180graus

Tem mais de 84 mil seguidores - 16/03/2017 às 11h18

Jovem com 'vitiligo' faz sucesso na web ao pintar manchas do seu corpo

Antonio das Neves - Peritos Associados
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O vitiligo é uma doença caracterizada pela perda da coloração da pele e para quem a tem, pode ser um motivo de vergonha.

A estudante americana Ashley Soto, de 21 anos, pensava assim e até sofria bullying, até que um dia começou a ver suas manchas brancas de outras forma e resolveu trasformar seu corpo em arte.

Hoje ela vê o vitiligo como algo lindo e sua conta no Instagram tem quase 85 mil seguidores.

Com fotos ousadas e reprodução de pinturas famosas, Ash hoje não precisa mais se esconder e tomou uma grande atitude para diminuir o preconceito com a doença.

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Evento especial na Secretaria - 14/03/2017 às 16h21

Dona Rejane promoveu homenagem às mulheres da Seduc; veja as fotos

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Antonio das Neves - Peritos Associados

A secretária de Educação do Piauí, Rejane Dias, participou de um evento especial em comemoração ao mês das mulheres com servidoras da pasta.

"E hoje foi um dia mais que especial. Comemoramos o Dia Internacional da Mulher aqui na Secretaria da Educação com todas as nossas colaboradoras da melhor forma possível: muitos abraços de gratidão. A mulherada foi recepcionada com boa música, lindas rosas, homenagens e uma palestra incrível da jornalista Karina Matos. Uma excelente forma de iniciarmos nosso dia, hein? Um abraço especial e meus parabéns a todas nós", disse ela em postagem.

Confira a seguir as fotos do evento.

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Garantia dos direitos - 08/03/2017 às 17h16

Ministro diz que mulheres devem ser incluídas em tomada de decisão sobre parto

No Dia Internacional da Mulher, o governo federal anunciou uma série de medidas para humanizar o parto normal, reduzir procedimentos considerados desnecessários e garantir os direitos sexuais reprodutivos das mulheres. Para agilizar os atendimentos de violência contra mulheres, o governo também pretende interligar o Ligue 180, que recebe denúncias de agressões, com os serviços da Polícia Militar.

Durante cerimônia de anúncio das diretrizes, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse que até hoje não havia uma diretriz específica para o parto normal. “As mulheres devem ser tratadas com respeito, ter acesso a informações e incluídas na tomada de decisões. Haverá um plano de parto”, anunciou.

Dentre as recomendações do Ministério da Saúde às casas de parto e maternidades, estão técnicas para alívio da dor, presença de doulas e liberdade de posição na hora do parto. A manobra de Kristeller, em que o médico empurra a barriga da mãe para auxiliar na saída do bebê, também passará a ser contraindicada. “As diretrizes garantem assistência qualificada. Há um protocolo e a mulher vai para sala do parto sabendo exatamente o que vai acontecer”, disse Barros.

Dia da Mulher

Ao lado da primeira-dama, Marcela Temer, o presidente Michel Temer participou do evento, no Palácio do Planalto. Segundo ele, o Dia Internacional da Mulher é importante não apenas para o calendário, mas também para que seja recordada a “luta permanente” das mulheres por uma “posição adequada” na sociedade.

“A sociedade de alguma maneira vai bem [devido à importância das mulheres], se os filhos vão bem é porque tiveram formação adequada em suas casas. Isso quem faz não é o homem, é a mulher. Na economia, a mulher também tem grande participação, porque ninguém é melhor de ver ajustes de preços e flutuações econômicas do que a mulher”, citou.

Em um breve discurso, a primeira-dama defendeu o fim da intolerância contra as mulheres. “Mesmo com a busca pela legitimidade de apontar o que é melhor para nós, há momentos em que as mulheres se veem sozinhas no sustento de filhos e netos. [Elas estão presentes] Na rotina para conduzir na família quem mais requer cuidados, como por exemplo as mães de crianças com microcefalia”, disse.

