As alunas gritavam por socorro -

Aluna da UESPI, que sobreviveu ao acidente fala sobre o acaso de estar viva

A estudante Telma Costa, uma das sobreviventes do acidente que ocorreu ontem (13), diz que o acaso de estar viva é por ter sentado na parte do fundo do micro-ônibus, local que não tinha costume de se sentar e hoje está muito feliz por estar viva.

A parte que as chamas eram mais altas dava-se na parte interior, onde os alunos gritavam por socorro e alguns conseguiram se salvar, exceto as  alunas Francisca Caroline Pereira Barbosa e Carla Juliete de Moura  Costa que gritavam muito, mas não foi possível salvá-las e acabaram tendo seus corpos carbonizados.

A mãe de uma das vítimas diz que a filha não iria a universidade e por motivos de aula acabou tendo que ir. A mãe diz que sentia que algo iria acontecer, mas não pode evitar.

(Redação Teresina)

Fonte: None

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