBGE. Respectivamente, nessas regiões, a mulher ganha 13,61%, 16,41% e 30,03% a menos que os homens.

Na região Sudeste, as mulheres ganham 35,95% a menos do que os homens, em média. Nos estados do Sul, esse indicador é de 34,69%.

As perspectivas para as mulheres que vivem no Norte são positivas. De um ano para cá, o rendimento médio feminino aumentou 13% (de R$1.275 para R$1.446); o salário dos homens cresceu 6% no período. Esse crescimento foi responsável por diminuir em nove pontos percentuais (de 19% para 10%) a diferença salarial entre homens e mulheres.

Fonte: Com informações de Fiquem Sabendo

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