Para a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois, o seu desafio à frente da pasta é fazer com que as mulheres ocupem cada vez mais os espaços de poder. "A mulher negra é merecedora de uma política especial dirigida a ela. Preocupa-me o racismo excludente para essas mulheres negras que eu aqui represento”, afirmou.

DIU

O ministério da Saúde também anunciou a ampliação do acesso ao Dispositivo Intra Uterino (DIU) de Cobre, um método contraceptivo que não possui hormônio. Além das Unidades Básicas de Saúde, as maternidades brasileiras também poderão ofertar o DIU em situações como o pós-parto e pós-abortamento. De acordo com o ministro, as maternidades terão até 180 dias para organizar a implantação do método, que possui índice de segurança de 99% e duração de até dez anos.

Fonte: Agência Brasil

É necessário incentivo - 08/03/2017 às 16h24

Mulheres enfrentam tabus e preconceitos para se destacar no meio científico

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Antonio das Neves - Peritos Associados

Há mais mulheres (57%) do que homens (43%) cursando universidades no Brasil, segundo o último Censo da Educação Superior, elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Nacionais Anísio Teixeira (Inep) em 2012. Porém, a situação se inverte quando as estatísticas são relacionadas às ciências como matemática, computação e engenharias. Nessas áreas, o número de homens é maior do que o de mulheres em todas as regiões do país.

Para a professora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Brasília, Lourdes Bandeira, a explicação para a baixa participação das mulheres no meio científico está na própria essência da ciência. “As qualidades das ciências, engenharias e matemática foram criadas com base em características masculinas como objetividade, força e destreza. Esse ideal cria uma espécie de “pirâmide inversa” nas quais as mulheres são maioria em atividades relativas ao trabalho de cuidado (como enfermagem, nutrição, pedagogia e assistência social) e minoria em áreas da tecnologia, matemática e engenharias”.

Os números refletem uma situação visível em salas de aulas de universidades pelo país. De acordo com a professora de engenharia da computação da Universidade de Brasília, Aletéia Favacho de Araújo, nenhuma aluna se matriculou na turma em 2014. Para ela, a falta de mulheres na área gera dois problemas: o desestímulo à participação feminina e o preconceito com mulheres que ingressam na área.

Aletéia, Adriana Pereira Ibaldo (do Instituto de Física da UnB) e a aluna de engenharia mecânica Bárbara Xavier relataram à Agência Brasil que as mulheres nesse meio enfrentam a desconfiança de colegas, a obrigação de conciliar tarefas do lar com o trabalho e as dificuldades de crescer em um ambiente em que são minoria.

Retrocessos na área da computação

Professora de engenharia da computação na UnB, Aleteia convive diariamente com a desigualdade entre homens e mulheres no mundo da programação. “Em uma ocasião, uma caloura chegou na porta da sala e perguntou se era a turma de engenharia da computação. Os alunos responderam que sim, mas completaram: a sala não é sua, você não tem louça para lavar em casa? A menina saiu chorando”, relata.

Para ela, o campo da programação regrediu em relação à participação feminina. “Quando eu entrei na graduação [na década de 90], eram 18 alunas em uma turma de 40. Hoje, chego a dar aula em turmas sem nenhuma mulher. A média é de duas mulheres a cada 30 alunos. As que entram tendem a ir se isolando dos colegas. Isso também prejudica a própria formação”, aponta. Quando era aluna, Aletéia lembra que quebrou tabus para seguir na computação.

“Na graduação e no mestrado, até que eu não sofri preconceitos. Mas no doutorado teve uma ocasião em que o professor pediu para desenvolver um programinha. Estávamos em cinco e eu falei para fazermos em grupo. Um rapaz disse que não iria fazer porque eu era menina. O choro ficou engatado na garganta. Eu fiz o trabalho com outro rapaz e o nosso resultado foi melhor. Depois, eles pediam: vamos fazer trabalho juntos. Eu respondia: vocês são meninos. Não faço grupo com meninos”.

