No interior do Maranhão · 06/08/2014 às 12h13

Comarca de Alto Parnaíba está sem internet


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A Comarca de Alto Parnaíba, localizada a 1.012km da capital, está com seus serviços prejudicados pela falta de internet. A informação é do secretário-substituto da Vara Única da Comarca, Carlos Eduardo. Ele relatou que o problema foi detectado na última segunda-feira (04), já sendo comunicado o Tribunal de Justiça do Maranhão.

O secretário disse já ter recebido visita de um técnico da operadora do sistema, mas que ainda não há previsão para o restabelecimento do serviço. Segundo Carlos Eduardo, o atendimento não foi suspenso, embora esteja prejudicando a consulta processual, conforme explicou o secretário: “a falta de internet inviabiliza o acesso aos sistemas, tornando mais lento o trabalho de consulta processual, que tem que ser feito manualmente”.

Na Assembleia Legislativa · 06/05/2014 às 15h34

Deputado pede benefícios para Alto do Parnaíba


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O deputado estadual Manoel Ribeiro (PTB) enviou indicações à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa com o objetivo de conseguir melhorias para o município de Alto Parnaíba.

Para o ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, Manoel Ribeiro solicitou a reabertura do ‘Programa Luz Para Todos’ na cidade, pois, segundo ele, o referido programa foi interrompido e está prejudicando os moradores.

“Faz-se necessário finalizar a implantação do ‘Luz para Todos’, oferecendo desenvolvimento social e econômico para as comunidades de baixa renda, contribuindo para a diminuição do problema e para o aumento da renda familiar”, justificou.


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A Promotoria de Justiça da Comarca de Alto Parnaíba ingressou com duas Denúncias e uma Ação Civil Pública de execução forçada contra Raimunda de Barros Costa, ex-prefeita do município. As ações do Ministério Público foram motivadas por irregularidades nas prestações de contas dos exercícios financeiros de 2003 e 2004, observadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Na prestação de contas de 2003, o TCE apontou uma série de irregularidades, com a execução de despesas sem a realização prévia de processos licitatórios em favor da empresa H M Sat Ltda. O total das despesas chega a mais de R$ 32 mil. A promotora de justiça Aline Silva Albuquerque, autora da ação, ressalta que não houve licitação e nem comprovação de que esse seria um fornecedor exclusivo.