Mãe de dois filhos (uma menina de sete anos e um menino de um), a professora acredita que a educação em casa pode mudar esse quadro no futuro. “As meninas têm que ser incentivadas a gostar de Lego [blocos de montar], a gostar de matemática. Mas o que é coisa de menina hoje? É cuidar da casa? Ela não pode gostar de matemática? Por que os pais não brincam com as filhas da mesma forma que brincam com os filhos? Só quando isso mudar, a mentalidade vai mudar”.

O estereótipo da "abnegada da ciência"

Desde criança, a professora de física da UnB, Adriana Ibaldo, tinha muito bem definida a área que seguiria: as ciências. “A minha paixão começou aos 4 anos. Mas foi no ensino médio que me decidi pela química [primeira graduação]”. Foi nesta época que ela começou a enfrentar as primeiras barreiras. “No Ensino Médio, já há um certo preconceito para quem tentar buscar a carreira em ciências. Era como se fosse um desperdício você optar pelas ciências mais básicas”, conta.

Na primeira graduação, o fato de ser mulher não provocava discriminação. “Na química, a proporção homem-mulher é menos assimétrica do que na física. Quando eu fui para a física, senti o preconceito maior”, afirma.

A professora da UnB acredita que a física é a área das exatas que tem o ambiente mais hostil. “Há uma crise entre a definição de feminilidade e qualidade de trabalho no meio. Quando você pensa em cientista, a primeira imagem que vem à cabeça é masculina. A gente começa a sentir a diferenciação só por ser mulher”, afirma. É justamente por estar “fora do estereótipo” que ela enfrentou os maiores desafios.

“Para eles, se você não seguir o estereótipo da abnegada da ciência, se você gosta de uma academia, de maquiagem ou se interessa por outros assuntos, isso é um atestado de burrice. A situação é sutil, você percebe a maneira como as pessoas falam com você. Elas são mais didáticas do que o necessário”, disse Adriana

Adriana também relata que as mulheres têm mais dificuldades de ser ouvidas, por serem minoria. “Você está numa reunião, aí fala o tópico A. Ninguém dá crédito. Mas se um homem falar a mesma coisa, ele é ouvido”, afirma.

Escolhas desde a infância

Aos 26 anos, a estudante brasiliense Bárbara Xavier é uma das duas únicas alunas de sua turma do sexto semestre de engenharia mecânica da UnB. A história dela é um exemplo sobre como a escolha pela ciência tem influência da educação.

“A minha infância foi muito diferente em relação às minhas amigas. Sempre gostava de atividades ao ar livre. A minha mãe me dava boneca e eu perguntava. Por que você acha que eu quero brincar de cuidar de menino? Isso não é brincadeira. O modo de brincar me influenciou nas minhas escolhas”.

Bárbara acredita que suas principais amigas não tiveram a mesma oportunidade de escolher um curso para estudar. “Muitas achavam estranha a minha escolha. Mas eu sabia que elas não tinham dimensão do que estavam falando. Elas simplesmente não têm as ciências como opção”, diz.

Para seguir no ramo, Bárbara evita confrontos com os colegas quando eles falam coisas desagradáveis. “O fato de eu estar em constante contato com meninos desde a infância fez eu me acostumar com o que eles falam. Como não sou uma pessoa muito questionadora, evito bater de frente. Só que isso não quer dizer que não ocorre. Você está em um universo masculino. Então é obrigada a se submeter a situações em que as mulheres não ficam tão confortáveis”, diz.

Uma dessas situações aconteceu com uma colega que já saiu do curso de engenharia mecânica. “O Centro Acadêmico (CA) era cheio de pôsteres de mulheres nuas. Não é legal ser mulher e ficar vendo isso. Eu não reclamei, mas ela reclamou e o presidente do CA na época colocou em votação e venceu o não. No fim, houve uma discussão e tiraram”.

Para mudar esse quadro, Bárbara participa em um projeto da universidade que apresenta a meninas adolescentes os caminhos da ciência. “Levar um projeto como esse para a escola é interessante porque você mostra esse mundo para elas", afirma a estudante.

A estudante acredita que não apenas ela, mas a ciência ganha com todo esse trabalho de conscientização. “A mulher tem algumas qualidades que o homem não tem. Ela cuida dos mínimos detalhes e uma percepção no micro que o homem não tem”, afirma.

Fonte: Agência Brasil

Qualidade da alimentação - 08/03/2017 às 10h53

Dieta pós-parto: saiba o que comer, não comer e dicas de cardápios

Antonio das Neves - Peritos Associados
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Alimentar-se bem deveria ser uma preocupação em todas as fases da vida de uma pessoa, porém, no período pós-parto, este tema merece ainda mais atenção. Vale destacar que a qualidade da alimentação da mulher é extramente importante, tanto antes de engravidar, como durante a gravidez e após o parto, por afetar diretamente não somente a saúde dela, mas também a do seu filho.

Luciene Barbosa dos Santos, supervisora da Clínica Escola de Nutrição da Universidade Anhanguera de São Paulo – Unidade Santo André, comenta que o pós-parto é uma fase em que muitas mulheres acabam “se esquecendo” de ficarem atentas à qualidade do que estão comendo, até por estarem mais preocupadas com a nova rotina de cuidados com o bebê.

Mas, essa atenção com a alimentação não pode passar despercebida. Afinal, o pós-parto exige, sim, uma dieta especial.

Tatiane Império, nutricionista e Mestre em Ciências do Envelhecimento, destaca que uma alimentação saudável e balanceada oferece às mulheres micronutrientes (vitaminas e minerais) fundamentais para garantir a secreção láctea adequada e também assegurar o correto desenvolvimento da criança.

Mas, afinal, como deve ser uma dieta pós-parto? Como a mulher deve se alimentar de forma completa e, ao mesmo tempo, conseguir voltar ao seu peso anterior à gravidez? Abaixo você confere as respostas para estas e outras dúvidas.

Como voltar ao peso de forma saudável após a gravidez?

Tatiane explica que a amamentação está relacionada ao aumento das necessidades de energia para suprir o organismo da mãe em quantidades adequadas na produção de leite, além de garantir uma redução de peso saudável.

“A perda de peso ocorre nos 3 primeiros meses e é mais intensa em mulheres que amamentam. Não se recomenda a redução de energia durante esse período e, segundo o Institute of Medicine (IOM, 2005), a dieta deve apresentar no mínimo 1.800 kcal por dia para proporcionar nutrientes para a mãe e o bebê amamentado no peito”, destaca a nutricionista.

As principais orientações dietéticas para esse período devem estar voltadas a uma alimentação saudável e adequada, e são destacadas abaixo pela nutricionista Tatiane:

Fracionar a alimentação em cinco ou seis refeições ao dia, evitando longos períodos de jejum, e para garantir níveis de açúcares normais e melhorar o aproveitamento dos nutrientes;

Ingerir líquidos (3L/dia), principalmente a água, e, em menores quantidades, sucos naturais;

Evitar bebidas açucaradas que podem levar ao ganho de peso inadequado;

Consumir leite e derivados pelo menos três vezes por semana, preferencialmente integral devido às vitaminas lipossolúveis;

Ingerir alimentos fontes de vitamina C nas principais refeições para assim facilitar a absorção do ferro;

Substituir os alimentos refinados por integrais;

Aumentar o consumo de verduras, legumes e frutas, incluindo um vegetal amarelo-alaranjado e uma fruta cítrica diariamente;

Ingerir peixe pelo menos duas vezes por semana;

Priorizar preparações na forma de assados, grelhados, cozidos, refogados;

Evitar o consumo excessivo de adoçantes;

Grupos alimentares e suas melhores escolhas

Tatiane ressalta que todos os grupos alimentares devem estar presentes diariamente na alimentação das mães, para que sejam estimuladas melhores escolhas e uma variedade alimentar adequada em nutrientes essenciais para esse período.

Cardápio pós-parto elaborado por nutricionista

Abaixo você confere exemplos de cardápios pós-parto, elaborados pelas profissionais, apenas com o intuito de exemplificar os tipos de alimentos que não devem faltar em uma dieta pós-parto, de forma geral. Vale ressaltar que a dieta da mãe que teve recentemente seu bebê deve sempre ser personalizada, de acordo com as orientações do médico ou nutricionista.

Cardápio 1 por Luciene Barbosa dos Santos

CAFÉ DA MANHÃ

Opção 1

1 copo de suco de abacaxi com hortelã
2 fatias de pão integral light
2 col. (sobremesa) de queijo cottage
1 fatia média de melão

Opção 2

1 copo de iogurte natural desnatado batido com ½ papaia e 1 col. (sobremesa) de linhaça
1 fatia de pão integral light com 1 fatia fina de queijo de minas e 1 col. (sobremesa) de geleia sem açúcar
1 xíc. de chá de ervas

Opção 3

1 xíc. (chá) de salada de frutas (banana, maçã, mamão, melão e morango)
1 copo de iogurte natural desnatado com 3 col. (sopa) de aveia
1 col. (chá) de mel
1 fatia de pão integral light com 1 ponta de faca de margarina light

LANCHE DA MANHÃ

Opção 1

½ papaia com 2 col. (sopa) de aveia e 1 col. (sobremesa) de linhaça
1 xíc. de chá de ervas

Opção 2

1 Polenguinho Light
1 banana
1 xíc. de chá de ervas

Opção 3

1 fatia fina de bolo simples
1 xíc. de chá de ervas

ALMOÇO

Opção 1

1 prato (sobremesa) de salada: agrião, rúcula, alface, tomate, cenoura e erva-doce com 1 col. (sopa) de azeite
3 col. (sopa) de arroz integral
2 conchas cheias de feijão
1 filé médio de frango grelhado (130 gramas)
1 pires de brócolis no vapor com lascas de amêndoa

Opção 2

1 prato (sobremesa) de salada: alface, tomate, ricota esfarelada e lascas de maçã com 1 col. (sopa) de azeite
2 col. (sopa) de purê de mandioquinha
1 concha de lentilha
4 col. (sopa) de carne moída magra
4 col. (sopa) de abobrinha refogada

Opção 3

1 prato (sobremesa) de salada: folhas verde-escuras, beterraba ralada e pepino com 1 col. (sopa) de azeite
2 col. (sopa) de suflê de espinafre
2 col. (sopa) de batata cozida ou assada ou 1 xíc. (chá) de macarrão integral cozido com 1 fio de azeite
1 filé grande de peixe grelhado (150 gramas)
3 col. (sopa) de vagem refogada

LANCHE DA TARDE

Opção 1

2 torradas integrais com 2 col. (sobremesa) de geleia sem açúcar
1 xíc. de café com leite desnatado
Opção 2

1 fatia de pão integral light com 1 fatia de queijo de minas
1 copo de suco de uva sem açúcar
Opção 3

1 barrinha de cereais
1 copo de água de coco
1 maçã
JANTAR

Opção 1

1 prato de sopa de legumes
1 filé médio de frango grelhado (130 gramas)
4 col. (sopa) de cenoura cozida
Opção 2

1 prato de sopa de espinafre
1 abobrinha média recheada com carne moída e tomate
3 col. (sopa) de ervilha torta refogada
Opção 3

1 prato (sobremesa) de salada: folhas verde-escuras, tomate e cenoura ralada com gotas de limão
3 col. (sopa) de arroz integral com ervilha
1 filé médio de salmão grelhado (130 gramas)
1 berinjela assada

CEIA

Opção 1

1 banana assada com canela
1 xíc. de chá de ervas

Opção 2

1 copo de iogurte de frutas com 1 col. (sopa) de aveia
1 xíc. de chá de ervas

Opção 3

½ xíc. (chá) de frutas secas (damasco, castanha-do-pará, nozes e amêndoas)
1 xíc. de chá de ervas

LANCHE DA MADRUGADA (para depois da mamada)

Opção 1

1 bananinha seca sem açúcar
Opção 2

1 copo de iogurte de frutas
Opção 3

1 copo de água de coco

Cardápio 2 por Tatiane Império

CAFÉ DA MANHÃ

Leite integral (1 copo de requeijão)
2 fatias de pão de forma integral + 1 colher (sopa) de margarina
1/2 mamão papaia

LANCHE DA MANHÃ

1 banana prata + 1 colher (sopa) de farelo de aveia + 1 colher (sopa) de mel

ALMOÇO

Salada: 4 folhas de alface + 5 ramos de rúcula + 3 colheres (sopa) de cenoura crua + 1 colher (sobremesa) de azeite
4 colheres (sopa) de arroz cozido + 1 concha de feijão cozido (50% caldo, 50% grão)
1 unidade média de carne assada
5 colheres (sopa) de espinafre refogado
2 colheres (sopa) de abóbora cozida
1 laranja

LANCHE DA TARDE

4 unidades de torrada + 1 colher (sopa) de requeijão
1 copo (requeijão) de suco de abacaxi

JANTAR

Lanche natural: 1 pão francês + 1 fatia de ricota + 4 colheres (sopa) de atum + 1 colher (sopa) de beterraba
1 manga

LANCHE DA NOITE

1 iogurte de frutas + 1 colher (sopa) de granola
Vale reforçar que o cardápio ideal para cada mulher é aquele elaborado por seu próprio médico ou nutricionista.

Outros fatores que podem ajudar

Que a alimentação saudável pós-parto é essencial você já sabe, mas outras dicas simples podem ajudar a nova mamãe a retornar ao seu peso anterior à gravidez mais facilmente. Confira:

Beba água: Luciene lembra que a ingestão de líquidos, especialmente água, deve ser elevada, até para propiciar a produção de leite. Além do fato de que amamentar também dá mais sede;

Exercite-se: após a liberação do médico, voltar a se exercitar é uma ótima maneira de estimular o retorno ao peso anterior à gravidez. Geralmente costumam ser indicadas, nesta fase, atividades como caminhada, musculação leve, alongamentos, Pilates, Ioga etc. Mas, vale lembrar, cada caso é um caso; por isso é essencial conversar com o médico;

Amamente: a própria amamentação, além da sua extrema importância para a saúde do bebê, está intimamente ligada à redução de peso da mãe;

Não fique sem comer: é essencial fracionar a alimentação em cinco ou seis refeições diárias, evitando longos períodos de jejum;

Conte com orientação nutricional: Tatiane destaca que a procura por um nutricionista torna-se muito importante no que diz respeito às orientações de uma alimentação saudável nesta fase, garantindo assim também a redução do peso corporal da mãe;

Tatiane reforça que é essencial que esse período pós-parto contenha uma alimentação saudável e adequada para possibilitar a produção láctea correta e atender às necessidades do bebê (já que o leite materno é o único alimento até o sexto mês de vida).

“Em relação à alimentação das mães, os hábitos alimentares devem ser analisados para impossibilitar práticas inadequadas, caracterizando riscos para esse período. Portanto, a dieta deve apresentar o fracionamento apropriado, ingestão de líquidos e preferencialmente alimentos fontes de nutrientes essenciais, como ferro, cálcio, vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina A, assegurando uma qualidade alimentar para a saúde da mãe e da criança”, lembra a nutricionista Tatiane.

Por tudo isso, a procura por um nutricionista torna-se especialmente importante nesta fase da vida da mulher.

Fonte: Dicas de Mulher

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Terrazzo Poti
Preratório PM-PI
Antônio das Neves - Peritos Associados
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